Como mudar de vida: melhor mecânico de bikes do mês conta porque buscou capacitação profissional

É de Cascavel, no Paraná, que vem o melhor mecânico de bikes do Brasil em setembro de 2019: é Raulisson Casasinky, dono da Magrão Bike Repair, eleito através do ranking Selo de Qualidade. Ele conta que mudou de vida por meio da capacitação profissional, que abriu ainda mais as portas do mercado para montar seu próprio negócio.

Ele já era mecânico, mas bombista: trabalhava com caminhões a diesel, mas também sempre amou o mundo das bikes. Pedalou, ainda pedala e tinha uma oficina de bike como hobby, estava envolvido com o ciclismo da cidade, porém ainda de uma forma informal.

“Foi quando um dono de oficina de bike me chamou para trabalhar com ele e ganhar o mesmo que ganhava como mecânico de caminhões. Mas eu não tinha um certificado, queria aprender as coisas do jeito certo para trabalhar com qualidade, não apenas como um passatempo, como era a mecânica de bicicleta para mim como entusiasta”, lembra o atual melhor mecânico de bike do Brasil, falando um pouco da sua história antes da capacitação profissional.

Antes “mexânico”, agora profissional que descobriu como mudar de vida

Foi nesse momento que ele buscou o conhecimento e viajou até São Paulo para fazer uma verdadeira imersão nos cursos da Escola Park Tool.

“Foi um mês bem intenso, fiz todos os módulos da Formação Profissional, estagiei e voltei formado para trabalhar em Cascavel, onde moro atualmente”.

Isso tudo foi um impulso na vida profissional do Magrão, que montou a própria oficina para reparos e manutenção. O conhecimento que absorveu, desde mecânica à gestão profissional de um negócio, além do programa de estágio que possibilitou uma experiência no mercado de bikes ofereceu uma base e confiança para exercer seu trabalho.

“A capacitação profissional na Escola abriu as portas do mercado para mim. Fui chamado para trabalhar numa outra bike shop, antes de trabalhar para a Specialized. Aproveitei essa oportunidade por um tempo, mas hoje sou muito feliz com a minha própria oficina, está do jeito que eu quero. Hoje a bike é meu ganha pão, é o sustento da minha família”.

E a evolução profissional vem com a recompensa do primeiro lugar no ranking, que Magrão diz deixá-lo ainda mais motivado para melhorar a entrega aos seus clientes.

“Acho isso sensacional, pois nos desafia sempre a evoluir mais. Gera confiança aos ciclistas e credibilidade aos mecânicos”, comenta.

Como se diferencia no mercado

Para ser eleito com a avaliação dos consumidores, a partir do Selo de Qualidade, Magrão mostrou eficiência nos serviços prestados, conhecimento, técnica e bom atendimento. Ele realiza um atendimento personalizado, com 100% de mão de obra sua, e faz questão dessa aproximação com o ciclista que, segundo ele, é o que faz fidelizar o cliente.

“Eu busco sempre passar a maior confiança ao meu cliente. Isso começa com a limpeza da oficina, algo que aprendi na Escola e vejo como é importante. E, claro, a minha capacidade de resolver os problemas, seguindo normas, sem truques, é determinante, realizando um trabalho de manutenção bem feito”, explica Magrão.

O que aprendeu com a capacitação profissional

Ao concluir o curso de mecânica de bikes, Magrão disse que aprendeu a ver o segmento de outra forma: “hoje vejo outros mecânicos como parceiros. Podemos ser concorrentes, sim, mas colaboramos um com o outro, trocamos experiências, boas práticas, serviços, fazemos outros negócios com produtos, peças e componentes. Todos aprendem uns com os outros e ganham com isso.”

Ele também crê que a busca pelo conhecimento não para. Que um bom mecânico deve estar atualizado e de olho nas tendências, mas sempre procurando o melhor para fazer pelo seu cliente. “Dá pra ir pouco a pouco, um passo por dia, do básico até uma especialização, pois vale a pena”, afirma ele.

E você, pronto para começar a mudar de vida através da capacitação profissional? Busque a capacitação profissional e seja feliz fazendo aquilo que gosta.

Dica de mecânica: é hora da manutenção do cubo de bicicleta

Parte central das rodas, em que são fixados os raios que se conectam aos aros, o cubo de bicicleta garante o apoio necessário para que você pedale tranquilo. O problema é que, por ser muito exposto, o cubo, especialmente o traseiro, acumula muita sujeira e pode se deteriorar com a falta da manutenção preventiva diminuindo a vida útil. Por isso, saber a hora certa da revisão e como fazer a manutenção correta é crucial.

Antes de mais nada, é preciso lembrar da importância da manutenção preventiva na bicicleta. Algo que muitos ciclistas não dão atenção, mas que é essencial para manter a “saúde” da bicicleta em dia, prolongando a vida útil de peças e componentes.

É por falta da manutenção preventiva que muitas vezes surgem problemas antes do esperado na bicicleta, inclusive no cubo de bicicleta. Um cubo de marcha interna aguenta rodar cerca de 5.000 km e deve ser trocado em aproximadamente 2 anos, mas é preciso estar atento ao seu funcionamento.

Com o passar do tempo e com a ausência de graxa, o cubo de bicicleta traseiro acumula sujeira, como terra e arreia, e pode acabar corroendo a pista do cubo. É possível ver isso ao rodar o eixo e sentir uma “crocância”, um movimento trêmulo no giro da roda.

Podem ser as esferas que estão comprometidas, e isso pode gerar um problema que vai encurtar a vida útil do cubo. Ainda mais se a manutenção demorar mais do que o necessário ou, pior ainda, se a manutenção preventiva for ignorada.

Hora da manutenção do cubo de bicicleta traseiro

Muitas pessoas costumam dizer que a manutenção do cubo de bicicleta traseiro é mais difícil do que a do dianteiro, mas isso é mais um dos mitos criados na mecânica de bicicletas. Na verdade, o processo é simples, o que muda é que no traseiro existe o cassete, de simples e fácil remoção. Neste vídeo abaixo, disponível na série Askbike, do canal no Youtube da Escola, o fundador de diretor de ensino da Escola Park Tool Henrique Zompero explica como realizar a manutenção do cubo de bike traseiro.

Você vai precisar de apenas duas ferramentas para fazer a manutenção do cubo de bicicleta traseiro:

  • Chave auxiliar para remoção de cassete Park Tool SR-11
  • Ferramenta de trava de cassete Park Tool FR5.2H

O primeiro passo consiste em retirar a blocagem e colocar a ferramenta de remoção SR11 no cassete, posicionando-o de forma correta para fazer o torque. Uma dica é ficar no chão para colocar mais força no processo e remover, enfim, a tampa após o torque.

Retirando a tampa, será possível tirar pinhão por pinhão, deixando-os numa ordem lógica para depois colocá-los novamente ao final da manutenção. Depois é preciso tirar o rotor, que tem o mesmo processo, mas sem a ferramenta de cassete.

Lembre-se que os manuais de instrução dos fabricantes ajudam muito na hora de montar ou desmontar as peças e componentes, não se esqueça de checar alguma informação, caso tenha dúvidas.

Para continuar, vamos remover o cubo, e por isso é importante ter a consciência de usar as ferramentas adequadas para cada situação, como a ferramenta de trava FR5.2H, ideal para o aperto correto do cubo.

Será preciso uma pinça magnética ou imã para remover as esferas do cubo (também chamadas de bilhas), para que nenhuma se perca. Para retirá-las, basta levantar a roda, inserir a pinça e pronto, tanto do lado esquerdo como do direito.

Limpando o cubo de bicicleta traseiro

A limpeza do cubo não é complexa, é necessário apenas um pano seco, sem necessidade de qualquer desengraxante. Como o meio do cubo é oco, ao utilizar um desengraxante ele pode acumular e se misturar com a graxa, eliminando o produto que é necessário nessa peça.

Já nas peças que foram retiradas, a dica é utilizar um desengraxante a base d’água, fácil de limpar e ecológico, que não agride em nada os componentes da bike.

No momento em que for necessário aplicar a graxa, cabe sempre o bom senso. Um aplicador de graxa, ou até mesmo uma seringa cirúrgica pode colaborar para colocar a quantidade adequada no cubo.

Depois disso, basta fazer a montagem novamente dos componentes, seguindo a ordem e a lógica da desmontagem. Lembrando: sempre seguindo as instruções do manual do fabricante.

Como muitas outras peças e componentes de bike, existem alguns sistemas diferentes de cubo de bicicleta e a forma como usá-los. Pensando em cada particularidade de cubo, a Escola Park Tool oferece a ciclistas e mecânicos de bicicleta um curso que compõe o curso de Formação Profissional.

É o módulo de Cubo de Marcha Lenta, em que é passado a limpo todo o processo de manutenção, levando conteúdo sobre regulagem, ajuste e capacitando os alunos para a instalação do cubo de bicicleta. É a oportunidade de mecânicos e oficinas garantirem mais um produto e potencial lucro em seu negócio.

Manutenção de bike: 3 erros que você deve parar de cometer

 

Na trajetória de todo profissional, a busca pela evolução e excelência no serviço prestado é constante. Quando o assunto é manutenção de bike, não é diferente. Por isso, para você que já trabalha como mecânico de bicicletas trouxemos algumas dicas que podem clarear as ideias, ou então quebrar alguns mitos e desconstruir tudo o que você achava que sabia sobre mecânica e manutenção de bike.

Não importa o que digam, um profissional deve estar sempre se atualizando e questionando seus métodos, práticas e processos dentro de uma oficina de bicicletas. As tecnologias mudam, aparecem outras tantas e é preciso estar de olho nas tendências para poder atender às necessidades dos ciclistas da forma mais assertiva.

Confira agora três erros para você parar de cometer na manutenção de bike.

Erro número 1: deixar os manuais dos fabricantes de lado – chega de gambiarras!

Para manter um bom padrão de serviço e ser reconhecido pelo seu trabalho é imprescindível executar da maneira correta as manutenções, seguindo os protocolos que foram passados pelos fabricantes. Eles foram feitos para serem seguidos, respeitando cada particularidade de peças, produtos, ferramentas ou componentes.

Por isso, é preciso deixar de lado as gambiarras, pois não agrega valor ao seu trabalho, além de ser um marketing negativo do seu serviço. Cada vez mais os ciclistas têm conhecimento sobre mecânica de bikes, e isso os torna mais exigentes, não tem como enganar mais ninguém.

“Você tem que saber empregar a tecnologia, ter noção de padrões estabelecidos. Não é só a prática que faz o bom mecânico, existe uma metodologia, um suporte que você precisa acompanhar além de saber aplicar a teoria. Na Escola Park Tool eu aprendi a importância de ler o manual e seguir as regras. Só assim você sabe o que vai entregar”, afirmou Hugo Mônaco Cardoso, ex-aluno da Escola.

A opinião é corroborada por Iedo de Carvalho, que por duas vezes foi eleito o melhor mecânico de bike do Brasil, a partir do ranking Selo de Qualidade.

“Notei que em várias lojas e oficinas, os mecânicos não seguiam os padrões nem usavam as ferramentas certas. Alguns iam na base da marreta(!). Então, não podemos pensar que sabemos de tudo, pois não sabemos”, avaliou o mecânico de bikes do Paraná.

Erro número 2: não compartilhar informação nem ser transparente

Quem tem conhecimento deve segurar para si? A gente acredita que é muito pelo contrário. Ao ter a humildade e vontade de compartilhar informações com seus clientes, você pode levar ainda mais confiança a quem contrata seus serviços e, de quebra, aumenta a sua credibilidade, pois passa a ser uma referência de conhecimento no assunto.

Mecânico de bikes que atua em São Paulo, Fabio Latorre faz questão de reforçar a importância de conversar e ter o contato direto com seu cliente, sendo transparente e bem didático durante seus processos.

“Sempre dou um retorno do que estou fazendo, mostro fotos do processo, passo a passo quando necessário e sempre explico o porquê que tal procedimento está sendo realizado. Acho isso muito importante, sem contar que na retirada da bicicleta eu mostro o que tinha de errado ou certo e ainda dou algumas dicas de manutenção para que passa ser feita em casa, além de dicas de produtos”, explica ele.

Erro número 3: achar que sabe demais e não explorar seu negócio em potencial

A soberba não faz bem a ninguém no âmbito pessoal e será ainda mais prejudicial se falarmos em questões profissionais. Quem trabalha com mecânica de bikes deve ter esse olhar crítico sobre si para buscar a evolução e oferecer o melhor serviço possível.

“Me arrependo de não ter buscado a capacitação antes”, comentou Caetano Zammataro, proprietário da tradicional Bike Tech Jardins, em São Paulo-SP.

“Para ter uma ideia, eu achava que sabia trocar um pneu da forma certa. Mas em todos esses anos de bicicleta sempre havia feito o procedimento errado. Foi no curso da Escola Park Tool que aprendi o jeito certo e adequado, respeitando as normas e os processos. Isso te desconstrói: você não pode achar que sabe tudo, tem que ter humildade para querer aprender e crescer”, finalizou.

Após sua formação profissional na Escola Park Tool, conseguiu profissionalizar a gestão, melhorar o controle de custos e gastos e, ainda, otimizou o tempo de seus processos internos.

“Estudando a minha empresa, cheguei à conclusão que minha oficina era um produto a ser explorado. Podia ser muito mais do que uma bike shop”, lembra Caetano.

De quebra, após garantir o diploma internacional através da Formação Profissional, ele se tornou mecânico oficial da RAAM (Race Across America), ficando responsável pelos ajustes antes e depois das etapas, sentido a pressão de uma das provas mais árduas do ciclismo.

Esses são exemplos de pessoas incansáveis na busca de melhorias contínuas dentro do seu trabalho. As dicas foram úteis para você? Faça como eles e vá atrás do conhecimento: só ele é capaz de te levar ao caminho do sucesso nos negócios.

 

O que um mecânico de bikes pode fazer de diferente para ser reconhecido pelos cislistas?

Fabio Latorre, melhor mecânico do Brasil em julho e campeão do ranking Selo de Qualidade, responde à pergunta

Ele pedalava e sempre gostou de fazer os ajustes na própria bicicleta, pois não encontrava mecânicos aptos a realizarem os serviços de manutenção. Desconfiança? Receio de não prestarem o melhor serviço? Falta de conhecimento por parte dos profissionais? Tudo isso levou Fabio Latorre a buscar a capacitação em mecânica de bikes e obter sua autonomia no assunto. E, por receber o Selo de Qualidade após a formação profissional, neste mês, ele foi eleito pela segunda vez o melhor mecânico do Brasil, em avaliação feita pelos ciclistas.

O que antes era algo para ser de autoconhecimento próprio, sem ambições financeiras enquanto negócio, pouco tempo depois mudou. A criação da Oficina do Latorre, em São Paulo, veio para preencher uma lacuna ainda existente no mercado de mecânica de bicicletas: a falta de profissionalismo e qualificação.

“Estava procurando há um tempo um jeito de conseguir melhorar a manutenção da minha bike, pois gostava de eu mesmo fazer. Como sempre pedalei e entendia um pouco, vi que a maioria dos profissionais não davam a atenção necessária, nem eram organizados ou sinceros quanto ao trabalho realizado. Percebi, então, que após o curso eu mesmo era capaz de oferecer um serviço de qualidade como eu imaginava e esperava enquanto ciclista”, explica Fabio Latorre.

Para poder entender um pouco sobre o mercado e questão do profissionalismo dos mecânicos, Fabio encontrou na Escola Park Tool o conhecimento necessário. Tudo sobre o funcionamento de uma bike e seus componentes, manuais de uso de marcas, ferramentas adequadas, gestão de negócios, postura enquanto prestador de serviço e muito mais foi absorvido por ele durante o curso de Formação Profissional.

A preocupação com o problema do ciclista e transparência são essenciais num mecânico de bicicletas

Latorre comenta que, enquanto ciclista, o que mais lhe incomodava era o fato de muitas vezes não saber o que de fato era feito em sua bicicleta. E, após compreender o funcionamento das bikes e importância das ferramentas certas para determinados tipos de ajustes, pôde oferecer algo diferente para seus clientes, aplicando seu conhecimento na rotina da oficina.

“Era raro ver os mecânicos de bicicleta usarem o torquímetro, era mais na base do improviso. Além disso, eu dificilmente tinha um feedback preciso sobre o que era feito na minha bike, e observava a falta de organização das oficinas. Por isso, na minha oficina busco ser o mais transparente possível e explicar exatamente tudo o que fiz e o que deve ser feito para resolver os problemas dos ciclistas”, comenta ele.

Além da transparência e honestidade, fundamentos básicos em qualquer profissão, Latorre gosta de pensar na organização como um diferencial para os mecânicos de bike: “Isso eu aprendi após o curso, e é essencial para um bom mecânico. A capacitação me ensinou a importância de investir e utilizar as ferramentas certas e hoje organizo meu painel de acordo com as etapas do processo de ajuste mecânico”.

O mecânico formado na Escola Park Tool faz questão de mostrar ao ciclista cada ajuste e conserto realizado, explicando os motivos porque os fez. Isso demonstra a preocupação que tem com os problemas do seu cliente, o que gera ainda mais confiança e segurança por parte dos ciclistas. Além disso, ele diz, “procuro sempre dar dicas de manutenção e conservação da bike, mostrando algumas práticas que podem fazer a diferença para a longevidade da magrela, pois mostra minha honestidade, que não quero enganar o cliente”.

E você, o que faz de diferente em sua oficina? A capacitação profissional prepara para o mercado e inspira a realizar o melhor serviço possível. Está pronto?

 

Capacitação e especialização: faça da sua oficina um centro técnico autorizado das melhores marcas de freio e suspensão

Capacitação profissional, conhecimento e especialização. Essa trinca pode gerar inúmeros benefícios ao seu negócio e à sua oficina de bicicletas, essencial para conquistar clientes. E, para continuar crescendo de forma saudável, sem perder qualidade do serviço prestado, uma solução interessante pode ser investir na capacitação da sua própria equipe. Já pensou nisso?

“Nosso segmento ainda carece de mão-de-obra especializada. Como a demanda da oficina estava aumentando, resolvi investir em minha equipe, oferecendo a capacitação a um dos mecânicos para criar também uma padronização. E é incrível o resultado que estamos tendo, com um nível de excelência nos serviços prestados. Com certeza vale muito a pena, o resultado vem de forma rápida”, explica Vinicius Oliveira, gestor e mecânico da oficina Vini Bike, em Itapeva-SP.

Uma oficina mecânica que possua um profissional certificado e capacitado para realizar suas funções já é algo muito positivo, seja para o consumidor ou para o empresário. Com tantos ciclistas que entendem bastante de mecânica de bicicletas, por exemplo, não cabe mais a informalidade: a profissionalização é necessária para conquistar sua confiança e ser reconhecido no mercado.

Agora, uma oficina com vários mecânicos capacitados e especialistas em diversos temas de mecânica já se transforma num enorme diferencial, capaz de gerar ainda mais credibilidade à oficina. Além disso, com tantas particularidades entre uma marca e outra, processos e formas de realizar determinados ajustes, a especialização se torna ainda mais necessária!

“Vejo esse investimento como um voto de confiança e muito importante para poder prestar o melhor serviço possível. Após os cursos, posso dizer com toda certeza aos clientes o que tem que ser feito, posso identificar os problemas e resolvê-los com assertividade. Foi um ganho pessoal e profissional, e que agrega ainda mais valor à oficina enquanto empresa e equipe. Para mim foi uma ótima oportunidade de estar capacitado para o mercado de trabalho”, explicou Danilo Pereira, mecânico da Vini Bike.

Seja um especialista e se transforme num Centro Técnico Especializado das principais marcas

Mais que o conhecimento, a especialização feita na Escola Park Tool pode gerar ainda mais lucro e uma valorização em seu negócio, já que é possível se transformar num Cento Técnico Especializado de diversas marcas do meio bike, tais como Magura, RockShox, Sram, Suntour e X-Fusion.

“Aqui trabalhamos com mecânica em geral, mas já somos especialistas e oficina autorizada Magura, Manitou, RockShox, Shimano, Suntour e Sram. Cada marca tem sua particularidade e isso gera muita credibilidade e consequentemente lucro, já que trabalhamos próximos aos distribuidores. E o cliente consegue enxergar esses diferenciais, já que oferecemos vantagens e benefícios a eles, como acesso a peças que outras lojas ou oficinas não possuem. Então, é possível alcançar e atingir um público cada vez maior, justificando totalmente o investimento na equipe”, explica Vinicius.

Ao se inscrever nos diversos cursos de especialização da Escola Park Tool que oferecem esta possibilidade de virar um centro autorizado das marcas, o lojista poderá adquirir peças de reposição diretamente com o distribuidor nacional de cada marca, como explica Vinicius.

Ele também será capaz de obter preços diferenciados na aquisição dos produtos, com condições de pagamento especiais e menos burocracia.

Isso tudo poderá ser visto pelo próprio cliente, que terá a garantia de ter sua peça num tempo mais curto e alguém certificado pela própria marca, seja de suspensão ou freio, efetuando os ajustes necessários.

E você, o que está esperando para investir em sua equipe, ter um padrão de atendimento e de prestação de serviço e se tornar uma oficina especializada, um centro técnico autorizado?

 

 

“Transformei meu hobby em minha profissão”, diz o melhor mecânico de bicicleta do ranking Selo de Qualidade

 

O ranking que avalia o melhor mecânico de bicicleta do país tem um novo campeão do mês: em novembro ninguém fez um trabalho melhor do que Hebert Luis Moreira Neto. Mecânico da Entre Trilhas, em Minas Gerais, ele foi até a Escola Park Tool buscar a profissionalização. Formou-se e encontrou o reconhecimento do trabalho.

“Não imaginava que teria meu trabalho reconhecido, com tão pouco tempo de atuação profissional como mecânico de bicicleta formado, então foi uma surpresa e tanto. Devo reconhecer, também, que este prêmio é fruto do trabalho em equipe que temos na loja”, disse o hoje mecânico de bicicleta profissional Hebert.

Ele conta, também, que a empresa onde trabalha foi crucial neste momento da vida, pois deu todo o suporte para ele se capacitar no Curso de Formação Profissional da Escola Park Tool. Esta é prova de que as empresas estão se conscientizando da importância que é ter um profissional realmente capacitado e certificado, ainda mais por uma das principais instituições de ensino do segmento. Afinal, ter um profissional com um diploma na mão pode ser um grande diferencial para quem tem uma oficina de bicicletas.

Transformei meu hobby em minha profissão

“Sempre tentava consertar, desde pequeno, as minhas bicicletas e as dos meus amigos. Gostava muito de ajustar os freios da bike, foi o primeiro sistema que procurei entender para eu mesmo arrumar, depois a relação de marchas e por aí foi, mas até então fazia apenas por hobby. Hoje transformei meu hobby na minha profissão, trabalhando com o que realmente amo”, comemorou Hebert, que antes de atuar como mecânico de bicicleta, trabalhava em uma concessionária.

Hebert também destacou a estrutura e a qualidade da grade dos cursos oferecidos pela Escola, que contam, segundo ele, “com ótima didática, excelentes instrutores, sempre dispostos a tirar dúvidas e dedicados no atendimento. Além disso, oferecem o contato 100% com as ferramentas e bicicletas para a evolução do aprendizado”.

Planos para o futuro

Formado, certificado e reconhecido, Hebert sabe que não pode parar: “Não dá para parar de aprender, o aprendizado é diário, sempre tem algo novo surgindo!”

Como o conhecimento é algo que se renova, ele pretende manter a qualidade e progredir, mantendo-se sempre atualizado e focado no seu crescimento profissional.

“Desejo botar, ao longo da minha carreira, o sorriso no rosto dos nossos clientes, sejam os antigos que retornam ou os novos que estão por vir, pois se eles depositam a confiança no nosso trabalho, é nosso dever deixá-los satisfeitos”

 

E você, pronto para arrancar sorrisos, trabalhar com o que ama e ter o mesmo entusiasmo do Hebert? Faça como ele, busque a capacitação que o reconhecimento vem de forma natural. Acesse https://goo.gl/c88S2Z e se inscreva em um dos nossos cursos.