Manutenção de bike: 3 erros que você deve parar de cometer

 

Na trajetória de todo profissional, a busca pela evolução e excelência no serviço prestado é constante. Quando o assunto é manutenção de bike, não é diferente. Por isso, para você que já trabalha como mecânico de bicicletas trouxemos algumas dicas que podem clarear as ideias, ou então quebrar alguns mitos e desconstruir tudo o que você achava que sabia sobre mecânica e manutenção de bike.

Não importa o que digam, um profissional deve estar sempre se atualizando e questionando seus métodos, práticas e processos dentro de uma oficina de bicicletas. As tecnologias mudam, aparecem outras tantas e é preciso estar de olho nas tendências para poder atender às necessidades dos ciclistas da forma mais assertiva.

Confira agora três erros para você parar de cometer na manutenção de bike.

Erro número 1: deixar os manuais dos fabricantes de lado – chega de gambiarras!

Para manter um bom padrão de serviço e ser reconhecido pelo seu trabalho é imprescindível executar da maneira correta as manutenções, seguindo os protocolos que foram passados pelos fabricantes. Eles foram feitos para serem seguidos, respeitando cada particularidade de peças, produtos, ferramentas ou componentes.

Por isso, é preciso deixar de lado as gambiarras, pois não agrega valor ao seu trabalho, além de ser um marketing negativo do seu serviço. Cada vez mais os ciclistas têm conhecimento sobre mecânica de bikes, e isso os torna mais exigentes, não tem como enganar mais ninguém.

“Você tem que saber empregar a tecnologia, ter noção de padrões estabelecidos. Não é só a prática que faz o bom mecânico, existe uma metodologia, um suporte que você precisa acompanhar além de saber aplicar a teoria. Na Escola Park Tool eu aprendi a importância de ler o manual e seguir as regras. Só assim você sabe o que vai entregar”, afirmou Hugo Mônaco Cardoso, ex-aluno da Escola.

A opinião é corroborada por Iedo de Carvalho, que por duas vezes foi eleito o melhor mecânico de bike do Brasil, a partir do ranking Selo de Qualidade.

“Notei que em várias lojas e oficinas, os mecânicos não seguiam os padrões nem usavam as ferramentas certas. Alguns iam na base da marreta(!). Então, não podemos pensar que sabemos de tudo, pois não sabemos”, avaliou o mecânico de bikes do Paraná.

Erro número 2: não compartilhar informação nem ser transparente

Quem tem conhecimento deve segurar para si? A gente acredita que é muito pelo contrário. Ao ter a humildade e vontade de compartilhar informações com seus clientes, você pode levar ainda mais confiança a quem contrata seus serviços e, de quebra, aumenta a sua credibilidade, pois passa a ser uma referência de conhecimento no assunto.

Mecânico de bikes que atua em São Paulo, Fabio Latorre faz questão de reforçar a importância de conversar e ter o contato direto com seu cliente, sendo transparente e bem didático durante seus processos.

“Sempre dou um retorno do que estou fazendo, mostro fotos do processo, passo a passo quando necessário e sempre explico o porquê que tal procedimento está sendo realizado. Acho isso muito importante, sem contar que na retirada da bicicleta eu mostro o que tinha de errado ou certo e ainda dou algumas dicas de manutenção para que passa ser feita em casa, além de dicas de produtos”, explica ele.

Erro número 3: achar que sabe demais e não explorar seu negócio em potencial

A soberba não faz bem a ninguém no âmbito pessoal e será ainda mais prejudicial se falarmos em questões profissionais. Quem trabalha com mecânica de bikes deve ter esse olhar crítico sobre si para buscar a evolução e oferecer o melhor serviço possível.

“Me arrependo de não ter buscado a capacitação antes”, comentou Caetano Zammataro, proprietário da tradicional Bike Tech Jardins, em São Paulo-SP.

“Para ter uma ideia, eu achava que sabia trocar um pneu da forma certa. Mas em todos esses anos de bicicleta sempre havia feito o procedimento errado. Foi no curso da Escola Park Tool que aprendi o jeito certo e adequado, respeitando as normas e os processos. Isso te desconstrói: você não pode achar que sabe tudo, tem que ter humildade para querer aprender e crescer”, finalizou.

Após sua formação profissional na Escola Park Tool, conseguiu profissionalizar a gestão, melhorar o controle de custos e gastos e, ainda, otimizou o tempo de seus processos internos.

“Estudando a minha empresa, cheguei à conclusão que minha oficina era um produto a ser explorado. Podia ser muito mais do que uma bike shop”, lembra Caetano.

De quebra, após garantir o diploma internacional através da Formação Profissional, ele se tornou mecânico oficial da RAAM (Race Across America), ficando responsável pelos ajustes antes e depois das etapas, sentido a pressão de uma das provas mais árduas do ciclismo.

Esses são exemplos de pessoas incansáveis na busca de melhorias contínuas dentro do seu trabalho. As dicas foram úteis para você? Faça como eles e vá atrás do conhecimento: só ele é capaz de te levar ao caminho do sucesso nos negócios.

 

Desafio Mecânico premia o mecânico de bicicletas mais eficiente do Brasil

Pensado e organizado para valorizar o trabalho dos mecânicos de bicicleta, o Desafio Mecânico consagrou neste sábado (24/08) o profissional mais eficiente da área. Carlos Alberto Taldeu, de Araçatuba-SP, foi o mais rápido e habilidoso durante os três testes propostos e foi o ganhador do evento realizado pela Escola Park Tool no Festival Bike Brasil. Thayrone Seppe, de Caratinga-MG, foi  o vice-campeão.

O Desafio foi dividido em três etapas diferentes. Na primeira eram 6 competidores, que montaram uma suspensão da Rock Shox. Desta fase, três se classificarão para a segunda etapa, em que foi necessário realizar uma sangria de freio da marca alemã Magura. Desta, saíram os dois finalistas para o teste final: realizar a montagem do sistema de transmissão Sram Eagle.

Mais rápido do que Thayrone por poucos segundos, Carlos Alberto montou a bicicleta corretamente no menor tempo e foi o vencedor, levando para casa um kit profissional Park Tool Pk-3, com mais de 70 ferramentas.

 

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“É uma sensação indescritível ter ganho. A Escola Park Tool proporcionou um momento sensacional,  não só pra mim mas pra todos os mecânicos de bicicleta do Brasil. Desde que fiquei sabendo do desafio eu queria participar e ganhar”, comentou  o vencedor, que é proprietário do CT Bike no interior de São Paulo.Mecânico há 14 anos, Carlos Alberto ficou 2 anos fora do mercado de bicicletas. Quando decidiu voltar, fez o curso de capacitação na Escola Park Tool e neste ano conseguiu se consagrar como o mecânico de bicicletas mais eficiente do Brasil.

“Ter feito o curso me abriu um novo leque de opções como mecânico. Passamos por muita coisa no dia a dia de oficina que você, além de saber fazer, precisa ter as ferramentas corretas também. Usar o manual de instruções para entender o torque correto, seguindo a orientação dos fabricantes, é fundamental”, explicou o campeão.

Segundo lugar no Desafio Mecânico, Thayrone leva para Caratinga mais do que o freio Magura Trail Sport. Segundo o profissional que atua na Bike Caverna, ele volta pra casa com uma experiência  inesquecível.

“Muito feliz com o evento. É o reconhecimento do nosso trabalho como mecânico, a valorização do que a gente faz no dia a dia. Ver o pessoal assistindo e aplaudindo o nosso trabalho foi sensacional”, comentou ele que atua profissionalmente há quase 10 anos e fez os módulos de capacitação nas duas unidades da Escola Park Tool, tanto em Belo Horizonte quanto em São Paulo.

“Foi muito bacana ver as pessoas em volta assistindo ao trabalho dos mecânicos, isso mostra o quanto é importante o trabalho deles e o quanto é importante valorizar e fortalecer a profissão de mecânico”, explica Henrique Zompero, diretor da Escola Park Tool.

Mais do que uma competição, o Desafio Mecânico é uma oportunidade de divulgação do trabalho dos melhores mecânicos de bicicletas do Brasil.

 

 

Festival Bike Brasil e Escola Park Tool promovem 2º Desafio Mecânico e vão premiar o melhor profissional

 

Com o objetivo de desenvolver ainda mais o mercado de bicicletas e colaborar com o crescimento e profissionalização do segmento, o Festival Bike Brasil, em parceria com a escola Park Tool, apresenta uma novidade que irá movimentar o terceiro dia do evento: o 2 º Desafio Mecânico. A competição irá premiar o profissional que se sair melhor nas três etapas propostas durante o desafio, que vai acontecer no dia 24 de agosto, das 10 às 12h.

Na primeira etapa, os competidores precisarão montar uma suspensão e três sairão classificados, na próxima será necessário realizar uma sangria de freio, em que dois sairão ganhadores, e na final será necessária a montagem do sistema de transmissão. Os três eliminados das primeiras etapas participarão de uma repescagem, assim serão três competidores na final, em que o desafio será uma montagem do sistema de transmissão.

“O Desafio Mecânico será um momento muito interessante dentro da Bike Brasil, pois juntará profissionais, entusiastas, fabricantes, todos na curiosidade em conhecer o vencedor. Pensamos em realizá-lo para que, tanto nosso expositor como nosso visitante, vejam como é de grande importância sua atuação dentro do mercado de bicicletas, pois cada peça é fundamental. Será um momento de torcer, comemorar e unir o mercado”, diz Rodrigo Afonso, gerente do Festival Bike Brasil.

“Para nós da Escola Park Tool é uma satisfação imensa coordenar o Desafio Mecânico há alguns anos, em cada evento a qualidade dos mecânicos vêm subindo. Isso só nos motiva e demonstra a importância de fortalecer a profissão de mecânico de bike no Brasil”, comenta Henrique Zompero, diretor da Escola Park Tool.

As inscrições já estão disponíveis, basta clicar aqui. Serão seis participantes escolhidos para a competição. O vencedor do desafio irá levar para casa um Park Tool Pk-3 Professional Kit; o segundo colocado receberá um freio Magura para trail sport e o terceiro levará um Park Tool Professional Kit AK-3.

O objetivo é que os mecânicos saiam ainda mais inspirados para atuar em seu dia a dia e que possam utilizar o aprendizado da competição com seus clientes e parceiros, em sua própria oficina.

O Festival Bike Brasil acontece de 22 a 24 de agosto, no Centro de Eventos Pro Magno, zona norte de São Paulo.

Serviço

Festival Bike Brasil

Quando: 22 a 24 de agosto de 2019

Local: Centro de Eventos Pro Magno

Endereço: Av. Professora Ida Kolb – 513 – Jardim das Laranjeiras – São Paulo / SP | Brasil

 

 

Quer fazer do seu hobby uma fonte de renda? Torne-se um mecânico de bicicletas

Quem nunca pensou em fazer do seu hobby uma fonte de renda, que atire a primeira pedra. É, isso já pode ter passado por sua cabeça, então adiantamos: sim, é possível fazer o que gosta, ter prazer pela jornada diária e ainda ganhar dinheiro com isso. E, no caso do setor de mecânica de bicicletas é ainda mais factível.

“Um curso de capacitação e formação profissional como o de mecânica de bicicletas é a grande oportunidade de você realizar seu sonho, fazendo do trabalho um prazer, sem precisar se sacrificar pelo dinheiro fazendo o que não gosta”, afirma Henrique Zompero, diretor de ensino e fundador da Escola Park Tool.

Porém, ele enfatiza que, para a mudança de vida acontecer e o seu hobby virar uma fonte de renda, a capacitação é mais do que fundamental.

“Quanto mais capacitado, menor é o risco de dar errado. O investimento em si próprio e na oficina, assim como as ferramentas, é algo que se paga mais rápido do que se imagina, pois o uso é constante e contínuo. O que acho válido questionar é: qual é o tamanho do seu sonho e o tamanho da sua vontade de tornar o seu hobby em uma fonte de renda?”, complementa Zompero.

E você, consegue responder a estas perguntas?

Em quanto tempo o investimento retorna?

Uma das coisas mais interessantes no setor de mecânica de bicicletas é que o investimento em um curso de capacitação vai além do conhecimento: ele é revertido em renda em pouco tempo. É uma formação integral que prepara o profissional para o mercado e oferece um rápido retorno financeiro.

Na Escola Park Tool, o aluno que investe na formação tem acesso a um estudo de viabilidade econômica. Nele, é possível enxergar a realidade do mercado que o futuro profissional irá atuar para ter sua nova fonte de renda: demanda do mercado, a oferta de profissionais capacitados e muitos outros fatores são colocados numa equação que sugere ao aluno o tempo em que ele terá o retorno financeiro após o seu investimento, a variar de acordo com o curso escolhido.

O estudo de viabilidade  econômica padrão da Escola aponta que a média de retorno financeiro é de 6 a 8 meses, por módulo.

A mudança de vida por quem apostou em si mesmo

“Sempre gostei de pedalar e competir. Num determinado momento da minha vida, vi que precisava mudar de ares e fazer algo por mim mesmo. Ao enxergar alguns problemas no atendimento e prestação de serviços de mecânica, resolvi buscar conhecimento para tentar mudar essa realidade, e fiz do meu hobby a minha fonte de renda”, explica Iedo de Carvalho, mecânico formado na Escola que atua em Curitiba-PR, eleito duas vezes melhor mecânico de bicicletas do Ranking Selo de Qualidade.

Esse espírito empreendedor do Iedo foi decisivo para que ele pudesse realizar o que idealizou: aplicar o conhecimento que aprendeu em seu dia a dia, atendendo da melhor forma os ciclistas, da mesma forma que ele gostaria que fosse atendido, já que também pedala como hobby.

“Sempre tentava consertar, desde pequeno, as minhas bicicletas e as dos meus amigos. Gostava muito de ajustar os freios da bike, foi o primeiro sistema que procurei entender para eu mesmo arrumar. Depois a relação de marchas e por aí foi, mas até então fazia apenas por prazer. Hoje transformei meu hobby em minha fonte de renda, a minha profissão, trabalhando com o que realmente amo”, conta Hebert Luis Moreira Neto, de Minas Gerais, também formado pela Escola Park Tool que esteve no topo do ranking Selo de Qualidade ano passado.

É verdade, porém, que este passo adiante de tornar o seu hobby uma fonte de renda, não é tão simples. Ou, na verdade, pode não parecer tão simples. As incertezas do futuro, a coragem de investir os recursos em uma formação nova ou um negócio novo podem impedir que apostemos em uma mudança de vida.

Para trabalhar com o que gosta é preciso se mexer e dar o primeiro passo em busca da satisfação profissional. E você, está pronto para fazer do seu hobby a sua nova fonte de renda?

Manutenção de bicicleta de performance X bike urbana: existe diferença na hora da escolha do mecânico?

 

 

Que a manutenção de bicicleta é importante para que ela continue rodando por mais tempo sem interferir no seu lazer ou desempenho, isso não é novidade. Ela é essencial para prevenir problemas durante as pedaladas e também para corrigi-los. Mas, existe diferença no cuidado entre uma bike urbana e uma de performance? Definitivamente, não!

Não importa qual seja o modelo da sua bike, se você pedala por lazer, mobilidade ou é um atleta que pedala em busca de resultados. A preocupação e cuidado com a sua bicicleta devem ser os mesmos, independentemente do valor que investiu nela e o tipo de uso que faz.

Ou seja, você precisa é procurar um mecânico profissional capacitado, atualizado, que entenda realmente do assunto e das particularidades do seu modelo, para realizar os ajustes e a manutenção necessários, sem te enganar.

Manutenção de bicicleta: o que procurar num mecânico?

Formação técnica, habilidade, bom entendimento dos manuais, bom atendimento e dedicação: estes requisitos são fundamentais em um mecânico profissional, para que ele seja capaz de realizar os ajustes necessários em sua bicicleta. O conjunto de todos esses fatores formam um profissional apto para te atender da melhor forma, seja qual for a sua bicicleta e sua pretensão de uso.

Hoje, vale lembrar, não existe mais espaço para a famosa “gambiarra”. Nem ela nem apenas a experiência profissional. A capacitação profissional se faz necessária e é através dela que um mecânico irá prestar um serviço de qualidade, já que terá acesso a conteúdos teóricos, práticos e exclusivos das principais marcas e modelos de bikes, assim como componentes. E isso faz toda a diferença!

Cada marca e modelo tem sua particularidade, necessitando uma mão de obra especializada e qualificada para não causar danos neste que é o maior bem do ciclista. Mas, na prática, que diferença faz alguém que tenha qualificação e que conheça todos os detalhes e segredos da mecânica de bicicletas?

PROCURE UM MECÂNICO CAPACITADO E ESPECIALIZADO NAS PRINCIPAIS MARCAS

A atleta olímpica Raiza Goulão, um dos principais nomes do mountain bike brasileiro, diz que já passou por algumas dificuldades com isso – como qualquer ciclista, né?! Hoje, entende perfeitamente o que um especialista em mecânica de bicicletas pode fazer por ela.

“Quem pedala precisa ter o equipamento impecável, em ótimas condições. Quando você tem um mecânico de confiança, que está sempre atualizado e investindo em cursos, facilita demais. Entro nas provas só pensando em pedalar e nada mais”, diz a atleta.

Mas isso, como comentado antes, independe se você é atleta profissional, amador ou um ciclista que pedala por lazer ou por locomoção.

Depois de passar por maus mecânicos, que segundo ele “forçavam a situação e inventavam problemas para o cliente gastar mais”, Willian Cruz, editor do site Vá de Bike – que usa a bicicleta como principal meio de transporte na cidade de São Paulo – tem clara a importância de deixar a bike em um profissional de confiança.

“O bom mecânico é aquele que tem um conhecimento técnico profundo, mas que também se esforça em conhecer a realidade de uso do cliente para sugerir mudanças de configuração da bicicleta. Às vezes, um pneu diferente, um câmbio de outro tipo ou até uma mesa mais alta fazem bastante diferença”, diz Willian.

Para você que já se conscientizou dessa necessidade e da importância de ter um profissional capacitado para realizar a manutenção de bicicleta, a Escola Park Tool possui parceria com as principais marcas de componentes, oferecendo ao ciclista a segurança do melhor atendimento e manutenção, com mecânicos especializados em: Fox, Magura, Manitou, Rock Shox, Suntour e X-Fusion.

Não deixe que a falta de conhecimento prejudique a sua bike e o seu pedal, busque sempre alguém de confiança e qualificado para realizar a sua manutenção.

 

 

“Ganhar o Selo de Qualidade melhorou a minha vida até financeiramente”

Dono de uma oficina de bicicletas em Curitiba, Iedo de Carvalho teve várias atitudes que o fizeram mudar de vida nos últimos anos. A mais marcante foi quando decidiu deixar de ser analista de logística para trabalhar com o que ama: a bicicleta. Outra aconteceu em agosto de 2018, quando ficou em primeiro lugar no ranking Selo de Qualidade, que avalia atendimento e serviço e classifica mensalmente o melhor mecânico de bikes do Brasil.

Em janeiro de 2019 Iedo mais mais uma vez, através dos votos dos ciclistas, ficou em primeiro entre todos os mecânicos do território nacional. Para ele a conquista vai muito além do reconhecimento: o faturamento dele cresceu em cerca de 40% desde que ele conquistou o topo do ranking pela primeira vez.

“Depois de ganhar em agosto de 2018 deu uma disparada no número de clientes, no número de ciclistas que leva a bicicleta pra mim. Além da visibilidade de estar entre os melhores mecânicos de bicicleta do Brasil, houve uma melhora significativa em relação aos meus rendimentos. Posso dizer que minha oficina está em fase de crescimento, muito graças a ficar em primeiro no Selo de Qualidade”, comenta ele.

Como começou a mudar de vida

A primeira mudança de Iedo foi quando ele decidiu trabalhar com bike. Ciclista desde os 14 anos, ele não era completamente satisfeito trabalhando na área de logística – mesmo tendo um emprego considerado bom. Nesta época, lendo um artigo no site Bikemagazine, decidiu conhecer melhor a Escola Park Tool.

“Achei que era hora de mudar de vida e que este poderia ser um caminho pra mim, já que eu sempre gostei de pedalar. Fazer os módulos de capacitação da Escola Park Tool foi a melhor escolha pra mim na época”, explica.

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Já formado em administração, a primeira mudança na vida de Iedo foi fazer o curso de formação da Escola Park Tool. Em seguida começou a atender ciclistas de Curitiba-PR, especialmente praticantes de mountain bike. Outro fator decisivo para mudar de vida foi a satisfação pessoal depois de começar na nova profissão.

“Não dá pra comparar a minha satisfação de hoje da época em que trabalhava com logística. Hoje eu faço o que gosto, todo dia eu vou trabalhar feliz pelo que faço. E financeiramente tenho o retorno suficiente pra uma vida tranquila”, explica.

“Pedalei a minha vida inteira, mas depois da faculdade de Administração ingressei em empregos da área. Entrei num ciclo de trabalho e meio que larguei a bike por quase 8 anos. Quando fiz o curso da Escola Park Tool e comecei a trabalhar com bike, foi a melhor coisa que fiz pra mim mesmo”, complementa.

A oficina

Quando iniciou o próprio negócio, a YoBike, Iedo colocou uma meta: ter 300 clientes em carteira. Hoje, menos de 5 anos depois, tem mais de 350 clientes em carteira e pelo menos 115 totalmente fieis, que periodicamente levam as bicicletas para ele cuidar.

“Quando eu iniciei a oficina a renda era bem mais baixa do que hoje, o que é natural. Foi degrau a degrau, com conhecimento e qualificação, que fui tendo mais credibilidade”, conta.

Hoje, a YoBike é Centro Técnico Autorizado de diversas marcas mundialmente conhecidas, como Magura, Sram, RockShox, Shimano e Suntour.

Quer mudar de vida também? Venha para a Escola Park Tool, garanta sua qualificação e tenha a vida que sempre quis, trabalhando com o que gosta.

Nova formação e inserção no mercado de mecânica de bikes: como a bicicleta é um meio de inclusão social

A bicicleta tem um poder enorme de inclusão social. Por meio dela é possível transformar a vida, tanto pessoal quanto profissional. Estes, inclusive, são alguns dos objetivos da parceria entre Escola Park Tool e Instituto Aromeiazero no projeto Viver de Bike, que coloca jovens no mercado de trabalho e possibilita uma formação em mecânica de bicicletas.

“Este programa de estágio e a parceria com o Instituto Aromeiazero nasceram porque vem aumentando muito a demanda de lojas e oficinas por bons profissionais em mecânica. Muitas delas entravam em contato conosco e falavam desta necessidade. A ideia da Escola é, portanto, colaborar com a transformação de vida das pessoas e ajudá-las a ter um trabalho e uma formação, abrindo as portas do mercado”, comenta Henrique Zompero, fundador e diretor de ensino da Escola Park Tool.

A dinâmica funciona da seguinte forma: os alunos se inscrevem no curso Viver de Bike, do Aromeiazero e, ao se formarem, passam por uma seleção antes de continuarem a formação na Escola Park Tool.

A seleção dos participantes é realizada a partir da análise econômica e social. Jovens de baixa renda, pessoas desempregadas e mulheres com afinidade ao mundo das bicicletas e vontade de empreender têm prioridade.

“Metade das nossas turmas é formada por mulheres, contrariando o senso comum de que esse tipo de atividade profissional é restrita ao universo masculino”, comenta Murilo Casagrande, diretor do Aromeiazero.

“Acredito muito nesta parceria pois ela impacta diretamente a vida de muitas pessoas. A bicicleta é capaz de melhorar a vida de uma pessoa de forma integral, e quem participa do projeto se beneficia de algo que vai além do conhecimento sobre mecânica de bicicleta: muda a visão de organização e alguns, inclusive, saem decididos a montar o próprio negócio”, completou Murilo.

Clique aqui e conheça um pouco mais do trabalho da Escola Park Tool

A transformação nas palavras de quem foi beneficiada

Mariana Gomes trabalhava em uma bicicletaria em 2017, onde fazia locação das bicicletas do Aromeiazero. Por querer evoluir no ramo de bikes e aumentar seu conhecimento técnico, ela se inscreveu no curso Viver de Bike e, posteriormente, foi selecionada para continuar a formação e estagiar na Escola Park Tool.

“Foi uma experiência incrível, surpreendente ver como a bicicleta evoluiu, suas técnicas e tecnologias são fascinantes. O aprendizado da Escola enfatizou a importância de atualização e inovação constante, com o mercado em alta e as oportunidades também, é bem abrangente e exigente nos requisitos”, explicou a mecânica profissional e, hoje, coordenadora de projetos do Aromeiazero.

Hoje ela compartilha com outras pessoas do Viver de Bike a experiência que teve na Escola Park Tool: “como monitora tenho outra visão sobre o projeto, inovando a cada turma, expandindo e difundindo o conhecimento da bicicleta em diversos cenários de projetos que participo. Na bicicletaria já tenho mais atividades práticas de manutenção de bicicletas e vendas”.

Já Viola Sellerino conheceu o curso Viver de Bike através de amigo mecânico. Ela já se interessava de mecânica, há anos frequentava uma oficina comunitária, e dava oficina de mecânica básica.

“Tive uma experiência muito positiva na Escola. Me trouxe muito mais confiança. Além de confirmar muito do conhecimento que tinha, também aprendi muitas coisas que estava precisando para trabalhar”, comentou.

Ela destaca o poder do projeto, de aproximar as pessoas do mundo da mecânica e, mais importante, ao mundo do empreendedorismo social. Entender a bicicleta como meio para poder empreender, para começar projetos que criem mudanças.

“É importante para o futuro de cada aluno que busca uma formação, mas também para formar olhares diferentes sobre a economia e a cidade. A bicicleta se revela um meio de transformação social porque ela muda a cidade, na sua estrutura física, cria uma economia de fácil gestão, gera renda e protagoniza o indivíduo”, explicou Viola.

“Hoje trabalho com o Aromeiazero, ajudando a montar oficinas comunitárias e cursos de mecânica básica. Trabalho também como mecânica autônoma, mas o meu interesse principal é dar oficina e criar ações que aproximem sempre mais pessoas à bicicleta”, finalizou.

Com a missão de promover a inclusão social por meio de uma visão integral da bicicleta, também como ferramenta de mudança no modo de vida, o projeto apresenta números que comprovam seu impacto social:

– em 2018, o Viver de Bike formou 57 pessoas, dessas 31 são mulheres;

– 2150 pessoas pedalaram com o Aromeiazero (dessas, 2050 eram crianças e 240 aprenderam a pedalar sem apoio, no Rodinha Zero);

– 135 jovens e adultos aprenderam mais sobre mecânica de bicicleta nas oficinas (incluindo o Viver de Bike com 57 pessoas);

– 264 bicicletas foram consertadas (nas mecânicas comunitárias e cursos oferecidos) e voltaram para as ruas.

Para entender mais o projeto e saber como se inscrever e participar do projeto Viver de Bike, acesse o site do Instituto Aromeiazero.

Guia de cicloturismo: quais ferramentas levar em viagens curtas, viagens longas e travessias

Roteiros curtos, longos ou grandes travessias, não importa: cicloturismo, a melhor coisa que você pode levar é o conhecimento. Antes de tudo, a preparação e estudo da sua cicloviagem. Estar preparado e capacitado para pedalar longas distâncias e por vários dias, traçando um roteiro das cidades que irá passar serão grandes diferenciais durante a sua viagem. As paradas estratégicas tornarão sua viagem mais tranquila. Confira abaixo algumas dicas que irão ajudar muito no seu planejamento.

Monte um cronograma para fazer a manutenção da sua bicicleta

Uma boa viagem de bicicleta começa sempre pelo planejamento. No cicloturismo, então, planejar é se precaver. A principal dica é decidir previamente o roteiro da sua viagem e traçar um verdadeiro cronograma para realizar manutenções e ajustes na sua bicicleta.

Este roteiro de manutenção vai ajudar a aliviar o peso da sua bagagem. Ao dedicar algumas horas para buscar mecânicos profissionais e bem capacitados nas regiões que você irá passar, você evita que sua bicicleta tenha um maior desgaste. Mas procure sempre alguém realmente capacitado, que entenda as necessidades para resolver seus problemas e que tenha conhecimento comprovado sobre as indicações dos fabricantes.

Lembre-se: sua bike terá um uso contínuo e extremo, sendo muito necessária a lavagem e limpeza corretas dela para continuar funcionando bem.

Leve ferramentas estratégicas que não sejam muito pesadas

Durante uma cicloviagem você está sujeito a problemas, e isso é normal. O pneu pode furar, a corrente pode desencaixar e por aí vai. Por isso é interessante e essencial você montar um kit de emergência para praticar o cicloturismo:

  • Canivente multifunções: práticos, leves e muito funcionais, são capazes de sanar problemas emergenciais
  • Espátula para pneus: será muito útil nas emergências, para retirar o pneu da bicicleta e trocar a câmara;
  • Lubrificante para corrente: um tubinho de aproximadamente 60ml, além de leve e ocupar pouco espaço, é suficiente para lubrificar a corrente e eliminar a sujeira durante a cicloviagem;
  • Remendo para câmara e pneus: indispensável em qualquer saída para evitar que o pedal seja interrompido;
  • Bomba de mão para pneus: uma hora você vai precisar calibrar os pneus – lembre-se sempre de checar a calibragem correta, geralmente informada no próprio pneu;

Pergunta: é preciso levar manchão de pneus, cabos e pastilhas para os freios e outras ferramentas?

A verdade é que se o cronograma e planejamento para manutenções forem bem feitos, você não irá precisar de nada a mais, além destes 5 itens acima. Estes já serão suficientes para você ter a autonomia e realizar reparos e ajustes mais emergenciais, desde que, claro, você esteja capacitado para tais tarefas.

Capacite-se, busque conhecimento sobre a bike antes de praticar o cicloturismo

Se o conhecimento é o grande diferencial para praticar cicloturismo, a Escola Park Tool oferece diversos cursos de mecânica de bicicletas que promovem a capacitação dos ciclistas. Com foco na teoria e, principalmente, na prática, é possível entender e compreender a importância da manutenção preventiva para aumentar a vida útil da bike e seus componentes, assim como cada parte da bicicleta funciona, qual ferramenta é indicada para determinado ajuste, entre outras coisas.

*Publicada originalmente no Bike Magazine

*Foto: Israel Coifman/Lifelapse

O que você precisa para montar a oficina mecânica de bikes ideal

Muita gente questiona: como é a oficina mecânica de bikes dos sonhos? Em que é preciso investir para ter sucesso como um mecânico profissional? Quais os produtos indispensáveis para quem vai abrir uma oficina? A Escola Park Tool responde tudo isso neste texto.

O que preciso investir para montar a oficina mecânica ideal?

Apenas duas coisas, mas que representam muito: conhecimento e capacitação. Juntos, são a base de qualquer negócio que alguém venha a construir. Logo, no segmento de mecânica de bicicletas, não é diferente.

Investir em um curso profissionalizante – e futuramente em especializações, grandes diferenciais – é a chave do sucesso para quem deseja viver do que gosta. Afinal, com ele é possível ter acesso a conteúdos teóricos e práticos, certificados por marcas renomadas (veja mais clicando aqui). O futuro mecânico profissional aprende a criar processos e padrões de serviços que visam a atender da melhor forma os clientes, no caso, os ciclistas.

Ao se capacitar profissionalmente, o aluno também aprende sobre gestão e precificação, além da parte mecânica, do funcionamento e particularidades das peças e componentes, claro.

É esse investimento que colabora para o mecânico se inserir no mercado, montando a sua oficina, dentro dos padrões de qualidade recomendados.

O que uma oficina mecânica precisa ter para ter credibilidade?

Antes de tudo, precisa de um profissional capacitado e certificado, que consiga passar confiança aos clientes e que estará apto a solucionar todos os problemas trazidos por eles. Depois, dois fatores são essenciais e grandes diferenciais de uma boa oficina: limpeza e organização.

Foi-se o tempo em que era normal ver uma oficina toda suja de graxa, assim como o próprio mecânico. Hoje a realidade é outra e o mecânico do século XXI deve se adaptar aos padrões exigidos, inclusive, pelos clientes.

Estética é importante, sim: é o seu cartão de visitas e diz muito sobre a aparência do local e o cuidado que o mecânico tem na sua área de trabalho. Logo, ter uma oficina totalmente limpa e higienizada fará os clientes olharem diferente para você. E, fique tranquilo, nos cursos oferecidos pela Escola Park Tool, você obtém dicas para isso, como por exemplo, utilizar luvas e um avental na hora de colocar a mão na massa.

Mas limpeza sem organização não adianta nada. Ter uma bancada de ferramentas com cada uma em seu devido lugar, além de mostrar quão organizado é o profissional, ajuda até a otimizar tempo de trabalho e os processos, de modo que o mecânico efetue os serviços e reparos da melhor maneira.

Uma boa dica é procurar um especialista em arquitetura ou design de interiores para ajudar a otimizar e organizar o espaço de trabalho.

E as ferramentas, quais eu preciso?

Isso varia muito do seu objetivo de trabalho e o foco da sua atuação. Mas, novamente, graças ao conhecimento obtido nos cursos da Escola Park Tool, o mecânico poderá entender de que forma ele irá atuar. Por isso não existe uma fórmula mágica ou um conjunto de ferramentas ideal para uma oficina.

Isso vai variar muito de acordo com seu perfil de cliente e de problemas que você venha a solucionar: se for um especialista em suspensão, será necessário um conjunto de ferramentas; se você for atuar em reparos e consertos gerais, outro tipo de ferramental. E assim por diantes.

O ideal é compreender o seu objetivo e a necessidade do seu cliente. A partir daí, o seu investimento será assertivo e o seu retorno financeiro será satisfatório dentro do que você planejou.

E, lembre-se: mecânicos de bicicletas existem muitos por aí, mas um com conhecimento qualificado, limpeza e organização não é tão fácil de achar. Esses podem e serão os seus diferenciais.

 

 

Desafio Mecânico atrai público na Shimano Fest e consagra o mecânico mais capacitado do Brasil

Após duas baterias de disputa bem complexas e cheias de emoção, em que foram exigidas técnica e precisão, além de conhecimento e agilidade, saiu o novo campeão do Desafio Mecânico da Shimano Fest 2018. Formado mecânico de bicicletas pela Escola Park Tool, Vinicius Oliveira, de Itapeva-SP, sagrou-se o mecânico número 1 do Brasil – na prova final, o desafio foi montar uma bicicleta speed completa, com montagem e regulagem da sua relação, do jeito correto e no menor tempo possível.

“O desafio foi muito técnico e complicado. Meus competidores também contribuíram para a complexidade, já que são extremamente qualificados. Mas, apesar do nervosismo ter tomado conta em um tempo curto para executar a montagem e os ajustes, consegui vencer após acertar pergunta técnica”, comentou o campeão do Desafio Mecaânico 2018.

Com tempos de montagem bem parecidos, Vinicius Oliveira e Diego Hertel foram para a grande final, enquanto Iedo Brandão de Carvalho ficou com a terceira colocação e levando para casa um cortador de pizza da Park Tool.

Restou a decisão por Perguntas Técnicas para, depois de muita emoção e pressão, chegar ao resultado do vencedor. Sob os olhares de espectadores, tanto ao vivo, na Shimano Fest, quanto online, pela transmissão ao vivo pelo Facebook, Vinicius Oliveira se mostrou preparado e afiado para responder às perguntas e levar para casa o grande prêmio do dia: o Kit de Ferramentas Park Tool PK-3, uma maleta completa da marca favorita dos mecânicos profissionais.

Pelo segundo lugar no Desafio, Diego Hertel ganhou um Kit de Freio Magura Mt Trail Sport, referência mundial em freios de bicicleta.

“Realmente, o desafio deste ano foi bem complexo e mesmo que tenham ficado nervosos, os três competidores se mostraram bem preparados. Com uma avaliação bem criteriosa, o fator determinante foi o aprendizado teórico que eles tiveram com o estudo do manual de cada peça e componente”, explicou Caíque Pereira Alves, instrutor e avaliador da Escola Park Tool no Brasil.

Afinal, não basta apenas a prática. O bom e capacitado mecânico se diferencia, também, por entender cada componente, de acordo com o manual de uso de cada fabricante.

“Agora com a ferramenta nova da Park Tool dá ainda mais estímulo para continuar trabalhando e melhorar a cada dia. Minha ideia é continuar sempre atualizado e buscando novos cursos aqui na Escola Park tool para sempre oferecer o melhor aos clientes”, comemorou Vinicius Oliveira, da Vinibike.

Mais do que uma competição, o Desafio Mecânico da Shimano Fest é uma oportunidade imensa de divulgação do trabalho dos mecânicos formados na Escola Park Tool. Ainda mais numa feira desta grandeza, com centenas de profissionais do segmento, é grande a chance de ampliar a rede de contatos e trocar experiências, também.

“É preciso que os mecânicos estimulem os clientes a avaliá-los no Selo de Qualidade sempre que finalizam algum serviço. Só assim ele poderá aparecer no nosso ranking para poder participar dos desafios futuros e de outras ações exclusivas para quem se formou na Escola”, reforçou Caíque.