Reconhecimento profissional: de “mexânico” informal a melhor mecânico de bikes do Brasil

 

Ele atua como mecânico há 17 anos, mas foi só neste ano, após a conclusão de um curso de mecânica de bicicletas, que teve o reconhecimento profissional. Atuando na Mais Bike, de Uruguaiana-RS, Jorge André Menezes da Silva, 41 anos, foi eleito o melhor mecânico de bikes do Brasil no mês de outubro através do ranking Selo de Qualidade.

Com o diploma e certificado internacional em mãos, ele fala sobre o que mudou de antes para agora.

“Trabalho como mecânico de bike quase metade da minha vida, mas foi depois do curso da Escola Park Tool que adquiri muito mais conhecimento e realmente entendi o porquê de cada ajuste ou tarefa dentro da oficina. Antes era algo automático, hoje eu sei exatamente para que e porque estou fazendo determinado serviço”, comenta Jorge.

Antes “mexânico” informal, hoje um especialista com reconhecimento profissional

Nenhuma teoria supera a prática? Pode até ser que sim, mas a teoria é fundamental para oferecer ainda mais embasamento e conhecimento sobre qualquer assunto. Quando falamos de mecânica de bicicletas, é a mesma coisa. No caso de Jorge, ele já atuava como mecânico há muito tempo, mas de forma informal. Era muito mais botar a mão na massa e fuçar do que entender o funcionamento da bike.

Foi através de uma parceria, um verdadeiro incentivo da empresa que trabalha, que ele pôde vir até São Paulo realizar o Curso de Formação Profissional da Escola Park Tool, que conta com um conteúdo completo, teórico e prático, sobre mecânica de bicicletas.

Com a profissionalização, Jorge afirma que conseguiu reduzir seu tempo de trabalho pela metade. Ou seja, o conhecimento trouxe a otimização dos processos, hoje mais rápidos e mais eficientes do que antes.

“Esse investimento que a Mais Bike fez em mim já fez a diferença em minha vida. Hoje tenho o reconhecimento profissional e muito mais eficiência e agilidade no meu dia a dia, um diferencial também para os clientes. Claro que é uma via de duas mãos, agora trabalho ainda mais para retornar o investimento à oficina, realizando um serviço de qualidade e aplicando aqui o que aprendi na Escola”, explica o melhor mecânico de bikes do mês de outubro.

O que leva como exemplo para um bom mecânico?

“Acho que o melhor aprendizado que tive é que você tem que resolver o problema do ciclista. Isso, claro, com embasamento técnico, conhecimento e confiança. Também aprendi que um bom mecânico mantém seu local de trabalho limpo e organizado, pois a estética diz muito sobre um profissional, afinal a primeira impressão conta muito”, comenta.

Jorge também destaca que nunca é tarde para buscar a profissionalização e o conhecimento. Ele pensa, agora, em buscar a atualização e fazer mais cursos.

“O mercado é exigente e temos que estar em constante evolução. Porque mesmo com um bom tempo trabalhando com bikes eu tinha dúvidas, e algumas dúvidas básicas, mas aprendi a importância de ler o manual de instruções do fabricante, por exemplo, coisa que nunca tinha feito antes”, conclui.

Já pensou em investir na formação profissional da sua equipe de mecânica de bicicleta? Isso pode ser um grande passo rumo ao reconhecimento profissional da sua empresa, em que todos ganham, com mecânicos especialistas que vão transmitir confiança e segurança ao seu cliente.

Como mudar de vida: melhor mecânico de bikes do mês conta porque buscou capacitação profissional

É de Cascavel, no Paraná, que vem o melhor mecânico de bikes do Brasil em setembro de 2019: é Raulisson Casasinky, dono da Magrão Bike Repair, eleito através do ranking Selo de Qualidade. Ele conta que mudou de vida por meio da capacitação profissional, que abriu ainda mais as portas do mercado para montar seu próprio negócio.

Ele já era mecânico, mas bombista: trabalhava com caminhões a diesel, mas também sempre amou o mundo das bikes. Pedalou, ainda pedala e tinha uma oficina de bike como hobby, estava envolvido com o ciclismo da cidade, porém ainda de uma forma informal.

“Foi quando um dono de oficina de bike me chamou para trabalhar com ele e ganhar o mesmo que ganhava como mecânico de caminhões. Mas eu não tinha um certificado, queria aprender as coisas do jeito certo para trabalhar com qualidade, não apenas como um passatempo, como era a mecânica de bicicleta para mim como entusiasta”, lembra o atual melhor mecânico de bike do Brasil, falando um pouco da sua história antes da capacitação profissional.

Antes “mexânico”, agora profissional que descobriu como mudar de vida

Foi nesse momento que ele buscou o conhecimento e viajou até São Paulo para fazer uma verdadeira imersão nos cursos da Escola Park Tool.

“Foi um mês bem intenso, fiz todos os módulos da Formação Profissional, estagiei e voltei formado para trabalhar em Cascavel, onde moro atualmente”.

Isso tudo foi um impulso na vida profissional do Magrão, que montou a própria oficina para reparos e manutenção. O conhecimento que absorveu, desde mecânica à gestão profissional de um negócio, além do programa de estágio que possibilitou uma experiência no mercado de bikes ofereceu uma base e confiança para exercer seu trabalho.

“A capacitação profissional na Escola abriu as portas do mercado para mim. Fui chamado para trabalhar numa outra bike shop, antes de trabalhar para a Specialized. Aproveitei essa oportunidade por um tempo, mas hoje sou muito feliz com a minha própria oficina, está do jeito que eu quero. Hoje a bike é meu ganha pão, é o sustento da minha família”.

E a evolução profissional vem com a recompensa do primeiro lugar no ranking, que Magrão diz deixá-lo ainda mais motivado para melhorar a entrega aos seus clientes.

“Acho isso sensacional, pois nos desafia sempre a evoluir mais. Gera confiança aos ciclistas e credibilidade aos mecânicos”, comenta.

Como se diferencia no mercado

Para ser eleito com a avaliação dos consumidores, a partir do Selo de Qualidade, Magrão mostrou eficiência nos serviços prestados, conhecimento, técnica e bom atendimento. Ele realiza um atendimento personalizado, com 100% de mão de obra sua, e faz questão dessa aproximação com o ciclista que, segundo ele, é o que faz fidelizar o cliente.

“Eu busco sempre passar a maior confiança ao meu cliente. Isso começa com a limpeza da oficina, algo que aprendi na Escola e vejo como é importante. E, claro, a minha capacidade de resolver os problemas, seguindo normas, sem truques, é determinante, realizando um trabalho de manutenção bem feito”, explica Magrão.

O que aprendeu com a capacitação profissional

Ao concluir o curso de mecânica de bikes, Magrão disse que aprendeu a ver o segmento de outra forma: “hoje vejo outros mecânicos como parceiros. Podemos ser concorrentes, sim, mas colaboramos um com o outro, trocamos experiências, boas práticas, serviços, fazemos outros negócios com produtos, peças e componentes. Todos aprendem uns com os outros e ganham com isso.”

Ele também crê que a busca pelo conhecimento não para. Que um bom mecânico deve estar atualizado e de olho nas tendências, mas sempre procurando o melhor para fazer pelo seu cliente. “Dá pra ir pouco a pouco, um passo por dia, do básico até uma especialização, pois vale a pena”, afirma ele.

E você, pronto para começar a mudar de vida através da capacitação profissional? Busque a capacitação profissional e seja feliz fazendo aquilo que gosta.

O que um mecânico de bikes pode fazer de diferente para ser reconhecido pelos cislistas?

Fabio Latorre, melhor mecânico do Brasil em julho e campeão do ranking Selo de Qualidade, responde à pergunta

Ele pedalava e sempre gostou de fazer os ajustes na própria bicicleta, pois não encontrava mecânicos aptos a realizarem os serviços de manutenção. Desconfiança? Receio de não prestarem o melhor serviço? Falta de conhecimento por parte dos profissionais? Tudo isso levou Fabio Latorre a buscar a capacitação em mecânica de bikes e obter sua autonomia no assunto. E, por receber o Selo de Qualidade após a formação profissional, neste mês, ele foi eleito pela segunda vez o melhor mecânico do Brasil, em avaliação feita pelos ciclistas.

O que antes era algo para ser de autoconhecimento próprio, sem ambições financeiras enquanto negócio, pouco tempo depois mudou. A criação da Oficina do Latorre, em São Paulo, veio para preencher uma lacuna ainda existente no mercado de mecânica de bicicletas: a falta de profissionalismo e qualificação.

“Estava procurando há um tempo um jeito de conseguir melhorar a manutenção da minha bike, pois gostava de eu mesmo fazer. Como sempre pedalei e entendia um pouco, vi que a maioria dos profissionais não davam a atenção necessária, nem eram organizados ou sinceros quanto ao trabalho realizado. Percebi, então, que após o curso eu mesmo era capaz de oferecer um serviço de qualidade como eu imaginava e esperava enquanto ciclista”, explica Fabio Latorre.

Para poder entender um pouco sobre o mercado e questão do profissionalismo dos mecânicos, Fabio encontrou na Escola Park Tool o conhecimento necessário. Tudo sobre o funcionamento de uma bike e seus componentes, manuais de uso de marcas, ferramentas adequadas, gestão de negócios, postura enquanto prestador de serviço e muito mais foi absorvido por ele durante o curso de Formação Profissional.

A preocupação com o problema do ciclista e transparência são essenciais num mecânico de bicicletas

Latorre comenta que, enquanto ciclista, o que mais lhe incomodava era o fato de muitas vezes não saber o que de fato era feito em sua bicicleta. E, após compreender o funcionamento das bikes e importância das ferramentas certas para determinados tipos de ajustes, pôde oferecer algo diferente para seus clientes, aplicando seu conhecimento na rotina da oficina.

“Era raro ver os mecânicos de bicicleta usarem o torquímetro, era mais na base do improviso. Além disso, eu dificilmente tinha um feedback preciso sobre o que era feito na minha bike, e observava a falta de organização das oficinas. Por isso, na minha oficina busco ser o mais transparente possível e explicar exatamente tudo o que fiz e o que deve ser feito para resolver os problemas dos ciclistas”, comenta ele.

Além da transparência e honestidade, fundamentos básicos em qualquer profissão, Latorre gosta de pensar na organização como um diferencial para os mecânicos de bike: “Isso eu aprendi após o curso, e é essencial para um bom mecânico. A capacitação me ensinou a importância de investir e utilizar as ferramentas certas e hoje organizo meu painel de acordo com as etapas do processo de ajuste mecânico”.

O mecânico formado na Escola Park Tool faz questão de mostrar ao ciclista cada ajuste e conserto realizado, explicando os motivos porque os fez. Isso demonstra a preocupação que tem com os problemas do seu cliente, o que gera ainda mais confiança e segurança por parte dos ciclistas. Além disso, ele diz, “procuro sempre dar dicas de manutenção e conservação da bike, mostrando algumas práticas que podem fazer a diferença para a longevidade da magrela, pois mostra minha honestidade, que não quero enganar o cliente”.

E você, o que faz de diferente em sua oficina? A capacitação profissional prepara para o mercado e inspira a realizar o melhor serviço possível. Está pronto?

 

Como escolher uma profissão?  Aprenda com o mecânico do mês: faça da sua paixão a sua fonte de renda

O melhor mecânico de bicicleta do Brasil no mês de maio de 2019 vem de São Paulo: Fabio Latorre. Com menos de 2 meses de formação profissional completa na Escola Park Tool, este apaixonado por bike ficou em primeiro lugar do ranking Selo de Qualidade, que avalia os melhores mecânicos do país. E a especialização não veio por acaso: na verdade, veio da ideia de transformar a paixão em uma fonte de renda

Depois de pedalar na infância, o arquiteto Fabio voltou a andar de bicicleta em 2015. Neste recomeço, veio junto uma insatisfação. No caso dele, a busca por aprender manutenção de bikes não estava necessariamente em como escolher uma profissão, mas sim em um benefício pessoal.

“Sempre que eu precisava levar em minha bicicleta em alguma bicicletaria, nunca ficava satisfeito com o trabalho. Resolvi aprender a fazer as manutenções por conta própria. Por recomendação de outros mecânicos acabei chegando na Escola Park Tool”, lembra ele.

Na época, ele estava dando os primeiros passos do seu empreendimento próprio: a Oficina do Latorre, que iniciou as atividades em novembro de 2018. O que era um hobby, já que ele mexia apenas na própria bicicleta, foi elevado a outro patamar e se tornou a profissão do Fabio.

Para ele, a busca pela especialização está sendo fundamental neste início dos trabalhos da oficina.

“A Escola foi fundamental para me dar a base do conhecimento e saber o caminho a ser seguido. Durante as aulas, acho que os principais aprendizados foram seguir os manuais dos fabricantes e a organização do espaço de trabalho, além de entender as necessidades de cada cliente”, comenta Fabio.

O negócio próprio

Por enquanto, a Oficina do Latorre é exatamente o que o nome diz: uma oficina de bicicletas. O foco é 100% em serviços de manutenção, tanto que ele não trabalha com venda de acessórios. A ideia dele é incrementar novidades aos poucos, como ofercer Bike Fit depois de se especializar no tema.

E você, sabe como escolher uma profissão? Tem um hobby, assim como o Fabio, e está querendo fazer dele uma fonte de renda? A hora é agora!

Transparência e conhecimento levam confiança ao ciclista, afirma o mecânico de bicicletas mais bem avaliado no Selo de Qualidade

Para ser um mecânico de bicicletas com credibilidade e que passa confiança ao ciclista, é preciso antes de tudo se preparar e se capacitar. Assim, com o conhecimento técnico e prático adquiridos é possível solucionar os problemas dos ciclistas, desde os mais corriqueiros aos mais complexos. E é com a transparência e conhecimento que Hebert Luis Moreira Neto, atual campeão do ranking Selo de Qualidade, passa algumas dicas, para os mecânicos profissionais.

Para o mecânico da Entre Trilhas, de Minas Gerais, a capacitação profissional traz um novo olhar sobre a profissão: o jeito correto e assertivo para realizar um determinado serviço, a maneira certa de manusear as ferramentas e o aprimoramento das técnicas em cada processo e etapa da mecânica de bicicleta.

Dicas para os mecânicos de bicicleta

“Acho fundamental manter a área de trabalho sempre limpa, organizada e o com as ferramentas bem dispostas, posicionadas de acordo com sua utilização, para facilitar o processo de manuseio delas, por exemplo”, explica Hebert.

Outra coisa que Hebert lembra é a importância do conhecimento técnico e do uso dos manuais dos produtos, peças e componentes de bicicleta. “Não é vergonha nenhuma olhar o manual técnico, ele é extremamente necessário, já que mostra as particularidades de cada marca. E a gente precisa seguir à risca as indicações dos fabricantes”, comenta o melhor mecânico do mês de abril.

Ele ainda reforça: “nós mecânicos temos que ser transparentes com os nossos clientes, que confiam seus equipamentos em nossas mãos. E, com o conhecimento que absorvemos nos cursos temos a obrigação de sempre alertar um desgaste ou algo quem possa se tornar um problema futuro”.

Aos colegas de profissão, Hebert também aconselha focar bem no pós-venda: “essa parte é primordial, também. Eu sempre ligo e pergunto se a bike continua respondendo bem, se a suspensão e freios continuam rodando bem. Acho que faz toda a diferença, mostra preocupação com o cliente”, finaliza.

A capacitação profissional elevou o patamar de Hebert, que se tornou um profissional capaz de solucionar os problemas que chegam à sua oficina da melhor forma possível, oferecendo resultado, segurança e confiança aos ciclistas.

E você, já pensou em se capacitar no segmento de mecânica de bicicleta?

Credibilidade, reconhecimento e lucro: melhor mecânico do Brasil explica o que a capacitação profissional traz

A capacitação profissional tem o poder de transformar a vida e as carreiras das pessoas que investem numa formação. E, para o mecânico profissional Hebert Luis Moreira Neto não foi diferente: ele foi eleito pela segunda vez o melhor mecânico do Brasil no ranking Selo de Qualidade, que mês a mês avalia, a partir de notas dos ciclistas, o melhor mecânico de bikes do país.

Hoje mecânico da Entre Trilhas, de Minas Gerais, há 1 ano Hebert teve o suporte da empresa que trabalha para buscar a profissionalização. Na Escola Park Tool, fez o curso de capacitação profissional e se tornou um mecânico certificado, fato primordial que o trouxe a ser eleito duas vezes o melhor mecânico de bicicletas do Brasil.

“Chegar à liderança do ranking mostra que estamos no caminho certo, apesar de não imaginar que com tão pouco tempo teria meu trabalho reconhecido nacionalmente”, afirma Hebert.

Além do orgulho da primeira posição, a capacitação profissional trouxe outros benefícios à sua rotina como mecânico de bikes.

Autoconfiança

“Com a capacitação profissional, descobri que sou capaz de fazer tudo. Os cursos são bem didáticos e práticos, com excelente instrutores, sempre dispostos a ajudar e sanar nossas dúvidas”, explica Hebert.

O conhecimento que é absorvido em sala de aula é para a vida toda e prepara realmente o profissional para o mercado de trabalho. Por isso, gera a autoconfiança de poder realizar os ajustes e reparos dos cada vez mais exigentes ciclistas do Brasil.

Credibilidade no mercado

A autoconfiança permite que você realize tudo o que é capaz, dentro do seu conhecimento. Logo, a partir desse conhecimento técnico adquirido é possível passar muito mais segurança ao cliente. “O conhecimento te torna um especialista e, sendo transparente e passando confiança ao ciclista, você acaba ganhando mais credibilidade”, comenta o melhor mecânico do mês de março.

E, você sabe, a credibilidade é algo intangível, difícil de ser computada, mas tem um valor imenso em qualquer área de atuação. No segmento de mecânica de bikes não é diferente. O boca a boca ainda é muito valioso, e quando você presta um serviço de qualidade, um ciclista vai falando para o outro, comentando e divulgando o seu bom trabalho. “Um cliente que sai satisfeito traz mais 10 para o seu negócio”, afirma ele.

Reconhecimento profissional

É incrível como uma coisa está ligada a outra e tudo é consequência de um fato: a capacitação profissional. Com a autoconfiança gerada a partir do conhecimento você ganha credibilidade e, com ela, o reconhecimento profissional está ainda mais próximo. Este reconhecimento é a prova cabal do trabalho bem feito, prova que você virou realmente uma referência no assunto.

“Isso prova o quão profissional de verdade você tem sido e o quão sério você leva essa profissão, que também é uma arte”, explica ele.

E o reconhecimento, segundo Hebert tem se transformado em mais clientes e, logo, mais lucro à oficina que trabalha: “a cada dia tem aparecido mais clientes, desde as bikes mais simples, até de performance, assim como atletas de alto nível têm confiado bastante em meu trabalho”.

Hebert ressalta, porém, o trabalho e a gestão feitos em equipe na loja que trabalha. “Isso é um diferencial para fazer novos clientes e propiciar que os antigos clientes voltem quando surge algum problema”, conclui.

 

E você, o que está esperando para se qualificar e iniciar uma nova profissão? A capacitação profissional no segmento de mecânica de bicicleta é acessível a qualquer pessoa que deseja transformar sua vida e ter um retorno financeiro rápido.

 

 

Quer fazer do seu hobby uma fonte de renda? Torne-se um mecânico de bicicletas

Quem nunca pensou em fazer do seu hobby uma fonte de renda, que atire a primeira pedra. É, isso já pode ter passado por sua cabeça, então adiantamos: sim, é possível fazer o que gosta, ter prazer pela jornada diária e ainda ganhar dinheiro com isso. E, no caso do setor de mecânica de bicicletas é ainda mais factível.

“Um curso de capacitação e formação profissional como o de mecânica de bicicletas é a grande oportunidade de você realizar seu sonho, fazendo do trabalho um prazer, sem precisar se sacrificar pelo dinheiro fazendo o que não gosta”, afirma Henrique Zompero, diretor de ensino e fundador da Escola Park Tool.

Porém, ele enfatiza que, para a mudança de vida acontecer e o seu hobby virar uma fonte de renda, a capacitação é mais do que fundamental.

“Quanto mais capacitado, menor é o risco de dar errado. O investimento em si próprio e na oficina, assim como as ferramentas, é algo que se paga mais rápido do que se imagina, pois o uso é constante e contínuo. O que acho válido questionar é: qual é o tamanho do seu sonho e o tamanho da sua vontade de tornar o seu hobby em uma fonte de renda?”, complementa Zompero.

E você, consegue responder a estas perguntas?

Em quanto tempo o investimento retorna?

Uma das coisas mais interessantes no setor de mecânica de bicicletas é que o investimento em um curso de capacitação vai além do conhecimento: ele é revertido em renda em pouco tempo. É uma formação integral que prepara o profissional para o mercado e oferece um rápido retorno financeiro.

Na Escola Park Tool, o aluno que investe na formação tem acesso a um estudo de viabilidade econômica. Nele, é possível enxergar a realidade do mercado que o futuro profissional irá atuar para ter sua nova fonte de renda: demanda do mercado, a oferta de profissionais capacitados e muitos outros fatores são colocados numa equação que sugere ao aluno o tempo em que ele terá o retorno financeiro após o seu investimento, a variar de acordo com o curso escolhido.

O estudo de viabilidade  econômica padrão da Escola aponta que a média de retorno financeiro é de 6 a 8 meses, por módulo.

A mudança de vida por quem apostou em si mesmo

“Sempre gostei de pedalar e competir. Num determinado momento da minha vida, vi que precisava mudar de ares e fazer algo por mim mesmo. Ao enxergar alguns problemas no atendimento e prestação de serviços de mecânica, resolvi buscar conhecimento para tentar mudar essa realidade, e fiz do meu hobby a minha fonte de renda”, explica Iedo de Carvalho, mecânico formado na Escola que atua em Curitiba-PR, eleito duas vezes melhor mecânico de bicicletas do Ranking Selo de Qualidade.

Esse espírito empreendedor do Iedo foi decisivo para que ele pudesse realizar o que idealizou: aplicar o conhecimento que aprendeu em seu dia a dia, atendendo da melhor forma os ciclistas, da mesma forma que ele gostaria que fosse atendido, já que também pedala como hobby.

“Sempre tentava consertar, desde pequeno, as minhas bicicletas e as dos meus amigos. Gostava muito de ajustar os freios da bike, foi o primeiro sistema que procurei entender para eu mesmo arrumar. Depois a relação de marchas e por aí foi, mas até então fazia apenas por prazer. Hoje transformei meu hobby em minha fonte de renda, a minha profissão, trabalhando com o que realmente amo”, conta Hebert Luis Moreira Neto, de Minas Gerais, também formado pela Escola Park Tool que esteve no topo do ranking Selo de Qualidade ano passado.

É verdade, porém, que este passo adiante de tornar o seu hobby uma fonte de renda, não é tão simples. Ou, na verdade, pode não parecer tão simples. As incertezas do futuro, a coragem de investir os recursos em uma formação nova ou um negócio novo podem impedir que apostemos em uma mudança de vida.

Para trabalhar com o que gosta é preciso se mexer e dar o primeiro passo em busca da satisfação profissional. E você, está pronto para fazer do seu hobby a sua nova fonte de renda?

Escola Parl Tool lança curso de capacitação profissional em Bike Fit

Com o objetivo de ter profissionais ainda mais capacitados para oferecer um atendimento e serviços de qualidade aos ciclistas, a Escola Park Tool passará a oferecer um novo curso: capacitação em Bike Fit.

Em parceria com a Infinity Fit, o curso será divido em duas partes – uma teórica, online, e outra prática e presencial. O módulo é indicado para quem é mecânico de bicicletas, lojista, vendedor de loja ou mesmo quem pedala e se interessa em conhecer mais sobre o assunto. O novo curso de Bike Fit oferece muito mais embasamento técnico numa possível venda ou ajuste mecânico. Ao finalizar o curso, o profissional receberá um certificado internacional com a credibilidade da marca Escola Park Tool.

Com ele, o profissional terá a segurança necessária para indicar o tamanho de bicicleta ideal ao ciclista, fato que é muitíssimo importante, exatamente igual a escolher um sapato do tamanho certo. Afinal, a bike tem que prover conforto a quem pedala, e isso vem através do tamanho correto, de acordo com as medidas do corpo de cada pessoa.

Melhor experiência e nova possibilidade de lucro

Ao se formar no novo curso de Bike Fit, o profissional poderá melhorar, e muito, o seu relacionamento com o cliente, assim como a experiência de quem pedala e, inclusive o pós-venda. Desta forma, ele se coloca à frente da concorrência, pois pode oferecer um novo serviço dentro de sua loja ou oficina mecânica.

“Este novo curso vem para complementar ainda mais a capacitação de profissionais do segmento de bicicleta. Era o que faltava em nossa grade de cursos, para fechar um ciclo de atendimento e profissionalização, e deve gerar novas oportunidades, já que os novos profissionais estarão aptos a oferecer o novo serviço de Bike Fit”, explica o fundador da Escola Park Tool no Brasil e diretor de ensino Henrique Zompero.

Seja um vendedor, dono de loja ou mecânico, o aluno e futuro profissional de Bike Fit levará mais segurança ao seu cliente, já que ao descobrir o tamanho de bike ideal é possível evitar lesões, potencializar a performance e melhorar o conforto nas pedaladas. E também é esta a proposta do curso: conscientizar profissionais do segmento e consumidores do ciclismo sobre a importância e necessidade de realizar o Bike Fit antes de uma compra.

“O mecânico é o melhor amigo do ciclista e a pessoa que o ciclista mais confia, então também queremos levar a capacitação para esta pessoa, pois é primordial neste processo. Através de um sistema de simples compreensão, o mecânico, lojista e qualquer pessoa também terá essa conscientização e poderá oferecer o teste de Bike Fit”, explica César Rodrigues, diretor da Infinity Fit e educador físico.

Curso começa em janeiro de 2019, com dois módulos

A dinâmica do curso é simples, porém muito funcional. As turmas que se iniciam em janeiro serão formadas após concluir duas etapas, que juntas somam 8 horas ao todo, entre teoria e prática.

A primeira etapa é online, com um material de estudo fornecido pela Infinity Fit e Escola Park Tool, para o aluno estudar e absorver todo conteúdo teórico e videoaulas, se aprofundando sobre a ciência do Bike Fit.

A outra parte é presencial, em que o aluno irá colocar a mão na massa, testar o sistema, fazer as medidas corporais em seu parceiro de curso (as aulas práticas serão realizadas em duplas), e também poderá sanar dúvidas a respeito do material que teve acesso anteriormente.

“O conteúdo online, teórico, é extremamente importante. Mas é a dinâmica da parte presencial que trará uma formação diferenciada”, garante César, que também irá oferecer um suporte futuro em diferentes canais, tal qual a Escola Park Tool já faz, para quem necessitar de algum tipo de auxílio mesmo após a conclusão do curso.

Sobre o sistema Infinity Fit e a metodologia

Para o diretor da Infinity Fit, “o mercado de ciclismo tinha uma necessidade grande de melhorar as experiências dos ciclistas no momento da compra, adquirindo o tamanho ideal de bike, e principalmente, ajustar a bike para o perfil do ciclista”.

Por isso, depois de trabalhar com outras metodologias dentro do bike fit, Cesar criou uma plataforma amigável e autônoma, que pode ser utilizada por qualquer um, já que não necessita de grandes conhecimentos de anatomia, por exemplo. Com o tutorial que será disponível em videoaula e materiais de estudo, qualquer pessoa será capaz de avaliar o ciclista de forma eficiente.

“Quando idealizamos o sistema, pensamos naquele que vai usar e executar as tarefas. O investimento é baixo pelo que o sistema oferece. E, melhor: o retorno deste investimento é muito rápido. Damos as ferramentas, introduzimos os conceitos e a ciência do Bike Fit ao aluno, e oferecemos possiblidades de acesso aos mecanismos do sistema. Este aluno se forma, aprende o método e vai para o mercado aplicar e oferecer o serviço”, comenta César.

Através de uma lógica rápida, fácil e eficiente, basta fazer a tal avaliação antropométrica, em que são tiradas as medidas de 10 partes do corpo do ciclista e inserir as informações no sistema.

A partir desta medição ele gera 2 relatórios do fit:

– Bike Ideal: o sistema oferece informações seguras sobre o tamanho exato da bicicleta para aquele determinado cliente/ciclista, o que facilita e melhora a experiência dele antes e durante as pedaladas;

– Ajuste de bike: cria-se uma espécie de prontuário, com todas as medidas do ciclista, para o caso dele trocar de bicicleta, ou desmontar e montar novamente numa eventual manutenção ou ajuste em uma oficina.

A inscrição para os primeiros módulos está disponível no link https://goo.gl/t3TdLw.

 

 

“Transformei meu hobby em minha profissão”, diz o melhor mecânico de bicicleta do ranking Selo de Qualidade

 

O ranking que avalia o melhor mecânico de bicicleta do país tem um novo campeão do mês: em novembro ninguém fez um trabalho melhor do que Hebert Luis Moreira Neto. Mecânico da Entre Trilhas, em Minas Gerais, ele foi até a Escola Park Tool buscar a profissionalização. Formou-se e encontrou o reconhecimento do trabalho.

“Não imaginava que teria meu trabalho reconhecido, com tão pouco tempo de atuação profissional como mecânico de bicicleta formado, então foi uma surpresa e tanto. Devo reconhecer, também, que este prêmio é fruto do trabalho em equipe que temos na loja”, disse o hoje mecânico de bicicleta profissional Hebert.

Ele conta, também, que a empresa onde trabalha foi crucial neste momento da vida, pois deu todo o suporte para ele se capacitar no Curso de Formação Profissional da Escola Park Tool. Esta é prova de que as empresas estão se conscientizando da importância que é ter um profissional realmente capacitado e certificado, ainda mais por uma das principais instituições de ensino do segmento. Afinal, ter um profissional com um diploma na mão pode ser um grande diferencial para quem tem uma oficina de bicicletas.

Transformei meu hobby em minha profissão

“Sempre tentava consertar, desde pequeno, as minhas bicicletas e as dos meus amigos. Gostava muito de ajustar os freios da bike, foi o primeiro sistema que procurei entender para eu mesmo arrumar, depois a relação de marchas e por aí foi, mas até então fazia apenas por hobby. Hoje transformei meu hobby na minha profissão, trabalhando com o que realmente amo”, comemorou Hebert, que antes de atuar como mecânico de bicicleta, trabalhava em uma concessionária.

Hebert também destacou a estrutura e a qualidade da grade dos cursos oferecidos pela Escola, que contam, segundo ele, “com ótima didática, excelentes instrutores, sempre dispostos a tirar dúvidas e dedicados no atendimento. Além disso, oferecem o contato 100% com as ferramentas e bicicletas para a evolução do aprendizado”.

Planos para o futuro

Formado, certificado e reconhecido, Hebert sabe que não pode parar: “Não dá para parar de aprender, o aprendizado é diário, sempre tem algo novo surgindo!”

Como o conhecimento é algo que se renova, ele pretende manter a qualidade e progredir, mantendo-se sempre atualizado e focado no seu crescimento profissional.

“Desejo botar, ao longo da minha carreira, o sorriso no rosto dos nossos clientes, sejam os antigos que retornam ou os novos que estão por vir, pois se eles depositam a confiança no nosso trabalho, é nosso dever deixá-los satisfeitos”

 

E você, pronto para arrancar sorrisos, trabalhar com o que ama e ter o mesmo entusiasmo do Hebert? Faça como ele, busque a capacitação que o reconhecimento vem de forma natural. Acesse https://goo.gl/c88S2Z e se inscreva em um dos nossos cursos.

O que você precisa para montar a oficina mecânica de bikes ideal

Muita gente questiona: como é a oficina mecânica de bikes dos sonhos? Em que é preciso investir para ter sucesso como um mecânico profissional? Quais os produtos indispensáveis para quem vai abrir uma oficina? A Escola Park Tool responde tudo isso neste texto.

O que preciso investir para montar a oficina mecânica ideal?

Apenas duas coisas, mas que representam muito: conhecimento e capacitação. Juntos, são a base de qualquer negócio que alguém venha a construir. Logo, no segmento de mecânica de bicicletas, não é diferente.

Investir em um curso profissionalizante – e futuramente em especializações, grandes diferenciais – é a chave do sucesso para quem deseja viver do que gosta. Afinal, com ele é possível ter acesso a conteúdos teóricos e práticos, certificados por marcas renomadas (veja mais clicando aqui). O futuro mecânico profissional aprende a criar processos e padrões de serviços que visam a atender da melhor forma os clientes, no caso, os ciclistas.

Ao se capacitar profissionalmente, o aluno também aprende sobre gestão e precificação, além da parte mecânica, do funcionamento e particularidades das peças e componentes, claro.

É esse investimento que colabora para o mecânico se inserir no mercado, montando a sua oficina, dentro dos padrões de qualidade recomendados.

O que uma oficina mecânica precisa ter para ter credibilidade?

Antes de tudo, precisa de um profissional capacitado e certificado, que consiga passar confiança aos clientes e que estará apto a solucionar todos os problemas trazidos por eles. Depois, dois fatores são essenciais e grandes diferenciais de uma boa oficina: limpeza e organização.

Foi-se o tempo em que era normal ver uma oficina toda suja de graxa, assim como o próprio mecânico. Hoje a realidade é outra e o mecânico do século XXI deve se adaptar aos padrões exigidos, inclusive, pelos clientes.

Estética é importante, sim: é o seu cartão de visitas e diz muito sobre a aparência do local e o cuidado que o mecânico tem na sua área de trabalho. Logo, ter uma oficina totalmente limpa e higienizada fará os clientes olharem diferente para você. E, fique tranquilo, nos cursos oferecidos pela Escola Park Tool, você obtém dicas para isso, como por exemplo, utilizar luvas e um avental na hora de colocar a mão na massa.

Mas limpeza sem organização não adianta nada. Ter uma bancada de ferramentas com cada uma em seu devido lugar, além de mostrar quão organizado é o profissional, ajuda até a otimizar tempo de trabalho e os processos, de modo que o mecânico efetue os serviços e reparos da melhor maneira.

Uma boa dica é procurar um especialista em arquitetura ou design de interiores para ajudar a otimizar e organizar o espaço de trabalho.

E as ferramentas, quais eu preciso?

Isso varia muito do seu objetivo de trabalho e o foco da sua atuação. Mas, novamente, graças ao conhecimento obtido nos cursos da Escola Park Tool, o mecânico poderá entender de que forma ele irá atuar. Por isso não existe uma fórmula mágica ou um conjunto de ferramentas ideal para uma oficina.

Isso vai variar muito de acordo com seu perfil de cliente e de problemas que você venha a solucionar: se for um especialista em suspensão, será necessário um conjunto de ferramentas; se você for atuar em reparos e consertos gerais, outro tipo de ferramental. E assim por diantes.

O ideal é compreender o seu objetivo e a necessidade do seu cliente. A partir daí, o seu investimento será assertivo e o seu retorno financeiro será satisfatório dentro do que você planejou.

E, lembre-se: mecânicos de bicicletas existem muitos por aí, mas um com conhecimento qualificado, limpeza e organização não é tão fácil de achar. Esses podem e serão os seus diferenciais.