Como mudar de vida: melhor mecânico de bikes do mês conta porque buscou capacitação profissional

É de Cascavel, no Paraná, que vem o melhor mecânico de bikes do Brasil em setembro de 2019: é Raulisson Casasinky, dono da Magrão Bike Repair, eleito através do ranking Selo de Qualidade. Ele conta que mudou de vida por meio da capacitação profissional, que abriu ainda mais as portas do mercado para montar seu próprio negócio.

Ele já era mecânico, mas bombista: trabalhava com caminhões a diesel, mas também sempre amou o mundo das bikes. Pedalou, ainda pedala e tinha uma oficina de bike como hobby, estava envolvido com o ciclismo da cidade, porém ainda de uma forma informal.

“Foi quando um dono de oficina de bike me chamou para trabalhar com ele e ganhar o mesmo que ganhava como mecânico de caminhões. Mas eu não tinha um certificado, queria aprender as coisas do jeito certo para trabalhar com qualidade, não apenas como um passatempo, como era a mecânica de bicicleta para mim como entusiasta”, lembra o atual melhor mecânico de bike do Brasil, falando um pouco da sua história antes da capacitação profissional.

Antes “mexânico”, agora profissional que descobriu como mudar de vida

Foi nesse momento que ele buscou o conhecimento e viajou até São Paulo para fazer uma verdadeira imersão nos cursos da Escola Park Tool.

“Foi um mês bem intenso, fiz todos os módulos da Formação Profissional, estagiei e voltei formado para trabalhar em Cascavel, onde moro atualmente”.

Isso tudo foi um impulso na vida profissional do Magrão, que montou a própria oficina para reparos e manutenção. O conhecimento que absorveu, desde mecânica à gestão profissional de um negócio, além do programa de estágio que possibilitou uma experiência no mercado de bikes ofereceu uma base e confiança para exercer seu trabalho.

“A capacitação profissional na Escola abriu as portas do mercado para mim. Fui chamado para trabalhar numa outra bike shop, antes de trabalhar para a Specialized. Aproveitei essa oportunidade por um tempo, mas hoje sou muito feliz com a minha própria oficina, está do jeito que eu quero. Hoje a bike é meu ganha pão, é o sustento da minha família”.

E a evolução profissional vem com a recompensa do primeiro lugar no ranking, que Magrão diz deixá-lo ainda mais motivado para melhorar a entrega aos seus clientes.

“Acho isso sensacional, pois nos desafia sempre a evoluir mais. Gera confiança aos ciclistas e credibilidade aos mecânicos”, comenta.

Como se diferencia no mercado

Para ser eleito com a avaliação dos consumidores, a partir do Selo de Qualidade, Magrão mostrou eficiência nos serviços prestados, conhecimento, técnica e bom atendimento. Ele realiza um atendimento personalizado, com 100% de mão de obra sua, e faz questão dessa aproximação com o ciclista que, segundo ele, é o que faz fidelizar o cliente.

“Eu busco sempre passar a maior confiança ao meu cliente. Isso começa com a limpeza da oficina, algo que aprendi na Escola e vejo como é importante. E, claro, a minha capacidade de resolver os problemas, seguindo normas, sem truques, é determinante, realizando um trabalho de manutenção bem feito”, explica Magrão.

O que aprendeu com a capacitação profissional

Ao concluir o curso de mecânica de bikes, Magrão disse que aprendeu a ver o segmento de outra forma: “hoje vejo outros mecânicos como parceiros. Podemos ser concorrentes, sim, mas colaboramos um com o outro, trocamos experiências, boas práticas, serviços, fazemos outros negócios com produtos, peças e componentes. Todos aprendem uns com os outros e ganham com isso.”

Ele também crê que a busca pelo conhecimento não para. Que um bom mecânico deve estar atualizado e de olho nas tendências, mas sempre procurando o melhor para fazer pelo seu cliente. “Dá pra ir pouco a pouco, um passo por dia, do básico até uma especialização, pois vale a pena”, afirma ele.

E você, pronto para começar a mudar de vida através da capacitação profissional? Busque a capacitação profissional e seja feliz fazendo aquilo que gosta.

Dica de mecânica: é hora da manutenção do cubo de bicicleta

Parte central das rodas, em que são fixados os raios que se conectam aos aros, o cubo de bicicleta garante o apoio necessário para que você pedale tranquilo. O problema é que, por ser muito exposto, o cubo, especialmente o traseiro, acumula muita sujeira e pode se deteriorar com a falta da manutenção preventiva diminuindo a vida útil. Por isso, saber a hora certa da revisão e como fazer a manutenção correta é crucial.

Antes de mais nada, é preciso lembrar da importância da manutenção preventiva na bicicleta. Algo que muitos ciclistas não dão atenção, mas que é essencial para manter a “saúde” da bicicleta em dia, prolongando a vida útil de peças e componentes.

É por falta da manutenção preventiva que muitas vezes surgem problemas antes do esperado na bicicleta, inclusive no cubo de bicicleta. Um cubo de marcha interna aguenta rodar cerca de 5.000 km e deve ser trocado em aproximadamente 2 anos, mas é preciso estar atento ao seu funcionamento.

Com o passar do tempo e com a ausência de graxa, o cubo de bicicleta traseiro acumula sujeira, como terra e arreia, e pode acabar corroendo a pista do cubo. É possível ver isso ao rodar o eixo e sentir uma “crocância”, um movimento trêmulo no giro da roda.

Podem ser as esferas que estão comprometidas, e isso pode gerar um problema que vai encurtar a vida útil do cubo. Ainda mais se a manutenção demorar mais do que o necessário ou, pior ainda, se a manutenção preventiva for ignorada.

Hora da manutenção do cubo de bicicleta traseiro

Muitas pessoas costumam dizer que a manutenção do cubo de bicicleta traseiro é mais difícil do que a do dianteiro, mas isso é mais um dos mitos criados na mecânica de bicicletas. Na verdade, o processo é simples, o que muda é que no traseiro existe o cassete, de simples e fácil remoção. Neste vídeo abaixo, disponível na série Askbike, do canal no Youtube da Escola, o fundador de diretor de ensino da Escola Park Tool Henrique Zompero explica como realizar a manutenção do cubo de bike traseiro.

Você vai precisar de apenas duas ferramentas para fazer a manutenção do cubo de bicicleta traseiro:

  • Chave auxiliar para remoção de cassete Park Tool SR-11
  • Ferramenta de trava de cassete Park Tool FR5.2H

O primeiro passo consiste em retirar a blocagem e colocar a ferramenta de remoção SR11 no cassete, posicionando-o de forma correta para fazer o torque. Uma dica é ficar no chão para colocar mais força no processo e remover, enfim, a tampa após o torque.

Retirando a tampa, será possível tirar pinhão por pinhão, deixando-os numa ordem lógica para depois colocá-los novamente ao final da manutenção. Depois é preciso tirar o rotor, que tem o mesmo processo, mas sem a ferramenta de cassete.

Lembre-se que os manuais de instrução dos fabricantes ajudam muito na hora de montar ou desmontar as peças e componentes, não se esqueça de checar alguma informação, caso tenha dúvidas.

Para continuar, vamos remover o cubo, e por isso é importante ter a consciência de usar as ferramentas adequadas para cada situação, como a ferramenta de trava FR5.2H, ideal para o aperto correto do cubo.

Será preciso uma pinça magnética ou imã para remover as esferas do cubo (também chamadas de bilhas), para que nenhuma se perca. Para retirá-las, basta levantar a roda, inserir a pinça e pronto, tanto do lado esquerdo como do direito.

Limpando o cubo de bicicleta traseiro

A limpeza do cubo não é complexa, é necessário apenas um pano seco, sem necessidade de qualquer desengraxante. Como o meio do cubo é oco, ao utilizar um desengraxante ele pode acumular e se misturar com a graxa, eliminando o produto que é necessário nessa peça.

Já nas peças que foram retiradas, a dica é utilizar um desengraxante a base d’água, fácil de limpar e ecológico, que não agride em nada os componentes da bike.

No momento em que for necessário aplicar a graxa, cabe sempre o bom senso. Um aplicador de graxa, ou até mesmo uma seringa cirúrgica pode colaborar para colocar a quantidade adequada no cubo.

Depois disso, basta fazer a montagem novamente dos componentes, seguindo a ordem e a lógica da desmontagem. Lembrando: sempre seguindo as instruções do manual do fabricante.

Como muitas outras peças e componentes de bike, existem alguns sistemas diferentes de cubo de bicicleta e a forma como usá-los. Pensando em cada particularidade de cubo, a Escola Park Tool oferece a ciclistas e mecânicos de bicicleta um curso que compõe o curso de Formação Profissional.

É o módulo de Cubo de Marcha Lenta, em que é passado a limpo todo o processo de manutenção, levando conteúdo sobre regulagem, ajuste e capacitando os alunos para a instalação do cubo de bicicleta. É a oportunidade de mecânicos e oficinas garantirem mais um produto e potencial lucro em seu negócio.

Manutenção de bike: 3 erros que você deve parar de cometer

 

Na trajetória de todo profissional, a busca pela evolução e excelência no serviço prestado é constante. Quando o assunto é manutenção de bike, não é diferente. Por isso, para você que já trabalha como mecânico de bicicletas trouxemos algumas dicas que podem clarear as ideias, ou então quebrar alguns mitos e desconstruir tudo o que você achava que sabia sobre mecânica e manutenção de bike.

Não importa o que digam, um profissional deve estar sempre se atualizando e questionando seus métodos, práticas e processos dentro de uma oficina de bicicletas. As tecnologias mudam, aparecem outras tantas e é preciso estar de olho nas tendências para poder atender às necessidades dos ciclistas da forma mais assertiva.

Confira agora três erros para você parar de cometer na manutenção de bike.

Erro número 1: deixar os manuais dos fabricantes de lado – chega de gambiarras!

Para manter um bom padrão de serviço e ser reconhecido pelo seu trabalho é imprescindível executar da maneira correta as manutenções, seguindo os protocolos que foram passados pelos fabricantes. Eles foram feitos para serem seguidos, respeitando cada particularidade de peças, produtos, ferramentas ou componentes.

Por isso, é preciso deixar de lado as gambiarras, pois não agrega valor ao seu trabalho, além de ser um marketing negativo do seu serviço. Cada vez mais os ciclistas têm conhecimento sobre mecânica de bikes, e isso os torna mais exigentes, não tem como enganar mais ninguém.

“Você tem que saber empregar a tecnologia, ter noção de padrões estabelecidos. Não é só a prática que faz o bom mecânico, existe uma metodologia, um suporte que você precisa acompanhar além de saber aplicar a teoria. Na Escola Park Tool eu aprendi a importância de ler o manual e seguir as regras. Só assim você sabe o que vai entregar”, afirmou Hugo Mônaco Cardoso, ex-aluno da Escola.

A opinião é corroborada por Iedo de Carvalho, que por duas vezes foi eleito o melhor mecânico de bike do Brasil, a partir do ranking Selo de Qualidade.

“Notei que em várias lojas e oficinas, os mecânicos não seguiam os padrões nem usavam as ferramentas certas. Alguns iam na base da marreta(!). Então, não podemos pensar que sabemos de tudo, pois não sabemos”, avaliou o mecânico de bikes do Paraná.

Erro número 2: não compartilhar informação nem ser transparente

Quem tem conhecimento deve segurar para si? A gente acredita que é muito pelo contrário. Ao ter a humildade e vontade de compartilhar informações com seus clientes, você pode levar ainda mais confiança a quem contrata seus serviços e, de quebra, aumenta a sua credibilidade, pois passa a ser uma referência de conhecimento no assunto.

Mecânico de bikes que atua em São Paulo, Fabio Latorre faz questão de reforçar a importância de conversar e ter o contato direto com seu cliente, sendo transparente e bem didático durante seus processos.

“Sempre dou um retorno do que estou fazendo, mostro fotos do processo, passo a passo quando necessário e sempre explico o porquê que tal procedimento está sendo realizado. Acho isso muito importante, sem contar que na retirada da bicicleta eu mostro o que tinha de errado ou certo e ainda dou algumas dicas de manutenção para que passa ser feita em casa, além de dicas de produtos”, explica ele.

Erro número 3: achar que sabe demais e não explorar seu negócio em potencial

A soberba não faz bem a ninguém no âmbito pessoal e será ainda mais prejudicial se falarmos em questões profissionais. Quem trabalha com mecânica de bikes deve ter esse olhar crítico sobre si para buscar a evolução e oferecer o melhor serviço possível.

“Me arrependo de não ter buscado a capacitação antes”, comentou Caetano Zammataro, proprietário da tradicional Bike Tech Jardins, em São Paulo-SP.

“Para ter uma ideia, eu achava que sabia trocar um pneu da forma certa. Mas em todos esses anos de bicicleta sempre havia feito o procedimento errado. Foi no curso da Escola Park Tool que aprendi o jeito certo e adequado, respeitando as normas e os processos. Isso te desconstrói: você não pode achar que sabe tudo, tem que ter humildade para querer aprender e crescer”, finalizou.

Após sua formação profissional na Escola Park Tool, conseguiu profissionalizar a gestão, melhorar o controle de custos e gastos e, ainda, otimizou o tempo de seus processos internos.

“Estudando a minha empresa, cheguei à conclusão que minha oficina era um produto a ser explorado. Podia ser muito mais do que uma bike shop”, lembra Caetano.

De quebra, após garantir o diploma internacional através da Formação Profissional, ele se tornou mecânico oficial da RAAM (Race Across America), ficando responsável pelos ajustes antes e depois das etapas, sentido a pressão de uma das provas mais árduas do ciclismo.

Esses são exemplos de pessoas incansáveis na busca de melhorias contínuas dentro do seu trabalho. As dicas foram úteis para você? Faça como eles e vá atrás do conhecimento: só ele é capaz de te levar ao caminho do sucesso nos negócios.

 

Mecânica de bikes: Conselhos do melhor mecânico do Brasil para quem está iniciando no mercado

A partir do ranking que avalia os serviços de mecânica de bikes de profissionais do país todo, o Selo de Qualidade, Fabio Latorre foi eleito pelos ciclistas e clientes o melhor mecânico de bikes do Brasil em agosto. É a terceira vez que ele alcança esse feito, e agora vem compartilhar um pouco das boas práticas que aplica no seu dia a dia, oferecendo dicas para outros mecânicos profissionais melhorarem ou otimizarem o seu trabalho.

“A Escola foi fundamental para me dar a base do conhecimento e saber o caminho a ser seguido no ramo de mecânica de bikes”, comenta Latorre, que concluiu o curso de Formação Profissional na Escola Park Tool.

Ele comenta que durante as aulas, os principais aprendizados foram seguir os manuais dos fabricantes e a organização do espaço de trabalho, além de entender as necessidades de cada cliente.

Confira as dicas dele:

Atendimento personalizado

A Oficina do Latorre, é bom que se diga, é focada 100% em serviços de manutenção e tem uma proposta diferente. A oficina oferece um serviço de exclusividade, dando atenção plena à no máximo 3 bicicletas por semana, sempre previamente agendadas.

Entender a realidade do seu negócio é um grande passo, essencial também para o sucesso. E é por isso que Latorre vem sendo reconhecido por seus clientes. Mas o “tamanho” da sua empresa não importa: a dica é sempre personalizar seu atendimento e dar atenção plena a cada um dos clientes que procura os seus serviços de mecânica de bikes.

Seja numa oficina própria, com uma pessoa ou mais, isso é possível ser feito a partir de um trabalho de gestão e atendimento bem feitos, temas que também estão na grade de conteúdo dos cursos que a Escola oferece.

“O reflexo do bom serviço é ver meus primeiros clientes retornando na oficina para fazer revisões preventivas após 6 meses das manutenções anteriores. Ou seja, se você fizer um serviço bem feito, o cliente não retornará tão cedo na oficina, mas ele volta. Agora, se você realizar um serviço mal feito, você nunca mais irá vê-lo”, lembrou Latorre.

Contato direto com o cliente

“Eu sempre dou um retorno do que estou fazendo, mostro fotos do processo quando necessário e sempre explico o porquê que tal procedimento está sendo realizado. Já na retirada da bicicleta eu mostro o que tinha de errado ou certo e dou dicas de manutenção para que possa ser feita em casa, além de dicas de produtos”, explica Latorre.

Transparência e didática

Esses são dois grandes diferenciais nos mecânicos de bike e em qualquer profissão. Muitos ciclistas se queixam de profissionais que não explicam o que fazem e ao fazer isso é possível ganhar alguns pontos a mais em confiança, pois você demostra a preocupação que tem com os problemas do seu cliente.

Para Latorre, essas são algumas das boas práticas que ele aplica em sua oficina, levando aos ciclistas um serviço de excelência. Mas ele lembra que é sempre bom buscar conhecimento, estudar e se atualizar. “O mercado está sempre inovando, cabe a nós irmos atrás e aprender o que há de novo para satisfazer às necessidades dos clientes”, finaliza ele.

Essas foram as dicas do Latorre para quem está iniciando no segmento de mecânica de bikes, ou até para os mais experientes. Faça parte do grupo dos melhores mecânicos, com os cursos da Escola Park Tool você pode mudar de vida e ser reconhecido pelo mercado.

Desafio Mecânico premia o mecânico de bicicletas mais eficiente do Brasil

Pensado e organizado para valorizar o trabalho dos mecânicos de bicicleta, o Desafio Mecânico consagrou neste sábado (24/08) o profissional mais eficiente da área. Carlos Alberto Taldeu, de Araçatuba-SP, foi o mais rápido e habilidoso durante os três testes propostos e foi o ganhador do evento realizado pela Escola Park Tool no Festival Bike Brasil. Thayrone Seppe, de Caratinga-MG, foi  o vice-campeão.

O Desafio foi dividido em três etapas diferentes. Na primeira eram 6 competidores, que montaram uma suspensão da Rock Shox. Desta fase, três se classificarão para a segunda etapa, em que foi necessário realizar uma sangria de freio da marca alemã Magura. Desta, saíram os dois finalistas para o teste final: realizar a montagem do sistema de transmissão Sram Eagle.

Mais rápido do que Thayrone por poucos segundos, Carlos Alberto montou a bicicleta corretamente no menor tempo e foi o vencedor, levando para casa um kit profissional Park Tool Pk-3, com mais de 70 ferramentas.

 

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“É uma sensação indescritível ter ganho. A Escola Park Tool proporcionou um momento sensacional,  não só pra mim mas pra todos os mecânicos de bicicleta do Brasil. Desde que fiquei sabendo do desafio eu queria participar e ganhar”, comentou  o vencedor, que é proprietário do CT Bike no interior de São Paulo.Mecânico há 14 anos, Carlos Alberto ficou 2 anos fora do mercado de bicicletas. Quando decidiu voltar, fez o curso de capacitação na Escola Park Tool e neste ano conseguiu se consagrar como o mecânico de bicicletas mais eficiente do Brasil.

“Ter feito o curso me abriu um novo leque de opções como mecânico. Passamos por muita coisa no dia a dia de oficina que você, além de saber fazer, precisa ter as ferramentas corretas também. Usar o manual de instruções para entender o torque correto, seguindo a orientação dos fabricantes, é fundamental”, explicou o campeão.

Segundo lugar no Desafio Mecânico, Thayrone leva para Caratinga mais do que o freio Magura Trail Sport. Segundo o profissional que atua na Bike Caverna, ele volta pra casa com uma experiência  inesquecível.

“Muito feliz com o evento. É o reconhecimento do nosso trabalho como mecânico, a valorização do que a gente faz no dia a dia. Ver o pessoal assistindo e aplaudindo o nosso trabalho foi sensacional”, comentou ele que atua profissionalmente há quase 10 anos e fez os módulos de capacitação nas duas unidades da Escola Park Tool, tanto em Belo Horizonte quanto em São Paulo.

“Foi muito bacana ver as pessoas em volta assistindo ao trabalho dos mecânicos, isso mostra o quanto é importante o trabalho deles e o quanto é importante valorizar e fortalecer a profissão de mecânico”, explica Henrique Zompero, diretor da Escola Park Tool.

Mais do que uma competição, o Desafio Mecânico é uma oportunidade de divulgação do trabalho dos melhores mecânicos de bicicletas do Brasil.

 

 

Desafio Mecânico no Festival Bike Brasil 2019 gera expectativa e promove visibilidade ao segmento de mecânica de bikes

Está chegando a hora de saber quem é o mecânico de bikes mais ágil e eficiente do Brasil. O Desafio Mecânico 2019, que acontece no último dia do Festival Bike Brasil, 24 de agosto, será um dos destaques do evento, em uma competição que tem tudo para ser emocionante e que irá testar o conhecimento dos profissionais de mecânica de bicicleta.

Promovido pela Escola Park Tool, o Desafio Mecânico busca gerar ainda mais visibilidade ao mercado de bicicletas, desenvolvendo o setor e colaborando para sua profissionalização e crescimento. Neste ano, o vencedor será conhecido após 3 etapas diferentes.

Na primeira etapa, os competidores precisarão montar uma suspensão da Rock Shox e três sairão classificados. Na segunda etapa será necessário realizar uma sangria de freio da marca Alemã Magura, em que dois seguirão adiante para a próxima etapa. Já na terceira e última etapa, os finalistas terão um grande desafio pela frente: realizar a montagem do sistema de transmissão Sram Eagle.

“Para nós da Escola Park Tool é uma satisfação imensa coordenar o Desafio Mecânico há alguns anos, em cada evento a qualidade dos mecânicos vêm subindo. Isso só nos motiva e demonstra a importância de fortalecer a profissão de mecânico de bike no Brasil”, comenta Henrique Zompero, diretor da Escola Park Tool.

A expectativa pela competição e o que ela pode oferecer a vive da mecânica de bikes

Um dos finalistas do Desafio Mecânico do ano passado, o mecânico de bikes formado na Escola Park Tool, Iedo de Carvalho fala um pouco da sua experiência em 2018 e da preparação e expectativa por mais uma competição que se aproxima.

“Ano passado foi uma experiência muito boa, pois até então não tinha participado de nenhuma competição do tipo. O que marcou mais foi olhar do público presente, me causou um enorme nervosismo”, comentou ele, que afirmou que tudo serviu de aprendizagem para chegar ainda melhor neste ano.

Desde a última competição ele vem trabalhando mentalmente a melhor forma de colocar em prática toda sua técnica e conhecimento absorvidos nos cursos da Escola. Dessa forma, ele espera testar suas habilidades para dar mais visibilidade ao seu trabalho, o que é uma ótima oportunidade.

“As expectativas são as melhores possíveis, apesar de saber que sempre é mais difícil dominar a nós mesmos do que ser vitorioso aos olhos dos outros. Espero poder quebrar mais o gelo perante o público e traçar uma estratégia melhor durante as etapas, visualizando antecipadamente o ambiente e as ferramentas disponíveis”, explica Iedo.

No fundo, o que Iedo espera é a realização pessoal e uma maior visibilidade. “Mesmo que não vença, ter uma experiência dessas, participar e fortalecer um evento como este é essencial para a divulgação do nosso próprio trabalho, já que meus clientes também vão saber da minha participação por aqui”, finaliza.

Outro finalista, o campeão do Desafio Mecânico 2018 Vinicius Oliveira, também lembrou sua participação ano passado e projetou o que espera para a competição que acontece dentro do Festival Bike Brasil.

“A experiencia do Desafio Mecânico foi muito especial e agregou ainda mais credibilidade e valor aos meus serviços. Estava junto de outros ótimos mecânicos com muita bagagem e conhecimento. Neste ano, espero estar preparado para os desafios práticos, assim como a parte teórica, se necessário, e pronto para viver a pressão que é fazer os ajustes sob os olhares do público” explica Vinicius Oliveira.

A realização de mais um Desafio Mecânico oferece aos participantes a oportunidade de mostrar seu trabalho, numa grande vitrine que é o Festival Bike Brasil. Além disso, coloca nos holofotes uma profissão que a cada dia cresce mais, junto com o mercado de bicicletas.

“Estamos bem contentes de estarmos envolvidos na organização deste desafio, pois mostra o reconhecimento por parte do distribuidor e parceiro. É mais um voto de confiança que o mercado aplica na Escola Park Tool”, comemora Zompero.

Ao todo, serão seis participantes escolhidos para a competição. O vencedor do desafio irá levar para casa um Park Tool Pk-3 Professional Kit; o segundo colocado receberá um freio Magura para trail sport e o terceiro levará um Park Tool Professional Kit AK-3.

E você, está preparado para ser desafiado e testar seus conhecimentos e habilidades em mecânica de bicicletas?

Curso de montagem e manutenção de bikes elétricas é novidade no mercado de bicicletas

As bicicletas elétricas vieram para ficar. De acordo com pesquisas da Aliança Bike, cerca de 20% das bicicletarias do Brasil comercializam bikes elétricas, enquanto outros lojistas que ainda não comercializam declararam intenção em ter este produto nos próximos anos. Diante deste cenário, a Escola Park Tool lançou um novo curso este ano em sua grade de ensino: o Curso de Montagem e Manutenção de Bikes Elétricas.

Com a projeção ainda maior de crescimento das e-bikes, é preciso estar preparado para atender à nova demanda e apto para solucionar problemas de manutenção e mecânica. Por isso, o módulo é realizado em parceria com a fabricante de bicicletas elétricas italiana Move Your Life, que também possui fábrica no Brasil, e é indicado para os mecânicos profissionais, lojistas e para quem vê o curso como uma nova oportunidade profissional.

Dotadas de componentes, tecnologia e detalhes particulares, as bicicletas elétricas merecem atenção especial. As particularidades das e-bikes não se restringem apenas ao motor, mas a uma série de fatores que fazem o equipamento funcionar da forma correta. Por isso a proposta da Escola vai ao encontro da necessidade da informação e conhecimento técnico.

“Acredito que para um produto como este ter sucesso, é necessário revendedores e mecânicos capacitados, da venda ao pós-venda e manutenção. Da mesma forma é importante ter os parceiros certos, pois além de muitas tecnologias é necessário compreender que, neste tipo de produto, adaptações e achismos não são bem-vindos para solucionar problemas de manutenção”, afirma o gerente comercial da Scott no Brasil, Raphael Caliendo.

Ele ainda comenta que as bikes elétricas já são, de fato, uma realidade. Existem países na Europa, segundo Caliendo, em que o faturamento destes modelos já supera o das bicicletas convencionais.

Por aqui, a Aliança Bike estima que aproximadamente 31 mil bicicletas elétricas sejam vendidas no Brasil em 2019, número consideravelmente pequeno em relação aos outros modelos tradicionais, mas 70% superior ao de 2017.

O que saber sobre o Curso de Montagem e Manutenção de Bikes Elétricas.

Quem se inscrever no novo curso da Escola Park Tool terá acesso a uma metodologia e didática consagradas no segmento. Sempre com base nos manuais de instrução e indicação dos fabricantes, a ideia é abordar todo o funcionamento das bikes elétricas, assim como seus componentes e a montagem e desmontagem corretas.

O curso foca principalmente nas tecnologias Bafang, Bosch e Shimano – o aluno poderá se aprofundar na parte eletroeletrônica da bicicleta e seus componentes. São 7 horas de aula, com o aluno tendo a oportunidade de aprender todo o processo de manutenção preventiva e corretiva, regulagem, limpeza, ajuste e instalação dos sistemas abordados. Esse conjunto de informações pode gerar um grande diferencial lojas e oficinas de bicicleta.

Além disso, quem concluir o Curso de Montagem e Manutenção de Bikes Elétricas e possuir CNPJ válido no ramo de bikes, sairá como técnico autorizado da Move Your Life.

“Não é qualquer pessoa que pode realizar ajustes em bikes elétricas. Elas têm seus detalhes próprios, por isso temos a preocupação sempre de colocar os manuais e especificações dos fabricantes, seguindo tudo isso à risca para não oferecer riscos à bike e ao consumidor”, explica Ricardo Nagatomo, responsável por ministrar o novo curso na Escola.

Para mais detalhes sobre o curso, acesse http://escolaparktool.com.br/produto/e-bike

 

 

Como mudar de vida: “empreender é muito mais do que montar um negócio, é tornar seu sonho realidade”

 

A mineira Samanta Ribeiro é mais um exemplo de jovens empreendedores que se arriscaram na busca por mudar de vida e trabalhar com o que ama. Empreender no Brasil e no mercado de bicicletas é um grande desafio. Mas, como ela mesma diz, tudo vale a pena para transformar os sonhos em realidade.

“Penso que o que alcancei após a capacitação é muito mais do que uma loja ou um bike café. É algo muito maior que pode contribuir para o bem da sociedade, para atender as necessidades de outras pessoas. Então, sim, vale muito a pena empreender. Ser dono do seu próprio negócio é muito gratificante”, resume a sócia do Bike Sport & Café.

Como tudo começou

Samanta conta que sempre teve o sonho de trabalhar com bicicletas. “Sempre pedalei e gostei disso, apesar de não ter conhecimento algum sobre manutenção e mecânica de bikes”, explica ela, que tinha um plano de mudar de vida e abrir um bike café em sua cidade natal, Paraisópolis-MG. Mas para isso sabia que devia se capacitar profissionalmente para tentar transformar seu sonho em realidade.

Encontrou na Escola Park Tool, após buscas por instituições referências, o que precisava: conhecimento, informação e capacitação em gestão de negócios, além da parte mecânica, claro.

“Nunca tinha colocado a mão numa bike, mas foi ótimo. Conquistei muita confiança e aprendi sobre tudo o que um ciclista ou dono de um negócio de bike precisa saber: montagem, desmontagem, limpeza, manutenção preventiva e corretiva, manuais de uso, suspensões e a parte de gestão, que abre muito a cabeça para quem deseja empreender de fato nesse meio”, comenta Samanta.

Importância de sair da zona de conforto e buscar se diferenciar no mercado

São os desafios que nos movem a seguir a vida, seja pessoal ou profissionalmente. E, se você possui um objetivo, um plano, é preciso se mexer, fazer algo diferente e sair da zona de conforto para alcançar o que almeja.

Para isso, Samanta pensou em um negócio com conceito diferente em sua região, que fica localizada na rota cicloturística do Caminho da Fé – que sai de Águas da Prata e cruza toda Serra da Mantiqueira até a cidade de Aparecida.

Com Paraisópolis no meio desta rota tradicional, ela montou um bike café que também é uma oficina de bikes, além de oferecer fisioterapia esportiva, pilates e outros serviços que facilitam a vida do cicloturista. Desde o suporte mecânico, com serviços de manutenção e limpeza, ao descanso e recuperação física para chegar ao destino final da rota de cicloturismo.

Para ela, sem dúvida o foco em gestão dos cursos da Escola Park Tool fez a diferença.

“Não existia nada parecido com isso na região que atuamos. A ideia estava no papel e conquistei a confiança e coragem necessárias para tirá-la do papel. A partir do olhar da manutenção e mecânica, pude entender o mundo da bike, o curso abriu muito minha cabeça”, comenta.

E você, tem esse desejo de empreender e quer saber como faz para mudar de vida, ganhando dinheiro com o que gosta e ainda contribuindo para o bem da sociedade? Faça como a Samanta, busque o conhecimento para agregar na sua vida e na vida de seus clientes.

 

2º Desafio Mecânico premia os melhores profissionais do setor no Festival Bike Brasil

 

Técnica, conhecimento, rapidez e precisão. São esses os 4 requisitos básicos para participar da segunda edição do Desafio Mecânico. Organizado e promovido em parceria com a Escola Park Tool, a competição acontece no último dia do Festival Bike Brasil, 24 de agosto, e vai premiar o mecânico de bicicletas que se sair melhor nas três etapas propostas. O grande prêmio? O kit Park Tool Pk-3, uma maleta completa com mais de 70 ferramentas funcionais.

A competição que busca colaborar com o crescimento, visibilidade e capacitação do segmento de mecânica de bikes já vem cercada de expectativas e conta com vários inscritos. Afinal, colocar os conhecimentos à prova num evento do tamanho do Festival Bike Brasil, com diversas marcas e empresas envolvidas, é algo muito atraente.

É o caso de Thayrone Seppe Soares. Natural de Caratinga-MG, ele foi um dos primeiros inscritos no Desafio Mecânico e desembarca, em agosto, na cidade de São Paulo, com o objetivo de dar trabalho aos outros competidores e colegas de profissão.

“Fiquei sabendo do Desafio Mecânico quando fiz alguns cursos na Escola Park Tool. Na hora que soube, já quis me inscrever. Sou bem competitivo e acredito que será uma experiência muito nova para mim estar ali e resolver os problemas sob pressão. Mesmo que não ganhe, vai ser legal testar meus conhecimentos e, claro, ter uma história para contar depois. Além disso, tenho esperança que gere um grande holofote no meu trabalho e para o nosso segmento”, comenta o jovem, mas experiente, mecânico de 22 anos.

Assim como Thayrone, outro mecânico vem ansioso para participar da segunda edição do Desafio Mecânico. Da capital paulista, com 28 anos, André Cardoso começou a trabalhar no mercado de bikes em 2012.

“Estou bem ansioso e com certo medo, até, de não saber muito o que esperar durante a competição. Mas, de qualquer forma, creio que vai agregar ainda mais conhecimento em mim, uma forma de autoavaliação também. Tanto na parte profissional, quanto pessoal, vai ser no mínimo divertido de participar. E, se ainda contribuir para aumentar a minha visibilidade, melhora ainda!”, falou o paulistano.

O atual campeão

Para alcançarem o prêmio máximo do Desafio, porém, tanto Thayrone, como André e outros participantes terão que desbancar o atual campeão, Vinicius Oliveira. O vencedor do ano passado virá de Itapeva para defender o seu título, e comenta um pouco sobre a experiência que teve e a expectativa pela nova edição.

“A experiencia do Desafio Mecanico foi muito especial e agregou ainda mais credibilidade e valor aos meus serviços. Estava junto de outros ótimos mecânicos com muita bagagem e conhecimento. Os desafios ótimos, a sangria do freio, na semifinal a montagem e regulagem do grupo de marcha, e na final a montagem da suspensão. A suspensão é algo que já estou acostumado na oficina, mas com o tempo correndo e os jurados te analisando, outras assistindo, acabam deixando tudo mais difícil”, explica Vinicius.

Um pouco diferente este ano, o Desafio contará também com 3 etapas:

 

  • Na primeira etapa, os competidores precisarão montar uma suspensão e três sairão classificados.
  • Na segunda etapa será necessário realizar uma sangria de freio, em que dois seguirão adiante para a próxima etapa.
  • Já na terceira e última etapa, os finalistas terão um grande desafio pela frente: realizar a montagem do sistema de transmissão.

Na etapa final, que irá consagrar o melhor mecânico do Desafio, será necessária a montagem do sistema de transmissão.

As inscrições já estão disponíveis, basta clicar aqui. Serão seis participantes escolhidos para a competição. O vencedor do desafio irá levar para casa um Park Tool Pk-3 Professional Kit; o segundo colocado receberá um freio Magura para trail sport e o terceiro levará um Park Tool Professional Kit AK-3. No total, serão mais de 10mil reais em prêmios.

O Festival Bike Brasil acontece de 22 a 24 de agosto, no Centro de Eventos Pro Magno, zona norte de São Paulo.

Serviço

Festival Bike Brasil

Quando: 22 a 24 de agosto de 2019

Local: Centro de Eventos Pro Magno

Endereço: Av. Professora Ida Kolb – 513 – Jardim das Laranjeiras – São Paulo / SP | Brasil

Sobre a Escola Park Tool

A Escola Park Tool está no Brasil desde 2013 e já formou mais de 6.000 alunos. O curso possui dez módulos diferentes e todos eles funcionam para ciclistas amadores, lojistas do mercado de bicicletas e mecânicos interessados em qualificação profissional. É um curso moderno e totalmente alinhado com as novas tecnologias do mercado. Quer saber mais sobre os cursos da Escola Park Tool? Entre no site www.escolaparktool.com.br ou veja no Facebook www.facebook.com/escolaparktool.

 

 

 

 

 

 

Gestão profissional: curso rápido sobre software ajuda a lojistas e mecânicos a precificar seus serviços

Quem trabalha em uma bike shop, é empreendedor ou então é mecânico de bikes profissional sabe muito bem quão difícil e desafiador pode ser um trabalho de gestão profissional. Ela é crucial e um diferencial para o sucesso e consequentemente lucro do negócio, e pode ser decisiva também no fracasso de um projeto, quando feita de forma equivocada. Por isso a Escola Park Tool traz uma novidade para este semestre: um curso sobre o Bike Conecta, aplicativo que auxilia na gestão profissional do seu negócio.

Pensado e indicado para lojistas, gestores, mecânicos e profissionais que trabalham na rotina de oficinas e bike shops, o foco do curso estará na introdução e aprofundamento do sistema Bike Conecta, com destaque às soluções que ele pode oferecer nos problemas do dia a dia.

Importante: a aula é gratuita para o profissional que possui CNPJ e deseja utilizar o sistema do Bike Conecta em sua loja ou oficina. A capacitação será subsidiada e oferecida através desta parceria, com o objetivo de fazer a diferença na vida dos empreendedores.

“Muitos profissionais têm dificuldade em precificar seus serviços, por exemplo. Talvez esse seja um dos grandes desafios de quem trabalha no mercado de bicicletas. É um cálculo complexo, mas que é facilitado pelo Bike Conecta: ele capta a informação, organiza os dados e gera uma média através do custo e o valor do serviço que será prestado, sugerindo um valor exato e justo, de acordo com o seu perfil de gastos”, garante Henrique Zompero, diretor e fundador da Escola Park Tool.

Ele ainda destaca que a ideia é que a Escola ofereça todo suporte possível aos nossos alunos, tanto na parte mecânica quanto na parte da gestão, para garantir o futuro do aluno como empreendedor no mundo das bikes.

Como funciona?

O Bike Conecta oferece todas as ferramentas para o profissional do setor de bicicletas administrar o seu negócio, sendo também uma espécie de ponte entre o mecânico da oficina de bicicleta, o ciclista e o lojista.

Como sugere o nome, o software conecta a bicicleta – devidamente registrada – à rede do lojista e ao aplicativo Strava, usado pelo ciclista. Conforme os quilômetros vão sendo percorridos e pedalados, o Bike Conecta envia um alerta quando há a necessidade de uma manutenção, por exemplo.

“Com mais organização e entendendo melhor como funciona a dinâmica administrativa é possível ganhar mais, perder menos e fidelizar clientes. Tudo isso é facilitado pelo Bike Conecta, que otimiza a gestão e promove um controle na organização de produtos, cronogramas de manutenção, taxas, boletos, controle de estoque e fluxo de caixa”, explica Zompero.

O curso sobre gestão será a terceira novidade em 2019 na grade da Escola Park Tool – os outros dois foram de bike fit e de bicicletas elétricas.

Antes do curso, as aulas testes

O curso que irá abordar a tecnologia do Bike Conecta estará disponível em breve mas, antes, a Escola Park Tool promoveu uma espécie de versão Beta, com algumas aulas testes direcionadas a alunos e mecânicos formados na instituição.

Formado em mecânica profissional, Jonathan Junges veio diretamente do Rio Grande do Sul para buscar sua capacitação. Ele trabalha na oficina de bikes que era do seu pai, um negócio familiar e via a necessidade de aplicar uma gestão profissional para aumentar seu lucro e credibilidade.

“O que absorvi é que é difícil perder dinheiro com o Bike Conecta. Ele ajuda na organização total da sua loja, para entregar o lucro máximo possível dentro da sua realidade e perfil. Com as aulas bem didáticas e um conteúdo informativo sobre o sistema, com certeza vai melhorar o nosso serviço quando aplicarmos esse aprendizado no dia a dia”, explicou Jonathan.

Para se inscrever no curso sobre o Bike Conecta basta acessar o link: http://bit.ly/31SSsEf