“Curso de mecânico de bicicleta me fez alcançar a excelência no serviço”, afirma melhor profissional pela segunda vez consecutiva

Após concluir curso de mecânico de bicicleta, Jorge André Menezes Silva foi eleito o melhor profissional do Brasil pelo segundo mês consecutivo, a partir do ranking Selo de Qualidade. E ele conta como a profissionalização e a avaliação dos clientes contribuíram para a melhoria do seu trabalho, além de uma maior valorização profissional.

“Concluir o curso de mecânica me fez alcançar a excelência no serviço que presto e no atendimento ao meu cliente, então vale muito a pena. Adquiri conhecimentos que não tinha, o que me ajuda a fazer o trabalho correto, além de ter melhorado muito minha postura de trabalho, com segurança e confiança”, comenta.

A iniciativa criada pela Escola Park Tool busca valorizar e promover a profissão através de avaliações dos próprios clientes. E, para Jorge, mecânico da Mais Bike, de Uruguaiana-RS, “estar bem avaliado no ranking e possuir esse Selo de Qualidade atrai mais clientes que buscam qualidade em serviço e confiança no trabalho. É uma forma de passar confiança aos ciclistas e elevar nossa credibilidade enquanto profissional”.

Para estar presente novamente no topo do ranking, ele teve que, antes de tudo, buscar a profissionalização e concluir um curso de mecânico de bicicleta. E ele aconselha a todos aqueles e aquelas que desejam ganhar a vida nessa área.

Dicas valiosas para os mecânicos de bike

O conhecimento só é validado se a informação é passada para frente. E compartilhar as experiências positivas é uma ótima qualidade em qualquer profissão. Por isso, Jorge, que possui mais de 10 anos de profissão, pontua duas dicas para quem está começando na área.

“Acho que o diferencial de um bom mecânico é sempre ser didático, esclarecer e pontuar com sinceridade os problemas da bike do cliente e manter um bom relacionamento com ele, informando sempre quando será necessária uma próxima revisão, por exemplo”, aconselha.

Seja um mecânico autônomo ou contratado numa loja ou oficina de bikes, ter conhecimento, manter o bom relacionamento e fazer um bom atendimento são cruciais para conquistar um cliente.

Isso é resultado de um processo de capacitação. Afinal, um curso de mecânico de bicicleta será capaz de te preparar para os desafios do mercado, transformando sua vida e carreira profissional. Que tal começar?

Sapata de freio: como ajustar e regular da forma correta?

Componente crucial para a segurança de quem pedala, as sapatas de freios devem ser sempre checadas de tempos em tempos, para ver se não há muito desgaste. Quando a borracha fica muito gasta, a estrutura metálica da sapata entra em contato direto com a roda e pode provocar danos. E, se isso acontecer, não tem jeito: será preciso fazer o ajuste e regulagem das sapatas de freio. Confira um passo a passo desse processo e assista ao vídeo do nosso canal Askbike para fazer o ajuste da forma correta.

Primeiro de tudo, além do desgaste da sapata de freio, é aconselhável verificar o funcionamento do freio. Caso você acione o freio através do manete e um dos lados do V-Brake se movimentar mais do que o outro, é sinônimo de desregulagem do sistema. E isso pode acabar influenciando na força da frenagem, ocasionando até acidentes. Então, fique ligado: confira sempre o estado dos freios e principais componentes antes de pedalar.

Se você testou o freio e viu que está desregulado e a sapata de freio também está gasta, é hora de ajustar. Vamos lá?

CONFIRA OS VÍDEOS DO ASKBIKE, DA ESCOLA PARK TOOL

1º passo: balancear o sistema através dos parafusos laterais do braço do V-break

O primeiro passo é muito simples: você vai apertar o freio e o parafuso lateral para dar carga na mola do V-Brake, que é simples de fazer com uma chave Phillips. Como ele carrega a mola lateral com tensão, então ela vai ficar mais flexionada.

Também é possível soltar o parafuso do lado oposto até encontrar o balanceamento dos freios. Dica: ele estará balanceado quando os dois freios estiverem se movimentando de forma igual, encostando na roda ao mesmo tempo.

2º passo: alinhar a sapata de freio para funcionar de forma precisa

Neste segundo passo, será preciso remover a roda e liberar a porca de fixação da sapata de freio, para ficar mais macia e mais fácil de manusear. Feito isso, pegue um elástico e enrole em uma das pontas da pastilha de freio, isso irá ajudar a equilibrar o eixo dela.

Depois disso, será preciso reinstalar a roda e, a seguir, liberar a sapata de freio para fazer o alinhamento em relação ao aro, deixando encostar nele o elástico. Na sequência você irá precisar fazer um ajuste com uma chave allen, para fazer o torque de aperto conforme a indicação do manual do fabricante.

Feito o torque de acordo com a instrução do manual, retire o elástico da pastilha e a sapata de freio já estará totalmente alinhada e regulada. Nessa etapa é importante verificar que ela precisa de uma pequena angulação, feita através do elástico colocado anteriormente. Desta forma você terá uma frenagem muito mais uniforme e potente, garantindo sua segurança no pedal.

Quem usa a bicicleta como meio de transporte ou apenas por lazer aos finais de semana deve ter na cabeça a importância da manutenção preventiva. Ela pode diminuir consideravelmente as chances de ter problemas no pedal e aumentar a vida útil da bicicleta e, para isso, é importante ter conhecimento sobre o funcionamento da bicicleta. Por isso, conheça alguns cursos de mecânica de bike para que podem te ajudar a conquistar essa autonomia.

 

Como mudar de vida: melhor mecânico de bikes do mês conta porque buscou capacitação profissional

É de Cascavel, no Paraná, que vem o melhor mecânico de bikes do Brasil em setembro de 2019: é Raulisson Casasinky, dono da Magrão Bike Repair, eleito através do ranking Selo de Qualidade. Ele conta que mudou de vida por meio da capacitação profissional, que abriu ainda mais as portas do mercado para montar seu próprio negócio.

Ele já era mecânico, mas bombista: trabalhava com caminhões a diesel, mas também sempre amou o mundo das bikes. Pedalou, ainda pedala e tinha uma oficina de bike como hobby, estava envolvido com o ciclismo da cidade, porém ainda de uma forma informal.

“Foi quando um dono de oficina de bike me chamou para trabalhar com ele e ganhar o mesmo que ganhava como mecânico de caminhões. Mas eu não tinha um certificado, queria aprender as coisas do jeito certo para trabalhar com qualidade, não apenas como um passatempo, como era a mecânica de bicicleta para mim como entusiasta”, lembra o atual melhor mecânico de bike do Brasil, falando um pouco da sua história antes da capacitação profissional.

Antes “mexânico”, agora profissional que descobriu como mudar de vida

Foi nesse momento que ele buscou o conhecimento e viajou até São Paulo para fazer uma verdadeira imersão nos cursos da Escola Park Tool.

“Foi um mês bem intenso, fiz todos os módulos da Formação Profissional, estagiei e voltei formado para trabalhar em Cascavel, onde moro atualmente”.

Isso tudo foi um impulso na vida profissional do Magrão, que montou a própria oficina para reparos e manutenção. O conhecimento que absorveu, desde mecânica à gestão profissional de um negócio, além do programa de estágio que possibilitou uma experiência no mercado de bikes ofereceu uma base e confiança para exercer seu trabalho.

“A capacitação profissional na Escola abriu as portas do mercado para mim. Fui chamado para trabalhar numa outra bike shop, antes de trabalhar para a Specialized. Aproveitei essa oportunidade por um tempo, mas hoje sou muito feliz com a minha própria oficina, está do jeito que eu quero. Hoje a bike é meu ganha pão, é o sustento da minha família”.

E a evolução profissional vem com a recompensa do primeiro lugar no ranking, que Magrão diz deixá-lo ainda mais motivado para melhorar a entrega aos seus clientes.

“Acho isso sensacional, pois nos desafia sempre a evoluir mais. Gera confiança aos ciclistas e credibilidade aos mecânicos”, comenta.

Como se diferencia no mercado

Para ser eleito com a avaliação dos consumidores, a partir do Selo de Qualidade, Magrão mostrou eficiência nos serviços prestados, conhecimento, técnica e bom atendimento. Ele realiza um atendimento personalizado, com 100% de mão de obra sua, e faz questão dessa aproximação com o ciclista que, segundo ele, é o que faz fidelizar o cliente.

“Eu busco sempre passar a maior confiança ao meu cliente. Isso começa com a limpeza da oficina, algo que aprendi na Escola e vejo como é importante. E, claro, a minha capacidade de resolver os problemas, seguindo normas, sem truques, é determinante, realizando um trabalho de manutenção bem feito”, explica Magrão.

O que aprendeu com a capacitação profissional

Ao concluir o curso de mecânica de bikes, Magrão disse que aprendeu a ver o segmento de outra forma: “hoje vejo outros mecânicos como parceiros. Podemos ser concorrentes, sim, mas colaboramos um com o outro, trocamos experiências, boas práticas, serviços, fazemos outros negócios com produtos, peças e componentes. Todos aprendem uns com os outros e ganham com isso.”

Ele também crê que a busca pelo conhecimento não para. Que um bom mecânico deve estar atualizado e de olho nas tendências, mas sempre procurando o melhor para fazer pelo seu cliente. “Dá pra ir pouco a pouco, um passo por dia, do básico até uma especialização, pois vale a pena”, afirma ele.

E você, pronto para começar a mudar de vida através da capacitação profissional? Busque a capacitação profissional e seja feliz fazendo aquilo que gosta.

Dica de mecânica: é hora da manutenção do cubo de bicicleta

Parte central das rodas, em que são fixados os raios que se conectam aos aros, o cubo de bicicleta garante o apoio necessário para que você pedale tranquilo. O problema é que, por ser muito exposto, o cubo, especialmente o traseiro, acumula muita sujeira e pode se deteriorar com a falta da manutenção preventiva diminuindo a vida útil. Por isso, saber a hora certa da revisão e como fazer a manutenção correta é crucial.

Antes de mais nada, é preciso lembrar da importância da manutenção preventiva na bicicleta. Algo que muitos ciclistas não dão atenção, mas que é essencial para manter a “saúde” da bicicleta em dia, prolongando a vida útil de peças e componentes.

É por falta da manutenção preventiva que muitas vezes surgem problemas antes do esperado na bicicleta, inclusive no cubo de bicicleta. Um cubo de marcha interna aguenta rodar cerca de 5.000 km e deve ser trocado em aproximadamente 2 anos, mas é preciso estar atento ao seu funcionamento.

Com o passar do tempo e com a ausência de graxa, o cubo de bicicleta traseiro acumula sujeira, como terra e arreia, e pode acabar corroendo a pista do cubo. É possível ver isso ao rodar o eixo e sentir uma “crocância”, um movimento trêmulo no giro da roda.

Podem ser as esferas que estão comprometidas, e isso pode gerar um problema que vai encurtar a vida útil do cubo. Ainda mais se a manutenção demorar mais do que o necessário ou, pior ainda, se a manutenção preventiva for ignorada.

Hora da manutenção do cubo de bicicleta traseiro

Muitas pessoas costumam dizer que a manutenção do cubo de bicicleta traseiro é mais difícil do que a do dianteiro, mas isso é mais um dos mitos criados na mecânica de bicicletas. Na verdade, o processo é simples, o que muda é que no traseiro existe o cassete, de simples e fácil remoção. Neste vídeo abaixo, disponível na série Askbike, do canal no Youtube da Escola, o fundador de diretor de ensino da Escola Park Tool Henrique Zompero explica como realizar a manutenção do cubo de bike traseiro.

Você vai precisar de apenas duas ferramentas para fazer a manutenção do cubo de bicicleta traseiro:

  • Chave auxiliar para remoção de cassete Park Tool SR-11
  • Ferramenta de trava de cassete Park Tool FR5.2H

O primeiro passo consiste em retirar a blocagem e colocar a ferramenta de remoção SR11 no cassete, posicionando-o de forma correta para fazer o torque. Uma dica é ficar no chão para colocar mais força no processo e remover, enfim, a tampa após o torque.

Retirando a tampa, será possível tirar pinhão por pinhão, deixando-os numa ordem lógica para depois colocá-los novamente ao final da manutenção. Depois é preciso tirar o rotor, que tem o mesmo processo, mas sem a ferramenta de cassete.

Lembre-se que os manuais de instrução dos fabricantes ajudam muito na hora de montar ou desmontar as peças e componentes, não se esqueça de checar alguma informação, caso tenha dúvidas.

Para continuar, vamos remover o cubo, e por isso é importante ter a consciência de usar as ferramentas adequadas para cada situação, como a ferramenta de trava FR5.2H, ideal para o aperto correto do cubo.

Será preciso uma pinça magnética ou imã para remover as esferas do cubo (também chamadas de bilhas), para que nenhuma se perca. Para retirá-las, basta levantar a roda, inserir a pinça e pronto, tanto do lado esquerdo como do direito.

Limpando o cubo de bicicleta traseiro

A limpeza do cubo não é complexa, é necessário apenas um pano seco, sem necessidade de qualquer desengraxante. Como o meio do cubo é oco, ao utilizar um desengraxante ele pode acumular e se misturar com a graxa, eliminando o produto que é necessário nessa peça.

Já nas peças que foram retiradas, a dica é utilizar um desengraxante a base d’água, fácil de limpar e ecológico, que não agride em nada os componentes da bike.

No momento em que for necessário aplicar a graxa, cabe sempre o bom senso. Um aplicador de graxa, ou até mesmo uma seringa cirúrgica pode colaborar para colocar a quantidade adequada no cubo.

Depois disso, basta fazer a montagem novamente dos componentes, seguindo a ordem e a lógica da desmontagem. Lembrando: sempre seguindo as instruções do manual do fabricante.

Como muitas outras peças e componentes de bike, existem alguns sistemas diferentes de cubo de bicicleta e a forma como usá-los. Pensando em cada particularidade de cubo, a Escola Park Tool oferece a ciclistas e mecânicos de bicicleta um curso que compõe o curso de Formação Profissional.

É o módulo de Cubo de Marcha Lenta, em que é passado a limpo todo o processo de manutenção, levando conteúdo sobre regulagem, ajuste e capacitando os alunos para a instalação do cubo de bicicleta. É a oportunidade de mecânicos e oficinas garantirem mais um produto e potencial lucro em seu negócio.

Manutenção de bike: 3 erros que você deve parar de cometer

 

Na trajetória de todo profissional, a busca pela evolução e excelência no serviço prestado é constante. Quando o assunto é manutenção de bike, não é diferente. Por isso, para você que já trabalha como mecânico de bicicletas trouxemos algumas dicas que podem clarear as ideias, ou então quebrar alguns mitos e desconstruir tudo o que você achava que sabia sobre mecânica e manutenção de bike.

Não importa o que digam, um profissional deve estar sempre se atualizando e questionando seus métodos, práticas e processos dentro de uma oficina de bicicletas. As tecnologias mudam, aparecem outras tantas e é preciso estar de olho nas tendências para poder atender às necessidades dos ciclistas da forma mais assertiva.

Confira agora três erros para você parar de cometer na manutenção de bike.

Erro número 1: deixar os manuais dos fabricantes de lado – chega de gambiarras!

Para manter um bom padrão de serviço e ser reconhecido pelo seu trabalho é imprescindível executar da maneira correta as manutenções, seguindo os protocolos que foram passados pelos fabricantes. Eles foram feitos para serem seguidos, respeitando cada particularidade de peças, produtos, ferramentas ou componentes.

Por isso, é preciso deixar de lado as gambiarras, pois não agrega valor ao seu trabalho, além de ser um marketing negativo do seu serviço. Cada vez mais os ciclistas têm conhecimento sobre mecânica de bikes, e isso os torna mais exigentes, não tem como enganar mais ninguém.

“Você tem que saber empregar a tecnologia, ter noção de padrões estabelecidos. Não é só a prática que faz o bom mecânico, existe uma metodologia, um suporte que você precisa acompanhar além de saber aplicar a teoria. Na Escola Park Tool eu aprendi a importância de ler o manual e seguir as regras. Só assim você sabe o que vai entregar”, afirmou Hugo Mônaco Cardoso, ex-aluno da Escola.

A opinião é corroborada por Iedo de Carvalho, que por duas vezes foi eleito o melhor mecânico de bike do Brasil, a partir do ranking Selo de Qualidade.

“Notei que em várias lojas e oficinas, os mecânicos não seguiam os padrões nem usavam as ferramentas certas. Alguns iam na base da marreta(!). Então, não podemos pensar que sabemos de tudo, pois não sabemos”, avaliou o mecânico de bikes do Paraná.

Erro número 2: não compartilhar informação nem ser transparente

Quem tem conhecimento deve segurar para si? A gente acredita que é muito pelo contrário. Ao ter a humildade e vontade de compartilhar informações com seus clientes, você pode levar ainda mais confiança a quem contrata seus serviços e, de quebra, aumenta a sua credibilidade, pois passa a ser uma referência de conhecimento no assunto.

Mecânico de bikes que atua em São Paulo, Fabio Latorre faz questão de reforçar a importância de conversar e ter o contato direto com seu cliente, sendo transparente e bem didático durante seus processos.

“Sempre dou um retorno do que estou fazendo, mostro fotos do processo, passo a passo quando necessário e sempre explico o porquê que tal procedimento está sendo realizado. Acho isso muito importante, sem contar que na retirada da bicicleta eu mostro o que tinha de errado ou certo e ainda dou algumas dicas de manutenção para que passa ser feita em casa, além de dicas de produtos”, explica ele.

Erro número 3: achar que sabe demais e não explorar seu negócio em potencial

A soberba não faz bem a ninguém no âmbito pessoal e será ainda mais prejudicial se falarmos em questões profissionais. Quem trabalha com mecânica de bikes deve ter esse olhar crítico sobre si para buscar a evolução e oferecer o melhor serviço possível.

“Me arrependo de não ter buscado a capacitação antes”, comentou Caetano Zammataro, proprietário da tradicional Bike Tech Jardins, em São Paulo-SP.

“Para ter uma ideia, eu achava que sabia trocar um pneu da forma certa. Mas em todos esses anos de bicicleta sempre havia feito o procedimento errado. Foi no curso da Escola Park Tool que aprendi o jeito certo e adequado, respeitando as normas e os processos. Isso te desconstrói: você não pode achar que sabe tudo, tem que ter humildade para querer aprender e crescer”, finalizou.

Após sua formação profissional na Escola Park Tool, conseguiu profissionalizar a gestão, melhorar o controle de custos e gastos e, ainda, otimizou o tempo de seus processos internos.

“Estudando a minha empresa, cheguei à conclusão que minha oficina era um produto a ser explorado. Podia ser muito mais do que uma bike shop”, lembra Caetano.

De quebra, após garantir o diploma internacional através da Formação Profissional, ele se tornou mecânico oficial da RAAM (Race Across America), ficando responsável pelos ajustes antes e depois das etapas, sentido a pressão de uma das provas mais árduas do ciclismo.

Esses são exemplos de pessoas incansáveis na busca de melhorias contínuas dentro do seu trabalho. As dicas foram úteis para você? Faça como eles e vá atrás do conhecimento: só ele é capaz de te levar ao caminho do sucesso nos negócios.

 

Mecânica de bikes: Conselhos do melhor mecânico do Brasil para quem está iniciando no mercado

A partir do ranking que avalia os serviços de mecânica de bikes de profissionais do país todo, o Selo de Qualidade, Fabio Latorre foi eleito pelos ciclistas e clientes o melhor mecânico de bikes do Brasil em agosto. É a terceira vez que ele alcança esse feito, e agora vem compartilhar um pouco das boas práticas que aplica no seu dia a dia, oferecendo dicas para outros mecânicos profissionais melhorarem ou otimizarem o seu trabalho.

“A Escola foi fundamental para me dar a base do conhecimento e saber o caminho a ser seguido no ramo de mecânica de bikes”, comenta Latorre, que concluiu o curso de Formação Profissional na Escola Park Tool.

Ele comenta que durante as aulas, os principais aprendizados foram seguir os manuais dos fabricantes e a organização do espaço de trabalho, além de entender as necessidades de cada cliente.

Confira as dicas dele:

Atendimento personalizado

A Oficina do Latorre, é bom que se diga, é focada 100% em serviços de manutenção e tem uma proposta diferente. A oficina oferece um serviço de exclusividade, dando atenção plena à no máximo 3 bicicletas por semana, sempre previamente agendadas.

Entender a realidade do seu negócio é um grande passo, essencial também para o sucesso. E é por isso que Latorre vem sendo reconhecido por seus clientes. Mas o “tamanho” da sua empresa não importa: a dica é sempre personalizar seu atendimento e dar atenção plena a cada um dos clientes que procura os seus serviços de mecânica de bikes.

Seja numa oficina própria, com uma pessoa ou mais, isso é possível ser feito a partir de um trabalho de gestão e atendimento bem feitos, temas que também estão na grade de conteúdo dos cursos que a Escola oferece.

“O reflexo do bom serviço é ver meus primeiros clientes retornando na oficina para fazer revisões preventivas após 6 meses das manutenções anteriores. Ou seja, se você fizer um serviço bem feito, o cliente não retornará tão cedo na oficina, mas ele volta. Agora, se você realizar um serviço mal feito, você nunca mais irá vê-lo”, lembrou Latorre.

Contato direto com o cliente

“Eu sempre dou um retorno do que estou fazendo, mostro fotos do processo quando necessário e sempre explico o porquê que tal procedimento está sendo realizado. Já na retirada da bicicleta eu mostro o que tinha de errado ou certo e dou dicas de manutenção para que possa ser feita em casa, além de dicas de produtos”, explica Latorre.

Transparência e didática

Esses são dois grandes diferenciais nos mecânicos de bike e em qualquer profissão. Muitos ciclistas se queixam de profissionais que não explicam o que fazem e ao fazer isso é possível ganhar alguns pontos a mais em confiança, pois você demostra a preocupação que tem com os problemas do seu cliente.

Para Latorre, essas são algumas das boas práticas que ele aplica em sua oficina, levando aos ciclistas um serviço de excelência. Mas ele lembra que é sempre bom buscar conhecimento, estudar e se atualizar. “O mercado está sempre inovando, cabe a nós irmos atrás e aprender o que há de novo para satisfazer às necessidades dos clientes”, finaliza ele.

Essas foram as dicas do Latorre para quem está iniciando no segmento de mecânica de bikes, ou até para os mais experientes. Faça parte do grupo dos melhores mecânicos, com os cursos da Escola Park Tool você pode mudar de vida e ser reconhecido pelo mercado.

O que um mecânico de bikes pode fazer de diferente para ser reconhecido pelos cislistas?

Fabio Latorre, melhor mecânico do Brasil em julho e campeão do ranking Selo de Qualidade, responde à pergunta

Ele pedalava e sempre gostou de fazer os ajustes na própria bicicleta, pois não encontrava mecânicos aptos a realizarem os serviços de manutenção. Desconfiança? Receio de não prestarem o melhor serviço? Falta de conhecimento por parte dos profissionais? Tudo isso levou Fabio Latorre a buscar a capacitação em mecânica de bikes e obter sua autonomia no assunto. E, por receber o Selo de Qualidade após a formação profissional, neste mês, ele foi eleito pela segunda vez o melhor mecânico do Brasil, em avaliação feita pelos ciclistas.

O que antes era algo para ser de autoconhecimento próprio, sem ambições financeiras enquanto negócio, pouco tempo depois mudou. A criação da Oficina do Latorre, em São Paulo, veio para preencher uma lacuna ainda existente no mercado de mecânica de bicicletas: a falta de profissionalismo e qualificação.

“Estava procurando há um tempo um jeito de conseguir melhorar a manutenção da minha bike, pois gostava de eu mesmo fazer. Como sempre pedalei e entendia um pouco, vi que a maioria dos profissionais não davam a atenção necessária, nem eram organizados ou sinceros quanto ao trabalho realizado. Percebi, então, que após o curso eu mesmo era capaz de oferecer um serviço de qualidade como eu imaginava e esperava enquanto ciclista”, explica Fabio Latorre.

Para poder entender um pouco sobre o mercado e questão do profissionalismo dos mecânicos, Fabio encontrou na Escola Park Tool o conhecimento necessário. Tudo sobre o funcionamento de uma bike e seus componentes, manuais de uso de marcas, ferramentas adequadas, gestão de negócios, postura enquanto prestador de serviço e muito mais foi absorvido por ele durante o curso de Formação Profissional.

A preocupação com o problema do ciclista e transparência são essenciais num mecânico de bicicletas

Latorre comenta que, enquanto ciclista, o que mais lhe incomodava era o fato de muitas vezes não saber o que de fato era feito em sua bicicleta. E, após compreender o funcionamento das bikes e importância das ferramentas certas para determinados tipos de ajustes, pôde oferecer algo diferente para seus clientes, aplicando seu conhecimento na rotina da oficina.

“Era raro ver os mecânicos de bicicleta usarem o torquímetro, era mais na base do improviso. Além disso, eu dificilmente tinha um feedback preciso sobre o que era feito na minha bike, e observava a falta de organização das oficinas. Por isso, na minha oficina busco ser o mais transparente possível e explicar exatamente tudo o que fiz e o que deve ser feito para resolver os problemas dos ciclistas”, comenta ele.

Além da transparência e honestidade, fundamentos básicos em qualquer profissão, Latorre gosta de pensar na organização como um diferencial para os mecânicos de bike: “Isso eu aprendi após o curso, e é essencial para um bom mecânico. A capacitação me ensinou a importância de investir e utilizar as ferramentas certas e hoje organizo meu painel de acordo com as etapas do processo de ajuste mecânico”.

O mecânico formado na Escola Park Tool faz questão de mostrar ao ciclista cada ajuste e conserto realizado, explicando os motivos porque os fez. Isso demonstra a preocupação que tem com os problemas do seu cliente, o que gera ainda mais confiança e segurança por parte dos ciclistas. Além disso, ele diz, “procuro sempre dar dicas de manutenção e conservação da bike, mostrando algumas práticas que podem fazer a diferença para a longevidade da magrela, pois mostra minha honestidade, que não quero enganar o cliente”.

E você, o que faz de diferente em sua oficina? A capacitação profissional prepara para o mercado e inspira a realizar o melhor serviço possível. Está pronto?

 

Reparos no cicloturismo: quebrou o raio da roda, e agora?

Chegou a hora da sua tão esperada viagem de bicicleta: roteiro de cicloturismo feito, você já tem o mapa das cidades por quais vai pedalar e o que quer visitar em cada ponto. Você está lá, vento na cara, aquela sensação de liberdade e, de repente, ouve um estalo. É, foi isso mesmo, o raio da roda quebrou, e agora?

Bom, antes de tudo isso é necessário voltar algumas casas nesse tabuleiro. A roda é um componente crucial para a segurança do ciclista, já que, com seus aros, oferece a sustentação necessária para mantê-lo pedalando, suportando o peso e promovendo o equilíbrio.

E, para que o ciclista consiga pedalar tranquilamente em sua viagem – e também em trilhas e na cidade -, é fundamental que a roda esteja alinhada e bem balanceada, de acordo com o perfil do ciclista e quanto peso ele vai carregar ao todo.

Para isso, portanto, realizar um projeto de roda vai colaborar e muito para a segurança e conforto do ciclista durante sua cicloviagem.

Qual a importância do projeto de roda para o cicloturismo?

Antes de realizar qualquer tipo de viagem, o ciclista deve fazer um amplo planejamento:

  • montar e personalizar a bicicleta de acordo com o seu uso, incluindo a roda;
  • traçar um roteiro completo das cidades que vai pedalar;
  • investir nas ferramentas e itens extras no caso de uma necessidade;
  • e, principalmente, fazer um cronograma para realizar ajustes e manutenções na sua bike.

No cicloturismo, lembre-se, a bicicleta terá um uso contínuo e extremo, então ela deve estar montada para que responda bem a esse tipo de uso, para oferecer conforto e ao mesmo tempo performance.

Falando especificamente do projeto de roda, o ciclista deve procurar um mecânico capacitado e especialista no assunto, já que este poderá oferecer uma boa variedade de opções de acordo com o perfil e tipo de uso. Como um engenheiro que te mostra um projeto de casa e ambientação para atender à sua necessidade, o mecânico profissional deverá apresentar o melhor custo X benefício ao ciclista.

Peso do atleta, roteiro, peso da bike, altimetria, tipo de percurso, disponibilidade de material, ferramentas e custo. Tudo isso será calculado pelo mecânico de bicicletas na hora de personalizar a sua roda e a sua bicicleta.

E é essencial fazer isso: vai permitir ao ciclista ter uma experiência positiva e segura durante a cicloviagem, desde que ele também siga à risca as recomendações e não negligencie o uso da bike nem ultrapasse os limites do projeto.

Mas e se quebrar a o raio da roda durante a viagem?

Primeiramente, uma ressalva: considerando que você tenha feito o projeto de roda adequado e está pedalando com componentes novos, dificilmente vai acontecer uma quebra “do nada” durante a sua viagem.

Agora, se você ultrapassar o limite saudável de peso da sua bike exercendo uma sobrecarga e pedala por locais não aconselháveis, a roda e outros componentes da bicicleta podem sofrer desgaste e até se romperem.

Por motivos de segurança, portanto, é que no cicloturismo se costuma indicar o uso de produtos com grande popularidade, além da qualidade, para que possam ser facilmente encontrados em diversos lugares.

Agora, falando de forma prática, é recomendado sempre levar itens extras, como por exemplo, neste caso, os raios. Quando acontece a quebra de um raio é possível fazer, com um canivete multifunções, como o Park Tool MTB-3.2, diversos reparos, inclusive alinhar as rodas após a troca do raio que se partiu.

Veja como fazer o reparo no vídeo abaixo:

Em seguida, o ideal e mais recomendado é realizar este alinhamento emergencial para continuar pedalando e, quando encontrar uma oficina de bicicletas, pedir ao mecânico fazer a troca dos raios sobressalentes, além do realinhamento e balanceamento completos das rodas. Importante, também, é encontrar um mecânico que seja especialista nos mais diversos tipos de roda, para que possa solucionar o seu problema de forma profissional e sem que isso seja uma dor de cabeça ainda maior na sua viagem.

Feito isso, é continuar a sua viagem de forma responsável e aproveitar o que a estrada pode te oferecer.

Você viu só como tudo está ligado ao conhecimento, preparação e planejamento prévios? Seja um ciclista de final de semana ou mecânico profissional, a capacitação pode, literalmente, salvar a sua cicloviagem.

Crédito da imagem de exibição: Israel Coifman – https://www.lifelapse.com.br/author/israel-coifman/

 

Gestão profissional: curso rápido sobre software ajuda a lojistas e mecânicos a precificar seus serviços

Quem trabalha em uma bike shop, é empreendedor ou então é mecânico de bikes profissional sabe muito bem quão difícil e desafiador pode ser um trabalho de gestão profissional. Ela é crucial e um diferencial para o sucesso e consequentemente lucro do negócio, e pode ser decisiva também no fracasso de um projeto, quando feita de forma equivocada. Por isso a Escola Park Tool traz uma novidade para este semestre: um curso sobre o Bike Conecta, aplicativo que auxilia na gestão profissional do seu negócio.

Pensado e indicado para lojistas, gestores, mecânicos e profissionais que trabalham na rotina de oficinas e bike shops, o foco do curso estará na introdução e aprofundamento do sistema Bike Conecta, com destaque às soluções que ele pode oferecer nos problemas do dia a dia.

Importante: a aula é gratuita para o profissional que possui CNPJ e deseja utilizar o sistema do Bike Conecta em sua loja ou oficina. A capacitação será subsidiada e oferecida através desta parceria, com o objetivo de fazer a diferença na vida dos empreendedores.

“Muitos profissionais têm dificuldade em precificar seus serviços, por exemplo. Talvez esse seja um dos grandes desafios de quem trabalha no mercado de bicicletas. É um cálculo complexo, mas que é facilitado pelo Bike Conecta: ele capta a informação, organiza os dados e gera uma média através do custo e o valor do serviço que será prestado, sugerindo um valor exato e justo, de acordo com o seu perfil de gastos”, garante Henrique Zompero, diretor e fundador da Escola Park Tool.

Ele ainda destaca que a ideia é que a Escola ofereça todo suporte possível aos nossos alunos, tanto na parte mecânica quanto na parte da gestão, para garantir o futuro do aluno como empreendedor no mundo das bikes.

Como funciona?

O Bike Conecta oferece todas as ferramentas para o profissional do setor de bicicletas administrar o seu negócio, sendo também uma espécie de ponte entre o mecânico da oficina de bicicleta, o ciclista e o lojista.

Como sugere o nome, o software conecta a bicicleta – devidamente registrada – à rede do lojista e ao aplicativo Strava, usado pelo ciclista. Conforme os quilômetros vão sendo percorridos e pedalados, o Bike Conecta envia um alerta quando há a necessidade de uma manutenção, por exemplo.

“Com mais organização e entendendo melhor como funciona a dinâmica administrativa é possível ganhar mais, perder menos e fidelizar clientes. Tudo isso é facilitado pelo Bike Conecta, que otimiza a gestão e promove um controle na organização de produtos, cronogramas de manutenção, taxas, boletos, controle de estoque e fluxo de caixa”, explica Zompero.

O curso sobre gestão será a terceira novidade em 2019 na grade da Escola Park Tool – os outros dois foram de bike fit e de bicicletas elétricas.

Antes do curso, as aulas testes

O curso que irá abordar a tecnologia do Bike Conecta estará disponível em breve mas, antes, a Escola Park Tool promoveu uma espécie de versão Beta, com algumas aulas testes direcionadas a alunos e mecânicos formados na instituição.

Formado em mecânica profissional, Jonathan Junges veio diretamente do Rio Grande do Sul para buscar sua capacitação. Ele trabalha na oficina de bikes que era do seu pai, um negócio familiar e via a necessidade de aplicar uma gestão profissional para aumentar seu lucro e credibilidade.

“O que absorvi é que é difícil perder dinheiro com o Bike Conecta. Ele ajuda na organização total da sua loja, para entregar o lucro máximo possível dentro da sua realidade e perfil. Com as aulas bem didáticas e um conteúdo informativo sobre o sistema, com certeza vai melhorar o nosso serviço quando aplicarmos esse aprendizado no dia a dia”, explicou Jonathan.

Para se inscrever no curso sobre o Bike Conecta basta acessar o link: http://bit.ly/31SSsEf

Manutenção de bicicleta de performance X bike urbana: existe diferença na hora da escolha do mecânico?

 

 

Que a manutenção de bicicleta é importante para que ela continue rodando por mais tempo sem interferir no seu lazer ou desempenho, isso não é novidade. Ela é essencial para prevenir problemas durante as pedaladas e também para corrigi-los. Mas, existe diferença no cuidado entre uma bike urbana e uma de performance? Definitivamente, não!

Não importa qual seja o modelo da sua bike, se você pedala por lazer, mobilidade ou é um atleta que pedala em busca de resultados. A preocupação e cuidado com a sua bicicleta devem ser os mesmos, independentemente do valor que investiu nela e o tipo de uso que faz.

Ou seja, você precisa é procurar um mecânico profissional capacitado, atualizado, que entenda realmente do assunto e das particularidades do seu modelo, para realizar os ajustes e a manutenção necessários, sem te enganar.

Manutenção de bicicleta: o que procurar num mecânico?

Formação técnica, habilidade, bom entendimento dos manuais, bom atendimento e dedicação: estes requisitos são fundamentais em um mecânico profissional, para que ele seja capaz de realizar os ajustes necessários em sua bicicleta. O conjunto de todos esses fatores formam um profissional apto para te atender da melhor forma, seja qual for a sua bicicleta e sua pretensão de uso.

Hoje, vale lembrar, não existe mais espaço para a famosa “gambiarra”. Nem ela nem apenas a experiência profissional. A capacitação profissional se faz necessária e é através dela que um mecânico irá prestar um serviço de qualidade, já que terá acesso a conteúdos teóricos, práticos e exclusivos das principais marcas e modelos de bikes, assim como componentes. E isso faz toda a diferença!

Cada marca e modelo tem sua particularidade, necessitando uma mão de obra especializada e qualificada para não causar danos neste que é o maior bem do ciclista. Mas, na prática, que diferença faz alguém que tenha qualificação e que conheça todos os detalhes e segredos da mecânica de bicicletas?

PROCURE UM MECÂNICO CAPACITADO E ESPECIALIZADO NAS PRINCIPAIS MARCAS

A atleta olímpica Raiza Goulão, um dos principais nomes do mountain bike brasileiro, diz que já passou por algumas dificuldades com isso – como qualquer ciclista, né?! Hoje, entende perfeitamente o que um especialista em mecânica de bicicletas pode fazer por ela.

“Quem pedala precisa ter o equipamento impecável, em ótimas condições. Quando você tem um mecânico de confiança, que está sempre atualizado e investindo em cursos, facilita demais. Entro nas provas só pensando em pedalar e nada mais”, diz a atleta.

Mas isso, como comentado antes, independe se você é atleta profissional, amador ou um ciclista que pedala por lazer ou por locomoção.

Depois de passar por maus mecânicos, que segundo ele “forçavam a situação e inventavam problemas para o cliente gastar mais”, Willian Cruz, editor do site Vá de Bike – que usa a bicicleta como principal meio de transporte na cidade de São Paulo – tem clara a importância de deixar a bike em um profissional de confiança.

“O bom mecânico é aquele que tem um conhecimento técnico profundo, mas que também se esforça em conhecer a realidade de uso do cliente para sugerir mudanças de configuração da bicicleta. Às vezes, um pneu diferente, um câmbio de outro tipo ou até uma mesa mais alta fazem bastante diferença”, diz Willian.

Para você que já se conscientizou dessa necessidade e da importância de ter um profissional capacitado para realizar a manutenção de bicicleta, a Escola Park Tool possui parceria com as principais marcas de componentes, oferecendo ao ciclista a segurança do melhor atendimento e manutenção, com mecânicos especializados em: Fox, Magura, Manitou, Rock Shox, Suntour e X-Fusion.

Não deixe que a falta de conhecimento prejudique a sua bike e o seu pedal, busque sempre alguém de confiança e qualificado para realizar a sua manutenção.