Desafio Mecânico premia o mecânico de bicicletas mais eficiente do Brasil

Pensado e organizado para valorizar o trabalho dos mecânicos de bicicleta, o Desafio Mecânico consagrou neste sábado (24/08) o profissional mais eficiente da área. Carlos Alberto Taldeu, de Araçatuba-SP, foi o mais rápido e habilidoso durante os três testes propostos e foi o ganhador do evento realizado pela Escola Park Tool no Festival Bike Brasil. Thayrone Seppe, de Caratinga-MG, foi  o vice-campeão.

O Desafio foi dividido em três etapas diferentes. Na primeira eram 6 competidores, que montaram uma suspensão da Rock Shox. Desta fase, três se classificarão para a segunda etapa, em que foi necessário realizar uma sangria de freio da marca alemã Magura. Desta, saíram os dois finalistas para o teste final: realizar a montagem do sistema de transmissão Sram Eagle.

Mais rápido do que Thayrone por poucos segundos, Carlos Alberto montou a bicicleta corretamente no menor tempo e foi o vencedor, levando para casa um kit profissional Park Tool Pk-3, com mais de 70 ferramentas.

 

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“É uma sensação indescritível ter ganho. A Escola Park Tool proporcionou um momento sensacional,  não só pra mim mas pra todos os mecânicos de bicicleta do Brasil. Desde que fiquei sabendo do desafio eu queria participar e ganhar”, comentou  o vencedor, que é proprietário do CT Bike no interior de São Paulo.Mecânico há 14 anos, Carlos Alberto ficou 2 anos fora do mercado de bicicletas. Quando decidiu voltar, fez o curso de capacitação na Escola Park Tool e neste ano conseguiu se consagrar como o mecânico de bicicletas mais eficiente do Brasil.

“Ter feito o curso me abriu um novo leque de opções como mecânico. Passamos por muita coisa no dia a dia de oficina que você, além de saber fazer, precisa ter as ferramentas corretas também. Usar o manual de instruções para entender o torque correto, seguindo a orientação dos fabricantes, é fundamental”, explicou o campeão.

Segundo lugar no Desafio Mecânico, Thayrone leva para Caratinga mais do que o freio Magura Trail Sport. Segundo o profissional que atua na Bike Caverna, ele volta pra casa com uma experiência  inesquecível.

“Muito feliz com o evento. É o reconhecimento do nosso trabalho como mecânico, a valorização do que a gente faz no dia a dia. Ver o pessoal assistindo e aplaudindo o nosso trabalho foi sensacional”, comentou ele que atua profissionalmente há quase 10 anos e fez os módulos de capacitação nas duas unidades da Escola Park Tool, tanto em Belo Horizonte quanto em São Paulo.

“Foi muito bacana ver as pessoas em volta assistindo ao trabalho dos mecânicos, isso mostra o quanto é importante o trabalho deles e o quanto é importante valorizar e fortalecer a profissão de mecânico”, explica Henrique Zompero, diretor da Escola Park Tool.

Mais do que uma competição, o Desafio Mecânico é uma oportunidade de divulgação do trabalho dos melhores mecânicos de bicicletas do Brasil.

 

 

Desafio Mecânico no Festival Bike Brasil 2019 gera expectativa e promove visibilidade ao segmento de mecânica de bikes

Está chegando a hora de saber quem é o mecânico de bikes mais ágil e eficiente do Brasil. O Desafio Mecânico 2019, que acontece no último dia do Festival Bike Brasil, 24 de agosto, será um dos destaques do evento, em uma competição que tem tudo para ser emocionante e que irá testar o conhecimento dos profissionais de mecânica de bicicleta.

Promovido pela Escola Park Tool, o Desafio Mecânico busca gerar ainda mais visibilidade ao mercado de bicicletas, desenvolvendo o setor e colaborando para sua profissionalização e crescimento. Neste ano, o vencedor será conhecido após 3 etapas diferentes.

Na primeira etapa, os competidores precisarão montar uma suspensão da Rock Shox e três sairão classificados. Na segunda etapa será necessário realizar uma sangria de freio da marca Alemã Magura, em que dois seguirão adiante para a próxima etapa. Já na terceira e última etapa, os finalistas terão um grande desafio pela frente: realizar a montagem do sistema de transmissão Sram Eagle.

“Para nós da Escola Park Tool é uma satisfação imensa coordenar o Desafio Mecânico há alguns anos, em cada evento a qualidade dos mecânicos vêm subindo. Isso só nos motiva e demonstra a importância de fortalecer a profissão de mecânico de bike no Brasil”, comenta Henrique Zompero, diretor da Escola Park Tool.

A expectativa pela competição e o que ela pode oferecer a vive da mecânica de bikes

Um dos finalistas do Desafio Mecânico do ano passado, o mecânico de bikes formado na Escola Park Tool, Iedo de Carvalho fala um pouco da sua experiência em 2018 e da preparação e expectativa por mais uma competição que se aproxima.

“Ano passado foi uma experiência muito boa, pois até então não tinha participado de nenhuma competição do tipo. O que marcou mais foi olhar do público presente, me causou um enorme nervosismo”, comentou ele, que afirmou que tudo serviu de aprendizagem para chegar ainda melhor neste ano.

Desde a última competição ele vem trabalhando mentalmente a melhor forma de colocar em prática toda sua técnica e conhecimento absorvidos nos cursos da Escola. Dessa forma, ele espera testar suas habilidades para dar mais visibilidade ao seu trabalho, o que é uma ótima oportunidade.

“As expectativas são as melhores possíveis, apesar de saber que sempre é mais difícil dominar a nós mesmos do que ser vitorioso aos olhos dos outros. Espero poder quebrar mais o gelo perante o público e traçar uma estratégia melhor durante as etapas, visualizando antecipadamente o ambiente e as ferramentas disponíveis”, explica Iedo.

No fundo, o que Iedo espera é a realização pessoal e uma maior visibilidade. “Mesmo que não vença, ter uma experiência dessas, participar e fortalecer um evento como este é essencial para a divulgação do nosso próprio trabalho, já que meus clientes também vão saber da minha participação por aqui”, finaliza.

Outro finalista, o campeão do Desafio Mecânico 2018 Vinicius Oliveira, também lembrou sua participação ano passado e projetou o que espera para a competição que acontece dentro do Festival Bike Brasil.

“A experiencia do Desafio Mecânico foi muito especial e agregou ainda mais credibilidade e valor aos meus serviços. Estava junto de outros ótimos mecânicos com muita bagagem e conhecimento. Neste ano, espero estar preparado para os desafios práticos, assim como a parte teórica, se necessário, e pronto para viver a pressão que é fazer os ajustes sob os olhares do público” explica Vinicius Oliveira.

A realização de mais um Desafio Mecânico oferece aos participantes a oportunidade de mostrar seu trabalho, numa grande vitrine que é o Festival Bike Brasil. Além disso, coloca nos holofotes uma profissão que a cada dia cresce mais, junto com o mercado de bicicletas.

“Estamos bem contentes de estarmos envolvidos na organização deste desafio, pois mostra o reconhecimento por parte do distribuidor e parceiro. É mais um voto de confiança que o mercado aplica na Escola Park Tool”, comemora Zompero.

Ao todo, serão seis participantes escolhidos para a competição. O vencedor do desafio irá levar para casa um Park Tool Pk-3 Professional Kit; o segundo colocado receberá um freio Magura para trail sport e o terceiro levará um Park Tool Professional Kit AK-3.

E você, está preparado para ser desafiado e testar seus conhecimentos e habilidades em mecânica de bicicletas?

O que um mecânico de bikes pode fazer de diferente para ser reconhecido pelos cislistas?

Fabio Latorre, melhor mecânico do Brasil em julho e campeão do ranking Selo de Qualidade, responde à pergunta

Ele pedalava e sempre gostou de fazer os ajustes na própria bicicleta, pois não encontrava mecânicos aptos a realizarem os serviços de manutenção. Desconfiança? Receio de não prestarem o melhor serviço? Falta de conhecimento por parte dos profissionais? Tudo isso levou Fabio Latorre a buscar a capacitação em mecânica de bikes e obter sua autonomia no assunto. E, por receber o Selo de Qualidade após a formação profissional, neste mês, ele foi eleito pela segunda vez o melhor mecânico do Brasil, em avaliação feita pelos ciclistas.

O que antes era algo para ser de autoconhecimento próprio, sem ambições financeiras enquanto negócio, pouco tempo depois mudou. A criação da Oficina do Latorre, em São Paulo, veio para preencher uma lacuna ainda existente no mercado de mecânica de bicicletas: a falta de profissionalismo e qualificação.

“Estava procurando há um tempo um jeito de conseguir melhorar a manutenção da minha bike, pois gostava de eu mesmo fazer. Como sempre pedalei e entendia um pouco, vi que a maioria dos profissionais não davam a atenção necessária, nem eram organizados ou sinceros quanto ao trabalho realizado. Percebi, então, que após o curso eu mesmo era capaz de oferecer um serviço de qualidade como eu imaginava e esperava enquanto ciclista”, explica Fabio Latorre.

Para poder entender um pouco sobre o mercado e questão do profissionalismo dos mecânicos, Fabio encontrou na Escola Park Tool o conhecimento necessário. Tudo sobre o funcionamento de uma bike e seus componentes, manuais de uso de marcas, ferramentas adequadas, gestão de negócios, postura enquanto prestador de serviço e muito mais foi absorvido por ele durante o curso de Formação Profissional.

A preocupação com o problema do ciclista e transparência são essenciais num mecânico de bicicletas

Latorre comenta que, enquanto ciclista, o que mais lhe incomodava era o fato de muitas vezes não saber o que de fato era feito em sua bicicleta. E, após compreender o funcionamento das bikes e importância das ferramentas certas para determinados tipos de ajustes, pôde oferecer algo diferente para seus clientes, aplicando seu conhecimento na rotina da oficina.

“Era raro ver os mecânicos de bicicleta usarem o torquímetro, era mais na base do improviso. Além disso, eu dificilmente tinha um feedback preciso sobre o que era feito na minha bike, e observava a falta de organização das oficinas. Por isso, na minha oficina busco ser o mais transparente possível e explicar exatamente tudo o que fiz e o que deve ser feito para resolver os problemas dos ciclistas”, comenta ele.

Além da transparência e honestidade, fundamentos básicos em qualquer profissão, Latorre gosta de pensar na organização como um diferencial para os mecânicos de bike: “Isso eu aprendi após o curso, e é essencial para um bom mecânico. A capacitação me ensinou a importância de investir e utilizar as ferramentas certas e hoje organizo meu painel de acordo com as etapas do processo de ajuste mecânico”.

O mecânico formado na Escola Park Tool faz questão de mostrar ao ciclista cada ajuste e conserto realizado, explicando os motivos porque os fez. Isso demonstra a preocupação que tem com os problemas do seu cliente, o que gera ainda mais confiança e segurança por parte dos ciclistas. Além disso, ele diz, “procuro sempre dar dicas de manutenção e conservação da bike, mostrando algumas práticas que podem fazer a diferença para a longevidade da magrela, pois mostra minha honestidade, que não quero enganar o cliente”.

E você, o que faz de diferente em sua oficina? A capacitação profissional prepara para o mercado e inspira a realizar o melhor serviço possível. Está pronto?