“Curso de mecânico de bicicleta me fez alcançar a excelência no serviço”, afirma melhor profissional pela segunda vez consecutiva

Após concluir curso de mecânico de bicicleta, Jorge André Menezes Silva foi eleito o melhor profissional do Brasil pelo segundo mês consecutivo, a partir do ranking Selo de Qualidade. E ele conta como a profissionalização e a avaliação dos clientes contribuíram para a melhoria do seu trabalho, além de uma maior valorização profissional.

“Concluir o curso de mecânica me fez alcançar a excelência no serviço que presto e no atendimento ao meu cliente, então vale muito a pena. Adquiri conhecimentos que não tinha, o que me ajuda a fazer o trabalho correto, além de ter melhorado muito minha postura de trabalho, com segurança e confiança”, comenta.

A iniciativa criada pela Escola Park Tool busca valorizar e promover a profissão através de avaliações dos próprios clientes. E, para Jorge, mecânico da Mais Bike, de Uruguaiana-RS, “estar bem avaliado no ranking e possuir esse Selo de Qualidade atrai mais clientes que buscam qualidade em serviço e confiança no trabalho. É uma forma de passar confiança aos ciclistas e elevar nossa credibilidade enquanto profissional”.

Para estar presente novamente no topo do ranking, ele teve que, antes de tudo, buscar a profissionalização e concluir um curso de mecânico de bicicleta. E ele aconselha a todos aqueles e aquelas que desejam ganhar a vida nessa área.

Dicas valiosas para os mecânicos de bike

O conhecimento só é validado se a informação é passada para frente. E compartilhar as experiências positivas é uma ótima qualidade em qualquer profissão. Por isso, Jorge, que possui mais de 10 anos de profissão, pontua duas dicas para quem está começando na área.

“Acho que o diferencial de um bom mecânico é sempre ser didático, esclarecer e pontuar com sinceridade os problemas da bike do cliente e manter um bom relacionamento com ele, informando sempre quando será necessária uma próxima revisão, por exemplo”, aconselha.

Seja um mecânico autônomo ou contratado numa loja ou oficina de bikes, ter conhecimento, manter o bom relacionamento e fazer um bom atendimento são cruciais para conquistar um cliente.

Isso é resultado de um processo de capacitação. Afinal, um curso de mecânico de bicicleta será capaz de te preparar para os desafios do mercado, transformando sua vida e carreira profissional. Que tal começar?

Sapata de freio: como ajustar e regular da forma correta?

Componente crucial para a segurança de quem pedala, as sapatas de freios devem ser sempre checadas de tempos em tempos, para ver se não há muito desgaste. Quando a borracha fica muito gasta, a estrutura metálica da sapata entra em contato direto com a roda e pode provocar danos. E, se isso acontecer, não tem jeito: será preciso fazer o ajuste e regulagem das sapatas de freio. Confira um passo a passo desse processo e assista ao vídeo do nosso canal Askbike para fazer o ajuste da forma correta.

Primeiro de tudo, além do desgaste da sapata de freio, é aconselhável verificar o funcionamento do freio. Caso você acione o freio através do manete e um dos lados do V-Brake se movimentar mais do que o outro, é sinônimo de desregulagem do sistema. E isso pode acabar influenciando na força da frenagem, ocasionando até acidentes. Então, fique ligado: confira sempre o estado dos freios e principais componentes antes de pedalar.

Se você testou o freio e viu que está desregulado e a sapata de freio também está gasta, é hora de ajustar. Vamos lá?

CONFIRA OS VÍDEOS DO ASKBIKE, DA ESCOLA PARK TOOL

1º passo: balancear o sistema através dos parafusos laterais do braço do V-break

O primeiro passo é muito simples: você vai apertar o freio e o parafuso lateral para dar carga na mola do V-Brake, que é simples de fazer com uma chave Phillips. Como ele carrega a mola lateral com tensão, então ela vai ficar mais flexionada.

Também é possível soltar o parafuso do lado oposto até encontrar o balanceamento dos freios. Dica: ele estará balanceado quando os dois freios estiverem se movimentando de forma igual, encostando na roda ao mesmo tempo.

2º passo: alinhar a sapata de freio para funcionar de forma precisa

Neste segundo passo, será preciso remover a roda e liberar a porca de fixação da sapata de freio, para ficar mais macia e mais fácil de manusear. Feito isso, pegue um elástico e enrole em uma das pontas da pastilha de freio, isso irá ajudar a equilibrar o eixo dela.

Depois disso, será preciso reinstalar a roda e, a seguir, liberar a sapata de freio para fazer o alinhamento em relação ao aro, deixando encostar nele o elástico. Na sequência você irá precisar fazer um ajuste com uma chave allen, para fazer o torque de aperto conforme a indicação do manual do fabricante.

Feito o torque de acordo com a instrução do manual, retire o elástico da pastilha e a sapata de freio já estará totalmente alinhada e regulada. Nessa etapa é importante verificar que ela precisa de uma pequena angulação, feita através do elástico colocado anteriormente. Desta forma você terá uma frenagem muito mais uniforme e potente, garantindo sua segurança no pedal.

Quem usa a bicicleta como meio de transporte ou apenas por lazer aos finais de semana deve ter na cabeça a importância da manutenção preventiva. Ela pode diminuir consideravelmente as chances de ter problemas no pedal e aumentar a vida útil da bicicleta e, para isso, é importante ter conhecimento sobre o funcionamento da bicicleta. Por isso, conheça alguns cursos de mecânica de bike para que podem te ajudar a conquistar essa autonomia.

 

Reconhecimento profissional: de “mexânico” informal a melhor mecânico de bikes do Brasil

 

Ele atua como mecânico há 17 anos, mas foi só neste ano, após a conclusão de um curso de mecânica de bicicletas, que teve o reconhecimento profissional. Atuando na Mais Bike, de Uruguaiana-RS, Jorge André Menezes da Silva, 41 anos, foi eleito o melhor mecânico de bikes do Brasil no mês de outubro através do ranking Selo de Qualidade.

Com o diploma e certificado internacional em mãos, ele fala sobre o que mudou de antes para agora.

“Trabalho como mecânico de bike quase metade da minha vida, mas foi depois do curso da Escola Park Tool que adquiri muito mais conhecimento e realmente entendi o porquê de cada ajuste ou tarefa dentro da oficina. Antes era algo automático, hoje eu sei exatamente para que e porque estou fazendo determinado serviço”, comenta Jorge.

Antes “mexânico” informal, hoje um especialista com reconhecimento profissional

Nenhuma teoria supera a prática? Pode até ser que sim, mas a teoria é fundamental para oferecer ainda mais embasamento e conhecimento sobre qualquer assunto. Quando falamos de mecânica de bicicletas, é a mesma coisa. No caso de Jorge, ele já atuava como mecânico há muito tempo, mas de forma informal. Era muito mais botar a mão na massa e fuçar do que entender o funcionamento da bike.

Foi através de uma parceria, um verdadeiro incentivo da empresa que trabalha, que ele pôde vir até São Paulo realizar o Curso de Formação Profissional da Escola Park Tool, que conta com um conteúdo completo, teórico e prático, sobre mecânica de bicicletas.

Com a profissionalização, Jorge afirma que conseguiu reduzir seu tempo de trabalho pela metade. Ou seja, o conhecimento trouxe a otimização dos processos, hoje mais rápidos e mais eficientes do que antes.

“Esse investimento que a Mais Bike fez em mim já fez a diferença em minha vida. Hoje tenho o reconhecimento profissional e muito mais eficiência e agilidade no meu dia a dia, um diferencial também para os clientes. Claro que é uma via de duas mãos, agora trabalho ainda mais para retornar o investimento à oficina, realizando um serviço de qualidade e aplicando aqui o que aprendi na Escola”, explica o melhor mecânico de bikes do mês de outubro.

O que leva como exemplo para um bom mecânico?

“Acho que o melhor aprendizado que tive é que você tem que resolver o problema do ciclista. Isso, claro, com embasamento técnico, conhecimento e confiança. Também aprendi que um bom mecânico mantém seu local de trabalho limpo e organizado, pois a estética diz muito sobre um profissional, afinal a primeira impressão conta muito”, comenta.

Jorge também destaca que nunca é tarde para buscar a profissionalização e o conhecimento. Ele pensa, agora, em buscar a atualização e fazer mais cursos.

“O mercado é exigente e temos que estar em constante evolução. Porque mesmo com um bom tempo trabalhando com bikes eu tinha dúvidas, e algumas dúvidas básicas, mas aprendi a importância de ler o manual de instruções do fabricante, por exemplo, coisa que nunca tinha feito antes”, conclui.

Já pensou em investir na formação profissional da sua equipe de mecânica de bicicleta? Isso pode ser um grande passo rumo ao reconhecimento profissional da sua empresa, em que todos ganham, com mecânicos especialistas que vão transmitir confiança e segurança ao seu cliente.

Curso de especialização em Bike Fit oferece mais lucratividade em lojas e oficinas de bicicleta

Quem é gestor de uma loja de bikes, vendedor ou mecânico de bicicletas deve estar sempre pensando em crescer e em como oferecer o melhor para o cliente. Em cima destes objetivos, algumas ações são possíveis, mas o investimento na capacitação profissional é um grande diferencial. Por isso, o curso de especialização em Bike Fit da Escola Park Tool oferece a chance de colocar mais um ativo no negócio, promovendo o lucro em médio prazo.

É o que comentam alguns alunos formados, profissionais do segmento de bicicleta, que investiram no curso de especialização para poder oferecer uma outra solução aos ciclistas e clientes. Após a conclusão, perceberam uma lucratividade e uma credibilidade ainda maiores no mercado.

Embora a cultura do Bike Fit ainda não esteja tão estabelecida, o processo é importantíssimo após a aquisição de uma bicicleta ou após a montagem e desmontagem da mesma. Ele promove a segurança e conforto do ciclista ao ter a medida exata dele em relação à bike, e é tão crucial quanto escolher um sapato do tamanho certo.

“A procura por Bike Fit na oficina dobrou após o curso de especialização”

Paloma Rodrigues é a administradora da Pim Pim Bike Service, de Batatais-SP, especializada em manutenção. Junto com seu marido, o mecânico de bikes Anderson Zamproni, enxergou a necessidade de ampliar os serviços que oferece. Foi aí que optaram pela Escola Park Tool e o curso de Bike Fit, que, segundo ela, gerou grandes resultados.

“O Bike Fit só somou em nossa loja, agora oferecemos um serviço completo em um único lugar. Antes de realizar o curso, o pessoal já pedia para verificarmos as posições de selim, sapatilha e tínhamos um ótimo retorno. Mas depois que fizemos o curso e montamos o Studio de Bike Fit, a procura dobrou e o retorno está sendo muito bom”, comenta Paloma.

Com a entrada de mais um produto em sua oficina, os ciclistas conseguem fazer tudo num lugar só, o que aumenta a confiança no trabalho, credibilidade e, claro, gera ainda mais lucro ao negócio.

“O curso agregou muito na hora da venda e orientação para um melhor atendimento”

Quem busca a evolução constante do trabalho sempre está um passo à frente da concorrência. É o caso do mecânico profissional Carlos Alberto de Souza, da Beto Bikes, uma loja com oficina mecânica que fica em Vidal Ramos-SC.

Há 10 anos na profissão, ele teve interesse em fazer o curso de especialização em Bike Fit para poder atender melhor seus clientes: “queria orientá-los melhor na hora da escolha da bicicleta”.

Com o certificado do curso em mãos, ele olhou estrategicamente para o novo produto, agregando bastante no momento da venda de uma bike.

“Ao invés de oferecer um desconto na compra, ofereço o Bike Fit e não perco a margem de lucro. Acho que o curso foi essencial para mim, a Escola oferece aulas teóricas e práticas, o que é um grande diferencial na aprendizagem. Por tudo que o curso me propiciou, recomendo 100%!”, explica Carlos Alberto.

Em parceria com a Infinity Fit, o curso é divido em duas partes – uma teórica, online, e outra prática e presencial. O módulo é indicado para quem é mecânico de bicicletas, lojista, vendedor de loja ou mesmo quem pedala e se interessa em conhecer mais sobre o assunto. O novo curso de Bike Fit oferece muito mais embasamento técnico numa possível venda ou ajuste mecânico.

Ao se formar no novo curso de Bike Fit, o profissional poderá melhorar o relacionamento com o cliente, assim como a experiência de quem pedala e, inclusive o pós-venda. Desta forma, ele se coloca à frente da concorrência, pois pode oferecer um novo serviço dentro de sua loja ou oficina mecânica, sendo uma forma muito eficaz de ser referência no segmento, aliando a lucratividade do negócio.

 

 

 

Como mudar de vida: melhor mecânico de bikes do mês conta porque buscou capacitação profissional

É de Cascavel, no Paraná, que vem o melhor mecânico de bikes do Brasil em setembro de 2019: é Raulisson Casasinky, dono da Magrão Bike Repair, eleito através do ranking Selo de Qualidade. Ele conta que mudou de vida por meio da capacitação profissional, que abriu ainda mais as portas do mercado para montar seu próprio negócio.

Ele já era mecânico, mas bombista: trabalhava com caminhões a diesel, mas também sempre amou o mundo das bikes. Pedalou, ainda pedala e tinha uma oficina de bike como hobby, estava envolvido com o ciclismo da cidade, porém ainda de uma forma informal.

“Foi quando um dono de oficina de bike me chamou para trabalhar com ele e ganhar o mesmo que ganhava como mecânico de caminhões. Mas eu não tinha um certificado, queria aprender as coisas do jeito certo para trabalhar com qualidade, não apenas como um passatempo, como era a mecânica de bicicleta para mim como entusiasta”, lembra o atual melhor mecânico de bike do Brasil, falando um pouco da sua história antes da capacitação profissional.

Antes “mexânico”, agora profissional que descobriu como mudar de vida

Foi nesse momento que ele buscou o conhecimento e viajou até São Paulo para fazer uma verdadeira imersão nos cursos da Escola Park Tool.

“Foi um mês bem intenso, fiz todos os módulos da Formação Profissional, estagiei e voltei formado para trabalhar em Cascavel, onde moro atualmente”.

Isso tudo foi um impulso na vida profissional do Magrão, que montou a própria oficina para reparos e manutenção. O conhecimento que absorveu, desde mecânica à gestão profissional de um negócio, além do programa de estágio que possibilitou uma experiência no mercado de bikes ofereceu uma base e confiança para exercer seu trabalho.

“A capacitação profissional na Escola abriu as portas do mercado para mim. Fui chamado para trabalhar numa outra bike shop, antes de trabalhar para a Specialized. Aproveitei essa oportunidade por um tempo, mas hoje sou muito feliz com a minha própria oficina, está do jeito que eu quero. Hoje a bike é meu ganha pão, é o sustento da minha família”.

E a evolução profissional vem com a recompensa do primeiro lugar no ranking, que Magrão diz deixá-lo ainda mais motivado para melhorar a entrega aos seus clientes.

“Acho isso sensacional, pois nos desafia sempre a evoluir mais. Gera confiança aos ciclistas e credibilidade aos mecânicos”, comenta.

Como se diferencia no mercado

Para ser eleito com a avaliação dos consumidores, a partir do Selo de Qualidade, Magrão mostrou eficiência nos serviços prestados, conhecimento, técnica e bom atendimento. Ele realiza um atendimento personalizado, com 100% de mão de obra sua, e faz questão dessa aproximação com o ciclista que, segundo ele, é o que faz fidelizar o cliente.

“Eu busco sempre passar a maior confiança ao meu cliente. Isso começa com a limpeza da oficina, algo que aprendi na Escola e vejo como é importante. E, claro, a minha capacidade de resolver os problemas, seguindo normas, sem truques, é determinante, realizando um trabalho de manutenção bem feito”, explica Magrão.

O que aprendeu com a capacitação profissional

Ao concluir o curso de mecânica de bikes, Magrão disse que aprendeu a ver o segmento de outra forma: “hoje vejo outros mecânicos como parceiros. Podemos ser concorrentes, sim, mas colaboramos um com o outro, trocamos experiências, boas práticas, serviços, fazemos outros negócios com produtos, peças e componentes. Todos aprendem uns com os outros e ganham com isso.”

Ele também crê que a busca pelo conhecimento não para. Que um bom mecânico deve estar atualizado e de olho nas tendências, mas sempre procurando o melhor para fazer pelo seu cliente. “Dá pra ir pouco a pouco, um passo por dia, do básico até uma especialização, pois vale a pena”, afirma ele.

E você, pronto para começar a mudar de vida através da capacitação profissional? Busque a capacitação profissional e seja feliz fazendo aquilo que gosta.

Dica de mecânica: é hora da manutenção do cubo de bicicleta

Parte central das rodas, em que são fixados os raios que se conectam aos aros, o cubo de bicicleta garante o apoio necessário para que você pedale tranquilo. O problema é que, por ser muito exposto, o cubo, especialmente o traseiro, acumula muita sujeira e pode se deteriorar com a falta da manutenção preventiva diminuindo a vida útil. Por isso, saber a hora certa da revisão e como fazer a manutenção correta é crucial.

Antes de mais nada, é preciso lembrar da importância da manutenção preventiva na bicicleta. Algo que muitos ciclistas não dão atenção, mas que é essencial para manter a “saúde” da bicicleta em dia, prolongando a vida útil de peças e componentes.

É por falta da manutenção preventiva que muitas vezes surgem problemas antes do esperado na bicicleta, inclusive no cubo de bicicleta. Um cubo de marcha interna aguenta rodar cerca de 5.000 km e deve ser trocado em aproximadamente 2 anos, mas é preciso estar atento ao seu funcionamento.

Com o passar do tempo e com a ausência de graxa, o cubo de bicicleta traseiro acumula sujeira, como terra e arreia, e pode acabar corroendo a pista do cubo. É possível ver isso ao rodar o eixo e sentir uma “crocância”, um movimento trêmulo no giro da roda.

Podem ser as esferas que estão comprometidas, e isso pode gerar um problema que vai encurtar a vida útil do cubo. Ainda mais se a manutenção demorar mais do que o necessário ou, pior ainda, se a manutenção preventiva for ignorada.

Hora da manutenção do cubo de bicicleta traseiro

Muitas pessoas costumam dizer que a manutenção do cubo de bicicleta traseiro é mais difícil do que a do dianteiro, mas isso é mais um dos mitos criados na mecânica de bicicletas. Na verdade, o processo é simples, o que muda é que no traseiro existe o cassete, de simples e fácil remoção. Neste vídeo abaixo, disponível na série Askbike, do canal no Youtube da Escola, o fundador de diretor de ensino da Escola Park Tool Henrique Zompero explica como realizar a manutenção do cubo de bike traseiro.

Você vai precisar de apenas duas ferramentas para fazer a manutenção do cubo de bicicleta traseiro:

  • Chave auxiliar para remoção de cassete Park Tool SR-11
  • Ferramenta de trava de cassete Park Tool FR5.2H

O primeiro passo consiste em retirar a blocagem e colocar a ferramenta de remoção SR11 no cassete, posicionando-o de forma correta para fazer o torque. Uma dica é ficar no chão para colocar mais força no processo e remover, enfim, a tampa após o torque.

Retirando a tampa, será possível tirar pinhão por pinhão, deixando-os numa ordem lógica para depois colocá-los novamente ao final da manutenção. Depois é preciso tirar o rotor, que tem o mesmo processo, mas sem a ferramenta de cassete.

Lembre-se que os manuais de instrução dos fabricantes ajudam muito na hora de montar ou desmontar as peças e componentes, não se esqueça de checar alguma informação, caso tenha dúvidas.

Para continuar, vamos remover o cubo, e por isso é importante ter a consciência de usar as ferramentas adequadas para cada situação, como a ferramenta de trava FR5.2H, ideal para o aperto correto do cubo.

Será preciso uma pinça magnética ou imã para remover as esferas do cubo (também chamadas de bilhas), para que nenhuma se perca. Para retirá-las, basta levantar a roda, inserir a pinça e pronto, tanto do lado esquerdo como do direito.

Limpando o cubo de bicicleta traseiro

A limpeza do cubo não é complexa, é necessário apenas um pano seco, sem necessidade de qualquer desengraxante. Como o meio do cubo é oco, ao utilizar um desengraxante ele pode acumular e se misturar com a graxa, eliminando o produto que é necessário nessa peça.

Já nas peças que foram retiradas, a dica é utilizar um desengraxante a base d’água, fácil de limpar e ecológico, que não agride em nada os componentes da bike.

No momento em que for necessário aplicar a graxa, cabe sempre o bom senso. Um aplicador de graxa, ou até mesmo uma seringa cirúrgica pode colaborar para colocar a quantidade adequada no cubo.

Depois disso, basta fazer a montagem novamente dos componentes, seguindo a ordem e a lógica da desmontagem. Lembrando: sempre seguindo as instruções do manual do fabricante.

Como muitas outras peças e componentes de bike, existem alguns sistemas diferentes de cubo de bicicleta e a forma como usá-los. Pensando em cada particularidade de cubo, a Escola Park Tool oferece a ciclistas e mecânicos de bicicleta um curso que compõe o curso de Formação Profissional.

É o módulo de Cubo de Marcha Lenta, em que é passado a limpo todo o processo de manutenção, levando conteúdo sobre regulagem, ajuste e capacitando os alunos para a instalação do cubo de bicicleta. É a oportunidade de mecânicos e oficinas garantirem mais um produto e potencial lucro em seu negócio.

Manutenção de bike: 3 erros que você deve parar de cometer

 

Na trajetória de todo profissional, a busca pela evolução e excelência no serviço prestado é constante. Quando o assunto é manutenção de bike, não é diferente. Por isso, para você que já trabalha como mecânico de bicicletas trouxemos algumas dicas que podem clarear as ideias, ou então quebrar alguns mitos e desconstruir tudo o que você achava que sabia sobre mecânica e manutenção de bike.

Não importa o que digam, um profissional deve estar sempre se atualizando e questionando seus métodos, práticas e processos dentro de uma oficina de bicicletas. As tecnologias mudam, aparecem outras tantas e é preciso estar de olho nas tendências para poder atender às necessidades dos ciclistas da forma mais assertiva.

Confira agora três erros para você parar de cometer na manutenção de bike.

Erro número 1: deixar os manuais dos fabricantes de lado – chega de gambiarras!

Para manter um bom padrão de serviço e ser reconhecido pelo seu trabalho é imprescindível executar da maneira correta as manutenções, seguindo os protocolos que foram passados pelos fabricantes. Eles foram feitos para serem seguidos, respeitando cada particularidade de peças, produtos, ferramentas ou componentes.

Por isso, é preciso deixar de lado as gambiarras, pois não agrega valor ao seu trabalho, além de ser um marketing negativo do seu serviço. Cada vez mais os ciclistas têm conhecimento sobre mecânica de bikes, e isso os torna mais exigentes, não tem como enganar mais ninguém.

“Você tem que saber empregar a tecnologia, ter noção de padrões estabelecidos. Não é só a prática que faz o bom mecânico, existe uma metodologia, um suporte que você precisa acompanhar além de saber aplicar a teoria. Na Escola Park Tool eu aprendi a importância de ler o manual e seguir as regras. Só assim você sabe o que vai entregar”, afirmou Hugo Mônaco Cardoso, ex-aluno da Escola.

A opinião é corroborada por Iedo de Carvalho, que por duas vezes foi eleito o melhor mecânico de bike do Brasil, a partir do ranking Selo de Qualidade.

“Notei que em várias lojas e oficinas, os mecânicos não seguiam os padrões nem usavam as ferramentas certas. Alguns iam na base da marreta(!). Então, não podemos pensar que sabemos de tudo, pois não sabemos”, avaliou o mecânico de bikes do Paraná.

Erro número 2: não compartilhar informação nem ser transparente

Quem tem conhecimento deve segurar para si? A gente acredita que é muito pelo contrário. Ao ter a humildade e vontade de compartilhar informações com seus clientes, você pode levar ainda mais confiança a quem contrata seus serviços e, de quebra, aumenta a sua credibilidade, pois passa a ser uma referência de conhecimento no assunto.

Mecânico de bikes que atua em São Paulo, Fabio Latorre faz questão de reforçar a importância de conversar e ter o contato direto com seu cliente, sendo transparente e bem didático durante seus processos.

“Sempre dou um retorno do que estou fazendo, mostro fotos do processo, passo a passo quando necessário e sempre explico o porquê que tal procedimento está sendo realizado. Acho isso muito importante, sem contar que na retirada da bicicleta eu mostro o que tinha de errado ou certo e ainda dou algumas dicas de manutenção para que passa ser feita em casa, além de dicas de produtos”, explica ele.

Erro número 3: achar que sabe demais e não explorar seu negócio em potencial

A soberba não faz bem a ninguém no âmbito pessoal e será ainda mais prejudicial se falarmos em questões profissionais. Quem trabalha com mecânica de bikes deve ter esse olhar crítico sobre si para buscar a evolução e oferecer o melhor serviço possível.

“Me arrependo de não ter buscado a capacitação antes”, comentou Caetano Zammataro, proprietário da tradicional Bike Tech Jardins, em São Paulo-SP.

“Para ter uma ideia, eu achava que sabia trocar um pneu da forma certa. Mas em todos esses anos de bicicleta sempre havia feito o procedimento errado. Foi no curso da Escola Park Tool que aprendi o jeito certo e adequado, respeitando as normas e os processos. Isso te desconstrói: você não pode achar que sabe tudo, tem que ter humildade para querer aprender e crescer”, finalizou.

Após sua formação profissional na Escola Park Tool, conseguiu profissionalizar a gestão, melhorar o controle de custos e gastos e, ainda, otimizou o tempo de seus processos internos.

“Estudando a minha empresa, cheguei à conclusão que minha oficina era um produto a ser explorado. Podia ser muito mais do que uma bike shop”, lembra Caetano.

De quebra, após garantir o diploma internacional através da Formação Profissional, ele se tornou mecânico oficial da RAAM (Race Across America), ficando responsável pelos ajustes antes e depois das etapas, sentido a pressão de uma das provas mais árduas do ciclismo.

Esses são exemplos de pessoas incansáveis na busca de melhorias contínuas dentro do seu trabalho. As dicas foram úteis para você? Faça como eles e vá atrás do conhecimento: só ele é capaz de te levar ao caminho do sucesso nos negócios.

 

Mecânica de bikes: Conselhos do melhor mecânico do Brasil para quem está iniciando no mercado

A partir do ranking que avalia os serviços de mecânica de bikes de profissionais do país todo, o Selo de Qualidade, Fabio Latorre foi eleito pelos ciclistas e clientes o melhor mecânico de bikes do Brasil em agosto. É a terceira vez que ele alcança esse feito, e agora vem compartilhar um pouco das boas práticas que aplica no seu dia a dia, oferecendo dicas para outros mecânicos profissionais melhorarem ou otimizarem o seu trabalho.

“A Escola foi fundamental para me dar a base do conhecimento e saber o caminho a ser seguido no ramo de mecânica de bikes”, comenta Latorre, que concluiu o curso de Formação Profissional na Escola Park Tool.

Ele comenta que durante as aulas, os principais aprendizados foram seguir os manuais dos fabricantes e a organização do espaço de trabalho, além de entender as necessidades de cada cliente.

Confira as dicas dele:

Atendimento personalizado

A Oficina do Latorre, é bom que se diga, é focada 100% em serviços de manutenção e tem uma proposta diferente. A oficina oferece um serviço de exclusividade, dando atenção plena à no máximo 3 bicicletas por semana, sempre previamente agendadas.

Entender a realidade do seu negócio é um grande passo, essencial também para o sucesso. E é por isso que Latorre vem sendo reconhecido por seus clientes. Mas o “tamanho” da sua empresa não importa: a dica é sempre personalizar seu atendimento e dar atenção plena a cada um dos clientes que procura os seus serviços de mecânica de bikes.

Seja numa oficina própria, com uma pessoa ou mais, isso é possível ser feito a partir de um trabalho de gestão e atendimento bem feitos, temas que também estão na grade de conteúdo dos cursos que a Escola oferece.

“O reflexo do bom serviço é ver meus primeiros clientes retornando na oficina para fazer revisões preventivas após 6 meses das manutenções anteriores. Ou seja, se você fizer um serviço bem feito, o cliente não retornará tão cedo na oficina, mas ele volta. Agora, se você realizar um serviço mal feito, você nunca mais irá vê-lo”, lembrou Latorre.

Contato direto com o cliente

“Eu sempre dou um retorno do que estou fazendo, mostro fotos do processo quando necessário e sempre explico o porquê que tal procedimento está sendo realizado. Já na retirada da bicicleta eu mostro o que tinha de errado ou certo e dou dicas de manutenção para que possa ser feita em casa, além de dicas de produtos”, explica Latorre.

Transparência e didática

Esses são dois grandes diferenciais nos mecânicos de bike e em qualquer profissão. Muitos ciclistas se queixam de profissionais que não explicam o que fazem e ao fazer isso é possível ganhar alguns pontos a mais em confiança, pois você demostra a preocupação que tem com os problemas do seu cliente.

Para Latorre, essas são algumas das boas práticas que ele aplica em sua oficina, levando aos ciclistas um serviço de excelência. Mas ele lembra que é sempre bom buscar conhecimento, estudar e se atualizar. “O mercado está sempre inovando, cabe a nós irmos atrás e aprender o que há de novo para satisfazer às necessidades dos clientes”, finaliza ele.

Essas foram as dicas do Latorre para quem está iniciando no segmento de mecânica de bikes, ou até para os mais experientes. Faça parte do grupo dos melhores mecânicos, com os cursos da Escola Park Tool você pode mudar de vida e ser reconhecido pelo mercado.

Desafio Mecânico premia o mecânico de bicicletas mais eficiente do Brasil

Pensado e organizado para valorizar o trabalho dos mecânicos de bicicleta, o Desafio Mecânico consagrou neste sábado (24/08) o profissional mais eficiente da área. Carlos Alberto Taldeu, de Araçatuba-SP, foi o mais rápido e habilidoso durante os três testes propostos e foi o ganhador do evento realizado pela Escola Park Tool no Festival Bike Brasil. Thayrone Seppe, de Caratinga-MG, foi  o vice-campeão.

O Desafio foi dividido em três etapas diferentes. Na primeira eram 6 competidores, que montaram uma suspensão da Rock Shox. Desta fase, três se classificarão para a segunda etapa, em que foi necessário realizar uma sangria de freio da marca alemã Magura. Desta, saíram os dois finalistas para o teste final: realizar a montagem do sistema de transmissão Sram Eagle.

Mais rápido do que Thayrone por poucos segundos, Carlos Alberto montou a bicicleta corretamente no menor tempo e foi o vencedor, levando para casa um kit profissional Park Tool Pk-3, com mais de 70 ferramentas.

 

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“É uma sensação indescritível ter ganho. A Escola Park Tool proporcionou um momento sensacional,  não só pra mim mas pra todos os mecânicos de bicicleta do Brasil. Desde que fiquei sabendo do desafio eu queria participar e ganhar”, comentou  o vencedor, que é proprietário do CT Bike no interior de São Paulo.Mecânico há 14 anos, Carlos Alberto ficou 2 anos fora do mercado de bicicletas. Quando decidiu voltar, fez o curso de capacitação na Escola Park Tool e neste ano conseguiu se consagrar como o mecânico de bicicletas mais eficiente do Brasil.

“Ter feito o curso me abriu um novo leque de opções como mecânico. Passamos por muita coisa no dia a dia de oficina que você, além de saber fazer, precisa ter as ferramentas corretas também. Usar o manual de instruções para entender o torque correto, seguindo a orientação dos fabricantes, é fundamental”, explicou o campeão.

Segundo lugar no Desafio Mecânico, Thayrone leva para Caratinga mais do que o freio Magura Trail Sport. Segundo o profissional que atua na Bike Caverna, ele volta pra casa com uma experiência  inesquecível.

“Muito feliz com o evento. É o reconhecimento do nosso trabalho como mecânico, a valorização do que a gente faz no dia a dia. Ver o pessoal assistindo e aplaudindo o nosso trabalho foi sensacional”, comentou ele que atua profissionalmente há quase 10 anos e fez os módulos de capacitação nas duas unidades da Escola Park Tool, tanto em Belo Horizonte quanto em São Paulo.

“Foi muito bacana ver as pessoas em volta assistindo ao trabalho dos mecânicos, isso mostra o quanto é importante o trabalho deles e o quanto é importante valorizar e fortalecer a profissão de mecânico”, explica Henrique Zompero, diretor da Escola Park Tool.

Mais do que uma competição, o Desafio Mecânico é uma oportunidade de divulgação do trabalho dos melhores mecânicos de bicicletas do Brasil.

 

 

Desafio Mecânico no Festival Bike Brasil 2019 gera expectativa e promove visibilidade ao segmento de mecânica de bikes

Está chegando a hora de saber quem é o mecânico de bikes mais ágil e eficiente do Brasil. O Desafio Mecânico 2019, que acontece no último dia do Festival Bike Brasil, 24 de agosto, será um dos destaques do evento, em uma competição que tem tudo para ser emocionante e que irá testar o conhecimento dos profissionais de mecânica de bicicleta.

Promovido pela Escola Park Tool, o Desafio Mecânico busca gerar ainda mais visibilidade ao mercado de bicicletas, desenvolvendo o setor e colaborando para sua profissionalização e crescimento. Neste ano, o vencedor será conhecido após 3 etapas diferentes.

Na primeira etapa, os competidores precisarão montar uma suspensão da Rock Shox e três sairão classificados. Na segunda etapa será necessário realizar uma sangria de freio da marca Alemã Magura, em que dois seguirão adiante para a próxima etapa. Já na terceira e última etapa, os finalistas terão um grande desafio pela frente: realizar a montagem do sistema de transmissão Sram Eagle.

“Para nós da Escola Park Tool é uma satisfação imensa coordenar o Desafio Mecânico há alguns anos, em cada evento a qualidade dos mecânicos vêm subindo. Isso só nos motiva e demonstra a importância de fortalecer a profissão de mecânico de bike no Brasil”, comenta Henrique Zompero, diretor da Escola Park Tool.

A expectativa pela competição e o que ela pode oferecer a vive da mecânica de bikes

Um dos finalistas do Desafio Mecânico do ano passado, o mecânico de bikes formado na Escola Park Tool, Iedo de Carvalho fala um pouco da sua experiência em 2018 e da preparação e expectativa por mais uma competição que se aproxima.

“Ano passado foi uma experiência muito boa, pois até então não tinha participado de nenhuma competição do tipo. O que marcou mais foi olhar do público presente, me causou um enorme nervosismo”, comentou ele, que afirmou que tudo serviu de aprendizagem para chegar ainda melhor neste ano.

Desde a última competição ele vem trabalhando mentalmente a melhor forma de colocar em prática toda sua técnica e conhecimento absorvidos nos cursos da Escola. Dessa forma, ele espera testar suas habilidades para dar mais visibilidade ao seu trabalho, o que é uma ótima oportunidade.

“As expectativas são as melhores possíveis, apesar de saber que sempre é mais difícil dominar a nós mesmos do que ser vitorioso aos olhos dos outros. Espero poder quebrar mais o gelo perante o público e traçar uma estratégia melhor durante as etapas, visualizando antecipadamente o ambiente e as ferramentas disponíveis”, explica Iedo.

No fundo, o que Iedo espera é a realização pessoal e uma maior visibilidade. “Mesmo que não vença, ter uma experiência dessas, participar e fortalecer um evento como este é essencial para a divulgação do nosso próprio trabalho, já que meus clientes também vão saber da minha participação por aqui”, finaliza.

Outro finalista, o campeão do Desafio Mecânico 2018 Vinicius Oliveira, também lembrou sua participação ano passado e projetou o que espera para a competição que acontece dentro do Festival Bike Brasil.

“A experiencia do Desafio Mecânico foi muito especial e agregou ainda mais credibilidade e valor aos meus serviços. Estava junto de outros ótimos mecânicos com muita bagagem e conhecimento. Neste ano, espero estar preparado para os desafios práticos, assim como a parte teórica, se necessário, e pronto para viver a pressão que é fazer os ajustes sob os olhares do público” explica Vinicius Oliveira.

A realização de mais um Desafio Mecânico oferece aos participantes a oportunidade de mostrar seu trabalho, numa grande vitrine que é o Festival Bike Brasil. Além disso, coloca nos holofotes uma profissão que a cada dia cresce mais, junto com o mercado de bicicletas.

“Estamos bem contentes de estarmos envolvidos na organização deste desafio, pois mostra o reconhecimento por parte do distribuidor e parceiro. É mais um voto de confiança que o mercado aplica na Escola Park Tool”, comemora Zompero.

Ao todo, serão seis participantes escolhidos para a competição. O vencedor do desafio irá levar para casa um Park Tool Pk-3 Professional Kit; o segundo colocado receberá um freio Magura para trail sport e o terceiro levará um Park Tool Professional Kit AK-3.

E você, está preparado para ser desafiado e testar seus conhecimentos e habilidades em mecânica de bicicletas?